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	<title>ARIOVALDO.com.br &#187; Tecnologia</title>
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	<description>Tentando viver de modo digno, até encontrar uma morte digna.</description>
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		<title>Odeio manuais de instruções</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 14:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pra mim, manual de instrução é um tipo de piada de mal gosto. Penso que se algo precisa de instruções de uso, é por que não está intuitivo o suficiente. Se a experiência de &#8220;uso&#8221; não basta para que se aprenda tudo que é necessário, então não estamos falando de um produto acabado. Logo, tal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra mim, manual de instrução é um tipo de piada de mal gosto. Penso que se algo precisa de instruções de uso, é por que não está intuitivo o suficiente. Se a experiência de &#8220;uso&#8221; não basta para que se aprenda tudo que é necessário, então não estamos falando de um produto acabado. Logo, tal produto não é bom o suficiente. Citando um comentário pertinente que recebi no <a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a>:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>RT <a href="http://twitter.com/tiogate" target="_blank">@tiogate</a> O manual é para você não estragar a coisa antes de alcançar a experiência.</em></p>
<p>Realmente os criadores de manuais querem garantir que não iremos estragar &#8220;a coisa&#8221; manuseando de maneira diferente do desejado pelo &#8220;fornecedor&#8221;. Não digo que todo manual é inútil. Mas a proliferação de manuais desnecessários faz com que eu me sinta como um escravo do filme Matrix. Criaram limites seguros para que eu possa andar. Por mais que um manual possa mostrar a forma desejável de se realizar determinada tarefa, na realidade o objetivo real de um método é sempre exercer controle. Controle não rima com liberdade. E quem experimentou da liberdade ao menos uma vez, não consegue viver novamente debaixo do véu da aparência. Controle é algo que vislumbra apenas resultados aparentes (ou que podem ser metrificados).</p>
<p>Há pessoas que se dedicam a produzir manuais. Estas pessoas investem seus esforços em criar (ou importar) passos a serem seguidos. De modo que, qualquer um, em qualquer lugar, com um mínimo de conhecimento necessário, seja capaz de seguir as instruções e obter sucesso na utilização do tal produto. Eu começo questionando o que seja &#8220;sucesso&#8221;. Estes paradigmas baseados na comparação deveriam estar enterrados em algum lugar do século passado. Não há espaço em minha vida para tentativas de instigar pessoas a &#8220;desejarem&#8221; o sucesso obtido por fulano mediante a aplicação de tal manual. Não sou igual aos outros. Não desejo o que outros têm. Simplesmente não estou interessado em nada disto.</p>
<p>Lendo o post &#8220;<a href="http://www.lhmbrasil.com.br/blog/?p=2437" target="_blank">Improvise, uma vida sem propósito</a>&#8221; do blog Caverna do Lou,  fiquei pensando sobre como de fato o hábito de criar &#8220;manuais&#8221; é uma característica típica de gringos provenientes de países desenvolvidos. É algo inerente à cultura deles. Ridícula é nossa atitude ao copiar modelos enlatados para criar manuais abrasileirados. E mais ridículo ainda é aceitar este doutrinamento sem questionar este sistema.</p>
<p>Até mesmo a própria Bíblia, se não for experimentada, torna-se apenas um manual de conduta incapaz de produzir bons frutos. Ela própria afirma que &#8220;a letra mata, mas o Espírito vivifica&#8221; (2 Coríntios 3:6).</p>
<p>Trabalhar não é um problema para mim. Problema é ter horário pra chegar, horário pra sair e ficar preso dentro de um ambiente totalmente penitenciária durante 8 horas diárias. Problema é ter que almoçar no &#8220;comeu-morreu&#8221; próximo por que seu horário de trabalho impede que seja possível ir para casa. Então deparamos com dois tipos de pessoas apenas: os conformados (que vivem segundo o manual) e os que adoram Prison Break.</p>
<p>Muitos manuais existem para serem desconsiderados.<br />
Muitas regras existem para serem quebradas.</p>
<p>Com medo de errar, muita gente se acomoda sem fazer absolutamente nada.<br />
Não foi &#8220;fazendo nada&#8221; que as realidades foram transformadas no passado. E com certeza não será diferente no futuro.</p>
<p><img class="size-full wp-image-556 alignnone" title="Manual de Instruções do Nintendo Wii" src="http://www.ariovaldo.com.br/wp-content/uploads/2009/06/caution.jpg" alt="Manual de Instruções" width="644" height="334" /></p>
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		<title>Citações</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 14:23:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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		<description><![CDATA[RT @mossadihj Se você não está na internet, você não é relevante para a cultura pós-moderna. Engraçado isso. Se não está no google, não existe!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>RT @mossadihj Se você não está na internet, você não é relevante para a cultura pós-moderna. Engraçado isso. Se não está no google, não existe!</p>
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		<title>Tecnologia, esperança, desejo e frustração</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 13:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Desejo]]></category>
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		<category><![CDATA[Frustração]]></category>
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		<description><![CDATA[Algumas pessoas têm percebido que meu modo de organizar idéias não é muito linear. Realmente nem sempre consigo expressar em palavras alguns conceitos que me inspiram. Especificamente nas últimas semanas tenho me sentido compelido a meditar sobre dois temas que, curiosamente, se fundiram em uma só mensagem. Escreverei uma pregação sobre isto, tão logo seja oportuno.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas pessoas têm percebido que meu modo de organizar idéias não é muito linear. Realmente nem sempre consigo expressar em palavras alguns conceitos que me inspiram. Especificamente nas últimas semanas tenho me sentido compelido a meditar sobre dois temas que, curiosamente, se fundiram em uma só mensagem. Escreverei uma pregação sobre isto, tão logo seja oportuno.</p>
<p>O primeiro tema é &#8220;desejo e esperança&#8221; e o segundo &#8220;tecnologia&#8221;.</p>
<p>Desde pequeno sinto um desejo inexplicável por novidades. A evolução e popularização da tecnologia me fascina e com certeza provoca anseios insaciáveis na maioria das pessoas deste mundo pós-moderno. Mas do mesmo modo que em minha infância, percebo que as &#8220;novidades&#8221; tecnológicas tornam-se tão frustrantes quanto os brinquedos que eu ganhava. Eram capazes de trazer grande alegria e entusiasmo, mas estes sentimentos duravam poucos dias. Percebi então que inevitavelmente meu coração se ocupava em desejar outra coisa, como se gostoso mesmo fosse o desejar&#8230; de longe muito melhor que o possuir.</p>
<p>Para não deixar idéias mal explicadas, começo fazendo uma análise sobre as diferenças entre &#8220;desejo&#8221; e &#8220;esperança&#8221; em meu ponto de vista. Curiosamente, o desejo é algo relacionado à humanidade e sua capacidade de comparação e dedução. Porém é o oposto da esperança, pois enquanto o desejo é fundamentado na cobiça, a esperança é orientada à necessidade. Quem deseja, nem sempre possui uma explicação racional para a natureza de seu desejo. Mas quem possui esperança, <strong>espera</strong> sem se deixar dominar pela ansiedade. E na palavra de Deus percebemos que a definição de fé tem tudo a ver com a esperança.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Hebreus 11:1 diz: &#8220;Ora, a fé é o firme fundamento <strong>das coisas que se esperam</strong>, e a prova das coisas que não se vêem.&#8221;</span></p>
<p>A fé é o alicerce da esperança. E por isto não pode ser frustrada.</p>
<p>Voltarei agora ao assunto tecnologia. Nos últimos dois anos tenho percebido por parte de alguns amigos (alguns não conhecem o evangelho), a dificuldade que eles possuem em entender minha ausência de ganância. Não que eu seja uma pessoa sem desejos ou cobiça (quem dera eu fosse!). Mas com os anos de caminhada no Reino, percebi que aquela frustração que seguia a oportunidade de satisfazer meus desejos era levemente desagradável e, portanto, dispensável em minha vida. Meus planos e sonhos mudaram. E a cada lista de fim de ano (do tipo &#8220;desejos para o ano novo&#8221;), tenho sido menos exigente no que se refere às coisas possíveis e mais esperançoso (entenda-se &#8220;disposto a esperar&#8221;) nas questões que são realmente relevantes (ou atemporais) para a minha vida.</p>
<p>Mas ainda há dentro de mim um sentimento que se parece com &#8220;desejo&#8221;, me atraindo às possibilidades oferecidas pelo mais novo notebook. Ou pelo último modelo do Iphone que possui tecnologia 3G. Ou pelo novo processador quadricore da Intel. Eu disse que este sentimento &#8220;se parece&#8221;, por que de fato estas coisas não estão nem um pouco na minha lista de prioridades. Mesmo que gostando muito de todas elas.</p>
<p>Analisando especificamente o Iphone, percebo os detalhes que me atraem neste aparelhinho caro. A possibilidade de me comunicar com qualquer pessoa no mundo inteiro, me traz a sensação de uma quase onipresença. E por alguma razão isto me agrada. Claro que qualquer telefone, por mais simples que seja, permite o mesmo. Mas o Iphone vai além. Ele permite que com o toque de meus dedos eu acesse o Google. E isto me traz muita satisfação.</p>
<p>No final dos anos 90 havia um ditado que dizia: &#8220;Você não precisa saber tudo. Apenas precisa ter o número do telefone de quem sabe&#8221;. Curiosamente os tempos mudaram. Em menos de 10 anos, podemos afirmar que hoje em dia você não precisa do telefone de ninguém. Apenas deve saber fazer as perguntas certas ao Google. Este mecanismo de pesquisa é quase como um deus. Ele possui toda ciência revelada. E dificilmente algum segredo consegue ficar muito tempo longe de seu alcance magnifíco.</p>
<p>O que me atrai no Iphone é a possibilidade de estar com o Google à minha disposição o tempo todo. Então eu posso ter a qualquer momento e lugar, toda a ciência conhecida em minhas mãos.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-263 alignright" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Iphone 3g" src="http://www.ariovaldo.com.br/wp-content/uploads/2009/03/iphone3g1-300x300.jpg" alt="Iphone 3g" width="300" height="300" /></p>
<p>Percebo que parte do meu desejo pela tecnologia está enraizada em meu espírito. É como uma vaga lembrança de algo que nunca vi. Como se eu fosse capaz de sentir saudades do futuro. Sinto saudades de quando todo o conhecimento estará à minha disposição em todo o tempo. Não terei apenas toda a <strong>ciência</strong>, mas a <strong>consciência</strong>. Será a consumação da palavra de Jesus quando afirmou que Ele estava no Pai, nós estaríamos nele e Ele em nós. E assim como ele afirmou que aquele que o conhecia, também conheceria o Pai, poderemos fazer parte desta unidade onde nós conheceremos e seremos conhecidos como verdadeiramente somos, não mais limitados às possibilidades desta forma física que se tornou decadente por causa do pecado em nós. Conhecerei o Google deste e do outro mundo, sem precisar pesquisar por algo. Não terei perguntas a serem feitas, pois saberei todas as coisas. Esta é a minha real esperança. E por isto o desejo não ocupa um lugar de destaque em meu coração. Pois o Iphone é lindo e fantástico&#8230; mas ainda deixa muito a desejar quanto às minhas reais expectativas.</p>
<p>Pare para observar. Verá que tudo que desejamos é uma cópia falsificada daquilo que deveríamos esperar.</p>
<p>Dá pra entender por que a palavra de Deus afirma que vivemos como peregrinos, pois a nossa pátria não é desde mundo? Não dá para tentar carregar coisas que irão nos fazer andar mais devagar. Não dá para perder tempo com as versões inferiores às que realmente nos foram oferecidas como promessa.</p>
<p>A <strong>frustração </strong>é o sentimento daquele que perde a <strong>esperança </strong>e se deixa governar pelo <strong>desejo</strong>. Também acaba se tornando frustração a atitude de reprimir os desejos. Apenas discernindo a verdade sobre nossas necessidades é que poderemos gradualmente permitir que Deus nos transforme, a ponto de substituirmos o desejo pela esperança. Somente assim seremos capazes de esperar por aquilo que vale realmente a pena. E apenas através da Palavra de Deus (escritura viva e encarnada), entenderemos quais são estas necessidades.</p>
<p>Olhe para frente. Perceba que a linha de chegada não está tão longe assim. Talvez nossos problemas estejam no desejo de não realizarmos imediatamente o esforço necessário para completar com dignidade esta maratona. A estes eu enfatizo o subtítulo deste blog, que considero como uma meta de vida:</p>
<p><em>TENTANDO VIVER DE MODO DIGNO, ATÉ ENCONTRAR UMA MORTE DIGNA.</em></p>
<p><em>[ratings]<br />
</em></p>
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