A melhor maneira de…
Estou cansado de conselhos que visam censurar meu consumo de carne. Ou de margarina. Cerveja. Refrigerante. Gasolina. Água. Estou farto de dicas sobre como devo me organizar. Fazer agenda. Lista de tarefas. Educar meus filhos. Tratar minha esposa. Sinto pena desta geração, perdida em meio a sonhos empacotados a vácuo pelos seus pais. Escola. Enem. Vestibular. Faculdade. Carreira.
A vida resume-se exclusivamente a isto? Leia o Restante
Pessoas de verdade, problemas de verdade
Sei que ninguém é igual. Mas alguns são menos iguais que os demais. A maneira com que organizo minhas idéias não é algo muito fácil de se explicar. Se parece um pouco com o sistema exotérico pelo qual você encontrará minhas cuecas espalhadas por várias partes dos armários localizados em dois quartos de minha casa. Leia o Restante
O extermínio da igreja primitiva
Estou cansado de ouvir a expressão “precisamos ser como a igreja primitiva”. Ao analisar, através das mais diversas fontes, como se desencadeou a tragetória da igreja dos primeiros séculos, indo do seu ápice até o seu total declínio, não consigo compreender por que insistimos em valorizar excessivamente as características que nem são tão importantes assim naquela igreja. Leia o Restante
Simplicidade idiota
Me admira que pessoas prefiram categorizar a vida de modo tão radical e simplista. Como se fôssemos amebas, limitadas a uma constituição unicelular ridícula e totalmente compreensível. Ignoramos até mesmo as complexidades sentimentais e, por isto, frustramos a outros e a nós mesmos na tentativa de encontrar modelos de conduta verdadeiramente aplicáveis na vida prática.
Tentamos fazer do evangelho uma série de regras em que podemos acertadamente dizer “isto é certo” ou “isto é errado”. Como se a vida dada por Deus pudesse ser reduzida a meros erros e acertos. Como se as complexidades de nosso ser tivessem fugido ao controle do Criador.
Apenas a VERDADE pode nos libertar por que ela revela quem somos e o quanto somos incapazes de encontrar uma auto-redenção. Apenas renunciando até à capacidade de acertar, seremos encontrados aptos a genuinamente vivermos a nova vida em Cristo. Aquele que desistiu de não errar, encontra-se na situação ideal e preferida do Redentor.
Mais do que apenas abandonar as velhas práticas, a fé operosa será caracterizada como aquela que possui seu foco em SER aquilo que Cristo diz que devemos ser. Apenas isto.
Aqueles que insistirem em simplificar os processos, concentrando seus esforços na luta contra as práticas da carne, inevitavelmente se frustrarão. Pois a carne sempre vencerá. Não se pode combater fogo com fogo. Por isso, esta é uma luta perdida.
Pra exterminar o fogo, deve-se primeiramente encontrar uma fonte suficiente de água. Pra um fogo incontrolável, uma fonte inesgotável.
Em cada nuance de nossa miséria, complexidade, sentimentos e angústias; em cada pequeno detalhe, podemos sentir a inspiração do Criador. Em cada gole, em cada respiração. Em cada segundo, a eternidade. Em cada detalhe, o infinito.
Consegue sentar-se com amigos verdadeiros de frente à praia e não sentir-se em casa?
Consegue perceber que há amigos recentes que parecem ser velhos conhecidos?
Consegue ouvir Coldplay e não sentir Deus?
Será que o evangelho realmente o tornou livre o suficiente para que possa compreender o que estou tentando dizer?
Jesus e o “foda-se”
Eu sei que não devo ficar ansioso por causa de nada e blábláblá. Sei também que os cuidados deste mundo não podem sufocar a minha fé. Mas será que Jesus teve que passar pelo mesmo sofrimento desnecessário que muitas vezes passamos? Este não é um rascunho de idéias sobre fé, mas sobre motivações.
Não acredito que a vida seja tão difícil quanto alguns afirmam. Na verdade tudo pode ser simples e até divertido às vezes. O problema geralmente está na abordagem que preferimos utilizar para definir o que devemos ou não priorizar. Por exemplo, sinto que embora meus valores continuem intactos, ao priorizar atividades moralmente corretas dentro da vida eclesiástica (do tipo “todo mundo faz assim”), acabo por sabotar a mim mesmo. Não é que não acredito no trabalho em si. O problema é um pouco diferente. Na ânsia de atender às cobranças efetuadas através de métodos de gestão empresarial, acabamos por dar um tiro no pé de tanta preocupação em cumprir prazos, preencher planilhas, organizar agenda, fazer lista de tarefas, responder e-mails, participar de reuniões e principalmente prestar contas formalmente. E não tem jeito. Ou você se enquadra, ou dança.
Aí fico pensando na atitude de Jesus ao criticar todo o sistema. Parece que não preocupou-se tanto com a carreira rabínica e com a eficácia de “transformar” as coisas de dentro pra fora. Ele simplesmente apertou o botão do “foda-se”, disse o que precisava ser dito e fez o que precisava ser feito. Virou as costas pra “unidade”, mesmo tendo afirmado que, embora as práticas tornaram-se nulas, o ensino farisaico ainda estava correto.
Imagine um homem que tem grandes inimigos em potencial, capazes de lhe causar muitas dores. Para prevenir-se contra todo sofrimento, julgou ser prudente traze-los para perto de si, em seu círculo de relacionamento. Através de uma amizade sincera, evitaria com que as ações destas pessoas pudessem se tornar destrutivas a ponto de atingí-lo. Teoricamente a intenção está absolutamente correta. Mas não seria esta atitude mais uma maneira intencional de exercer controle sobre as situações?
Ainda tento entender como é possível conviver com esta dualidade de possuírmos um espírito livre e ao mesmo tempo sermos escravos uns dos outros. Às vezes penso que a expressão “escravos uns dos outros” na verdade seja uma metáfora para fugirmos de toda forma de controle e ao mesmo tempo nos submetermos a todos os que não tentem nos controlar. O difícil é discernir a verdadeira sinceridade.
Enquanto as coisas não se esclarecem, vou criar uma listinha de 10 coisas importantes a se fazer para sobreviver:
- Concentre-se em Deus. Ele é mais importante que as pessoas.
- Preocupe-se com as pessoas. Elas são mais importantes que as instituições.
- Preocupe-se com si mesmo. Se não estiver bem, não vai prestar pra nada.
- Insista em amar as pessoas verdadeiramente. Isto é um exercício mais difícil que musculação.
- Converse com as pessoas que não esperam sua atenção. Principalmente os invisíveis (tipo mendigos).
- Divida tudo. Sem excessões. Dê 50 reais pro vigia do carro. Chame alguém na rua para lanchar.
- Desista de ter resposta para todas as perguntas. Entenda a importância de dizer “não sei”.
- Beba devagar. Sinta sua vida medíocre em cada gole.
- Seja grato.
- Aprenda a andar com o botão do “foda-se” apertado. Às vezes funciona bem.
Para não morrer de tédio
Vejo as pessoas cansadas e exaustas. Mas não as consigo compreender. Como pessoas podem permitir a si mesmas dominar-se pelas fadigas da vida? Hoje tenho 30 anos. Mas ainda vivo na angústia infantil do “mais”. Como uma criança que aproveita cada momento sem preocupar-se com o amanhã. Fazendo questão muitas vezes de apagar da memória o ontem, afinal ele já não existe mais. Parece que esqueceram de me avisar quando estarei velho. Quando devo começar a me preocupar com as futilidades desta vida. No momento não tenho tempo e nem estômago para isto.
Minha angústia é provocada pelas coisas deste sistema repetitivo. Entra e sai semana, sempre a mesma coisa. Rotina. Odeio isso. Eu seria um sério candidato ao suicídio, caso isto fizesse sentido, parecesse divertido ou achasse que tenho direitos sobre minha existência. Se eu morasse na Europa, encheria a cara com álcool e acenderia um cigarro na igreja. E fingiríamos que tudo está bem.
Minha angústia é por que embora meu corpo esteja cansado das atividades rotineiras a que estou submetido, me sinto como o viciado que luta para abster-se de seu vício. Preciso de emoção diária. Preciso de mais.
Peço encarecidamente que os super-crentes guardem para si os conselhos do tipo “no Senhor há alívio para sua angústia”. Claro que eu sei disto. Mas se a responsabilidade de me entorpecer fosse exclusivamente divina, “Eles” já teriam me levado daqui. Mas se permaneço neste estado de não-morte, deve haver propósitos provisoriamente obscuros. Quem sabe seja chamar a SUA atenção para a responsabilidade que tem em aliviar o meu tédio? Quem sabe há algo mais divertido ali à frente. Adoro o jeito que “Eles” fazem as coisas. Com certeza sabem se divertir ao extremo.
Aliás, preciso me divertir também. Perder a rotina que a ditadura dos compromissos obrigou meu relógio biológico a se acostumar. Quem sabe um violão, uma fogueira e pessoas estranhas, com suas conversas estranhas. Talvez problemas novos, diferentes da nossa burocracia usual.
Tenho saudades das pessoas de verdade, com problemas de verdade. Aqueles que, embora eventualmente compartilhem seus problemas, não esperam que nós resolvamos nada.
Compreendo a compulsão do viciado. Entendo o tamanho de sua busca e o espaço a ser preenchido em si mesmo. Cocaína, maconha, crack… qual a diferença? Intensidades diferentes para anestesiar a mesma dor.
Meu humor muitas vezes oscila entre euforia intensa e tédio depressivo e mortal. Só que parece que estou à parte de mim mesmo. Olho para todos estes sentimentos e ainda consigo achar graça nisso tudo.
Pra não morrer de tédio, que tal derramarmos um pouco do próprio sangue em favor dos outros?
Que tal gastarmos todo nosso dinheiro e tempo com os interesses de completos estranhos?
Que você acha de dedicar uma vida toda à busca das pessoas de verdade?
Eu sei que existe mais além do nosso mundo “cristão”. Há pessoas desesperadas, vivendo angústias inferiores às nossas. Nem precisamos fingir que está tudo bem. Afinal, nem sempre está. Deveríamos aplicar mais ênfase em nossa esperança de que NO FINAL, tudo dará certo. Por enquanto, podemos nos despir completamente de nossas certezas para que outros se identifiquem com nossa humanidade. Podemos rir juntos. E de vez em quando chorar, só pra variar.
Você já viu uma pessoa de verdade hoje?

Mentiram pra você a vida inteira
Disseram pra você que era preciso ser um bom menino, caso contrário você não iria entrar no céu. Disseram que se dedicar aos estudos era importante e que seu futuro dependia disto. Disseram que você precisava ser referência entre os alunos… do pré-primário à universidade. Disseram que era preciso ser uma boa pessoa. Que deveríamos pensar no “próximo”, ajudar os pobres e doar cobertores no inverno. Disseram que Deus se agrada da nossa adoração… só se esqueceram de dizer que toda essa baderna repetitiva que fazemos não é adoração. Disseram que a prosperidade era sinal de que a mão de Deus está a nosso favor. Disseram que Deus queria nos fazer ricos e bem sucedidos. Disseram que seríamos felizes… basta continuarmos trabalhando calados.
Mentiram para nós por toda nossa miserável vida. Mentiras em cima de mentiras. Mentiram na escola quando disseram que o heliocentrismo substituiu o geocentrismo. Tudo isso é besteira pura! A verdade é que nem o sol e nem a terra jamais foram o centro do universo. O verdadeiro centro sempre foi o umbigo do ser humano. Creio em uma teoria umbigocentrista.
Enquanto tudo aparentemente aponta para o interesse coletivo, na realidade quase sempre possui motivações umbigocêntricas. Queremos encher nosso ventre, alimentando nossos interesses antes de qualquer coisa. Ou então queremos aliviar nosso ventre, expelindo nossas desgraças pelo caminho.
Não alimento a ilusão de que o cristianismo seja a resolução definitiva e instantânea de nossos problemas. A verdade nos liberta à medida que revela nossa natureza. E nos transforma à medida que nos faz menos dependentes da obediência ao nosso próprio umbigo. Então, uma vez no caminho que leva ao Reino, deveria ser natural que nos despojássemos de nossas hipocrisias e mentiras umbigocêntricas. Afinal, não há problemas em ser imperfeito. Problema mesmo é fingir que está tudo bem. Problema é replicar o ensino de que santidade está mais para “uma virtude” do que para “um caminho”.
Estou cansado de mentiras. Quero minha liberdade de volta. Quero me despir de toda aparência moral, para que o verdadeiro EU possa ser liberto do poder umbigocêntrico.
Adestramento cristão
Crente é um bicho estranho. Você grita “AMÉM?” e ele responde gritando o mesmo. Se perguntar pela segunda vez, ele responderá mais alto. Se no meio do louvor você gritar “pule na presença do Senhorrrrrrrr”, então eles pulam. Se você dançar de modo estranho, verá correspondência imediata nas pessoas.
Sua linguagem é facilmente influenciável por jargões. Basta pegar qualquer expressão bíblica cujo significado seja obscuro para a maioria, e pronto! Também colam as expressões inventadas que possuem aparência de espiritual, como por exemplo “ato profético”. Difícil de crer que nem existe esta expressão na Bíblia né?
Facilmente também estereotipamos outras coisas que fazem do crente um ser quase alienígena: os lugares que frequenta, o conteúdo de suas conversas e a aversão às coisas “do mundo”.
Pena quem os crentes não são condicionados a obedecer a todo tipo de “comando”. Parece que o adestramento a que foram submetidos possui limitações. Nem todos aceitam sugestionamentos que os levem a renunciar a seus interesses; ou dividirem suas posses com os necessitados; ou mesmo disponibilizar tempo para aqueles que estão abandonados em asilos, orfanatos e nas ruas.
Ah… antes que eu me esqueça, quero deixar claro que amo os crentes. E exatamente por ser um deles é que me incomodo tanto com estas coisas incompreensíveis que aceitamos passivamente em nossa conduta.
Quem tem medo de agulha?
Participamos de uma campanha para doação de sangue no último fim de semana. Foi no mínimo divertido. Apenas dois de nós conseguiram de fato encarar a agulhada. Os outros ou fugiram ou foram reprovados pela triagem médica. Eu fui reprovado por ter tatuagens com menos de 1 ano. Foi engraçado ver quem passou mal. Como sempre, tudo é diversão. Também inventamos altas piadinhas sobre os motivos pelos quais fomos reprovados. Tipo:
- Quantos parceiros sexuais você teve nos últimos 6 meses?
- Quantos dias tem em seis meses?
- Mais de 180.
- Hum… então… zero parceiros!
- Você foi reprovado pela piadinha.
No final do ano passado, me senti animado com a volta do Gustavo ao Brasil. O desejo do meu coração era virar esta cidade de cabeça pra baixo. Pois o Gusóide (como é chamado pelos amigos) está de volta há cerca de 2 meses e então estamos sendo confrontados com a realidade do dia a dia.
Estamos realizando planos para levar o Manifesto (nossa querida igreja) a viver loucuras que, continuando neste ritmo, jamais iria sequer experimentar. O desafio é bom. É caro. Arriscado. Mas não deixa de ser desejável.
Tenho meditado sobre a tal agulha da doação de sangue. Você já viu aquela agulha? É da grossura de uma carga de caneta Bic. Não há como condenar os que morreram de medo dela.
Em todo grupo de pessoas, vamos encontrar aqueles que fogem da agulhada. Também encontraremos aqueles que, embora submetam-se aos exames médicos, torcem para serem reprovados. Há o grupo dos que encaram o desafio, mas viram o rosto para o lado, na tentativa de não ver a carne sendo brutalmente perfurada. Mas o grupo que realmente interessa ao se planejar uma revolução, são aqueles que, independente de seu conforto, encaram a agulha de frente. Se alguém tem que se doar (mesmo que isto seja literal), estes são os primeiros a se oferecer.
Como podemos contar com aqueles que ainda não compreenderam que nosso chamado é perder voluntariamente para que outros possam experimentar da vitória de Cristo? Quanto custa isto? Tudo!
Depois que tudo termina, concluímos que a tal agulhada era desafiadora, mas não doía absolutamente nada. Nosso medo é que nos limitava.
“Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez”. (Jean Cocteau)
Que venha a perseguição!
Bom mesmo é quando a igreja é perseguida a ponto de não poder alugar um prédio. Pra começar não ficamos preocupados durante todo o mês com a arrecadação de dízimos e ofertas. Não haveriam despesas fixas tão asfixiantes. Não seria preciso usar Malaquias fora de contexto para forçar as pessoas a ofertarem por medo do devorador.
Não incomodaríamos nossos vizinhos com os ensaios do louvor. Não teríamos a “dona Maria” reclamando todos os sábados a noite do barulho bem na hora do Jornal Nacional. E o pior é que eles tem razão em reclamar. “Graças a Deus” eu não moro vizinho de minha própria igreja. Deve ser muito bom poder louvar a Deus apenas com sussurros. Não sei se a maioria das pessoas já parou para imaginar que isso é totalmente possível.
Bom mesmo é quando não precisamos investir em decoração e multimídia valores exorbitantes e muitas vezes superiores ao que gastamos com pessoas. É muito bom quando precisamos que cada um traga uma cadeira de casa. É muito bom quando somos poucos e não é necessário ar-condicionado. Basta ligar um ventilador, ou mudar o culto para outro local mais fresco.
Bom mesmo é quando não podemos pagar a ninguém para ficar por conta do “rebanho”. Todos compartilhariam da responsabilidade de cuidar de seus irmãos. E se algum irmão for “separado” para a dedicação exclusiva no ministério, poderíamos compartilhar com ele apenas suas necessidades básicas e na medida de nossas possibilidades. Cada prato de comida teria um sabor especial para quem o recebe. Seria muito diferente de poder comprar sua própria comida. Servir ao ministério seria de fato um ato de renúncia.
Bom é quando não podemos usar microfones e, então, precisamos falar do evangelho no mesmo volume dos ouvintes. Então a pregação se torna viva e participativa. Acabam-se as circunstâncias em que ficamos horas e horas seguidas ouvindo alguém falar de cima de um palco. Se não conseguimos prestar atenção em quem berra num microfone, é por que o assunto deve ser realmente desinteressante. Mas por que será que preferimos culpar as pessoas ou o “espírito de distração” por nossa irrelevância?
Bom é quando nossa casa não pode ser referência de reunião, sob risco de sermos presos. Bom é quando nossa vida não pode se tornar referência de conduta, sob risco de sermos mortos. Fica tão mais fácil discernir quem é ou não discípulo de Jesus. Poucos se arriscariam fingindo ser crente sob o risco constante de ser perseguido. Não seria necessário gastar palavras em pregações combatendo a religiosidade do povo.
Bom mesmo é ser crente em países muçulmanos.
Eu disse que estas coisas todas são boas. Não disse que eram fáceis!