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	<title>ARIOVALDO.com.br &#187; Profeta</title>
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	<description>Tentando viver de modo digno, até encontrar uma morte digna.</description>
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		<title>A igreja emergente em que creio</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um certo momento de minha caminhada com Cristo, me senti como um náufrago, sozinho em um pequeno bote com um par de remos, bem no meio de um oceano aparentemente infinito em que não dá para enxergar terra olhando para lado algum. O que fazer então se a lógica diz que não há esperança? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um certo momento de minha caminhada com Cristo, me senti como um náufrago, sozinho em um pequeno bote com um par de remos, bem no meio de um oceano aparentemente infinito em que não dá para enxergar terra olhando para lado algum. O que fazer então se a lógica diz que não há esperança? Este é o relato de onde minha vida se cruzou com o movimento emergente.<span id="more-908"></span></p>
<p>Voltando à solidão do alto mar, resolvi escolher aleatoriamente uma direção e remar incessantemente. Era preciso crer que o silêncio de Deus sempre fez parte de seus desígnios. E assim foram os anos seguintes&#8230; esforço e busca pelo desconhecido. Até que finalmente pude avistar terra seca e desejá-la. Porém, quanto mais me aproximava, mais a voz de Deus sussurava novamente em meus ouvidos; até que pude compreendê-la claramente. Dizia o Senhor que tudo aquilo que eu avistara era bom; <strong>mas não era para mim</strong>. O caminho de Deus para alguns de nós é &#8220;pro outro lado&#8221;.</p>
<p>Muitos perguntam como posso falar tanto sobre chamado e convicção, sendo que não sei explicar ao certo como é o lugar para onde estou caminhando. E a resposta é que na verdade isso não é importante. O que realmente importa é se prosseguimos em caminhar dia após dia NA DIREÇÃO E SENTIDO CORRETOS. Não preciso mais ver o que me espera; pois sei que Deus não se engana.</p>
<p>Então tenho lutado para viver de maneira a compreender o que de bom está emergindo em nossa geração. E assim como na música POP, sempre é possível encontrar algumas coisas boas e muitas coisas terríveis.</p>
<p>Dentre as coisas boas, posso citar a ousadia em questionar aspectos doentios da eclesiologia moderna. O mundo clama por cristãos que vivam debaixo de um discurso coerente e transparente. Estes são verdadeiros profetas pós-modernos. O povo morre por que nós desperdiçamos nosso tempo e dinheiro com empreendimentos que visam garantir a sobrevivência estrutural; como se isso realmente fosse importante. Mas, graças a Deus, um remanescente tem sido levantado, para em pequenas ações, repensar e reviver as verdades eternas do Reino. E este novo vinho, tem tudo para ser uma safra excelente.</p>
<p>Mas nem tudo são flores. Pois nunca na história se viu tamanha decepção com a igreja de Cristo no meio dos que se dizem &#8220;cristãos&#8221;. Discursos inflamados movem céus e terra para promover confronto com os velhos paradigmas, porém nada acrescentam no sentido de reformar e salvar as igrejas que trouxeram o evangelho até nossa geração. Rompemos com o mandamento de Deuteronônio 19:14, que nos proíbe de remover os marcos de nossos antepassados; mas em nossa ganância, diluímos os conceitos de obediência, submissão voluntária, sobriedade e liberdade.</p>
<p>Também as instituições para-eclesiásticas estão novamente na moda. É o círculo da desestruturação das igrejas se fechando na América Latina, assim como já aconteceu no século passado nos Estados Unidos. Com a desculpa de promover o necessário, os fundamentos da fé estão sendo diluídos. Somos uma geração de pseudo-cristãos, preferencialmente ligados a movimentos e sutilmente desligados do corpo de Cristo. Perdemos o privilégio de nossos antepassados de, através dos movimentos (antigamente chamados de &#8220;avivamentos&#8221;), promover a ressureição do chamado da única organização social que representa a Cristo e seu evangelho. Todo o resto, definitivamente passará.</p>
<p>Acredito em igrejas emergentes por que há idoneidade em muitos que Deus tem levantado. Pessoas que, independente da aparências e glamour pós-moderno, estão dedicando suas vidas a criar pontes entre as igrejas estabelecidas e as que serão plantadas. Estas pontes proporcionarão oportunidades de que o evangelho continue a transformar pessoas em todos os lugares, emergindo em meio ao caos e à cultura.</p>
<p>Acredito em igrejas emergentes por que elas serão as únicas capazes de criar pontes entre o antigo e o novo. Acredito por que a Igreja de Cristo é sempre emergente; pois quando e onde menos se espera, emergem graça e vida, para continuar a propagação da mensagem da salvação e da família de Deus que vive verdadeiramente junta, não apenas na conveniência de seus interesses, mas principalmente nos confrontos diários do bom e velho discipulado.</p>
<p>Esta é a igreja emergente em que creio.<br />
Mesmo não sabendo como serão os demais detalhes de sua aparência.<br />
Mas&#8230; quem liga para aparência?</p>
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		<title>Um remédio chamado hipocrisia</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 01:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[João Batista era um tipo de profeta enfático e duro com as palavras. E tais palavras, obviamente, incomodavam e despertavam 3 tipos de reações. Indiferença, ódio e arrependimento. Curiosamente não há muitas referências aos indiferentes na narrativa dos evangelhos. Estes eram considerados simplesmente como &#8220;as ovelhas perdidas da casa de Israel&#8221;. Já os que odiavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João Batista era um tipo de profeta enfático e duro com as palavras. E tais palavras, obviamente, incomodavam e despertavam 3 tipos de reações. Indiferença, ódio e arrependimento. Curiosamente não há muitas referências aos indiferentes na narrativa dos evangelhos. Estes eram considerados simplesmente como &#8220;as ovelhas perdidas da casa de Israel&#8221;. Já os que odiavam os discursos do profeta, ah&#8230; estes possuem participação ativa na história; e possuem um lugar &#8220;bem quentinho&#8221; reservado na eternidade. Mas o grupo que mais se assemelha aos cristãos do presente século é o terceiro tipo. Pessoas arrependidas&#8230; que podem não ser necessariamente salvas.<span id="more-880"></span></p>
<p>A expressão utilizada por João para confrontar a tais pessoas era &#8220;raça de víboras&#8221;. Particularmente considero esta expressão muito mais dura do que o &#8220;idiota&#8221; que usei recentemente em alguns textos e, por isso, recebi trocentas mensagens de repúdio ao meu linguajar. Mas voltando ao assunto&#8230; parece que o texto bíblico não se importa com a dureza do profeta. Afinal, todo aquele povo não passava de um bando de cobras. Bicho bonitinho&#8230; e traiçoeiro.</p>
<p>O motivo pelo qual os arrependidos daquela época foram confrontados é bem simples. Faziam questão de batizar-se mediante a confissão de seus pecados. E, voltando à realidade de suas vidas egoístas e totalmente longe dos preceitos da justiça de Deus, necessitavam retornar ao rio Jordão para novamente serem batizados mediante a demonstração de arrependimento.</p>
<p>Como João Batista não era besta, ferozmente alertou àquelas pessoas que a única maneira de fugirem definitivamente da ira vindoura era PRODUZINDO FRUTOS DIGNOS DE ARREPENDIMENTO.</p>
<p>E eis a questão que continua a soar como condenação a toda uma geração.</p>
<p>Mudamos a figura do profeta pelo pastor do domingo. E semana após semana, o arrependido recebe a oração em um momento de grande contrição. Pena que, devido à ausência dos frutos de arrependimento, nem o infinito de orações de fim de culto serão capazes de transformar este pecador safado em um pecador genuinamente salvo.</p>
<p>E, obviamente, se temos que lidar com uma geração contaminada com tais preceitos, quem serãos os responsáveis senão nós mesmos que semeamos as devidas sementes equivocadas?</p>
<p>Somos os mestres em ouvir discursos maravilhosos, concedidos aos nossos ouvidos através das palavras de tantos homens em nossa geração. E como as coisas mudaram! Há dúzias de bons cristãos, gritando a verdade das mais diversas maneiras.</p>
<p>Mas preferimos continuar em nossa caminhada mesquinha e egoísta. Passando na drogaria mais próxima antes de cada momento de confronto; adquirindo e se entorpecendo com o remédio chamado hipocrisia. Pois só assim conseguiremos aplaudir aos homens de Deus; e em seguida voltarmos aos nossos próprios interesses.</p>
<p>Pregadores da minha geração&#8230; gritem!<br />
Cristãos genuínos que ainda respiram&#8230; procurem uma maneira da verdade transformar-se em FRUTOS DIGNOS.</p>
<p>É nossa responsabilidade.</p>
<p><strong>&#8220;Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.&#8221; (Tiago 2:18)</strong></p>
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		<title>Liberdade relativa</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 12:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoas são definidas por suas concepções do que vem a ser liberdade. Por isso, compreender o conceito alheio é tão importante em minha opinião. Conhecer opiniões é a melhor maneira de conhecer as pessoas integralmente. E partir para um momento de confronto de idéias, invariavelmente é o que nos transforma em pessoas melhores. Não pretendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoas são definidas por suas concepções do que vem a ser liberdade. Por isso, compreender o conceito alheio é tão importante em minha opinião. Conhecer opiniões é a melhor maneira de conhecer as pessoas integralmente. E partir para um momento de confronto de idéias, invariavelmente é o que nos transforma em pessoas melhores.<span id="more-831"></span></p>
<p>Não pretendo expor detalhes sobre meus pontos de vista neste momento. Entendo que faço isso o tempo inteiro&#8230; desde os não-motivos pelos quais sou corinthiano, às minhas convicções bíblicas mais fundamentadas. Gostaria de propor idéias absurdas, numa tentativa de relativizar o que vem a ser liberdade.</p>
<p>Pra começar, imagine o velho jardim do Éden, segundo a bíblia, habitação do primeiro homem e de sua mulher nos primórdios da humanidade. Tenho plena convicção de que a maioria esmagadora das pessoas idealiza uma imagem muito semelhante de tal jardim. Pois tentemos olhar para os fatos de um ponto de vista diferente. O jardim era como um bordel. Sexo rolando em todo e qualquer lugar. Adão era um cara atacado. Traçava todas as mulheres do local. E sua mulher também não ficava atrás. Entregava-se com prazer ao primeiro homem que passasse em sua frente. Deus fazia vistorias periódicas ao final do dia, embora na verdade ele estava de olho em tudo, numa espécie de pay-per-view do Big Brother. E homem e mulher eram seres livres. Sem o peso (e a possibilidade) de compararem indivíduos, estavam livres e plenamente satisfeitos com o que tinham. Esta liberdade é suficiente para você?</p>
<p>Passemos a outro assunto bem interessante. Posso eu, enquanto cristão, consumir bebidas alcoólicas? Creio que esta discussão rende muitas controvérsias. Mas para relativizarmos o assunto de maneira definitiva, que tal falarmos sobre o consumo da maconha?</p>
<p>Posso eu, enquanto cristão, enquanto salvo, enquanto pastor&#8230; ser um consumidor de maconha? Sejamos diretos: o que a  bíblia diz explicitamente sobre o assunto? Pra começar, não há uma referência sequer direcionada ao consumo de produtos fumígeros. Mas há uma quantidade significativa de instruções no Novo Testamento em favor de não destruírmos a nós mesmos. Porém, o conceito de destruir-se pode ser estendido a tudo aquilo pode causar dano a nossa saúde. Da Coca Cola gelada que bebemos diariamente&#8230; passando pelo consumo excessivo de carne vermelha&#8230; e chegando finalmente na abstensão de determinados alimentos (que nos prejudica pela falta de determinados nutrientes).</p>
<p>Afinal, é PERMITIDO ou não que um cristão consuma maconha?</p>
<p>Claro que sim! A liberdade conquistada na cruz nos garante o direito de fazer todas as coisas. Porém, o apóstolo Paulo enfatiza o quanto PODER não significa DEVER. Somos livres inclusive para pecar. Mas não devemos. Algumas coisas não valem a pena. E liberdade nada tem a ver com fazer, mas simplesmente como compreender que a possibilidade e responsabilidade moral de errar existe.</p>
<p>Exijo o meu direito de consumir entorpecentes. Para que eu possa, no auge da concepção da liberdade em Cristo, renunciar. Quero o direito de fumar cigarros, para evitá-los. Quero poder beber livremente, para nunca exagerar.</p>
<p>E aqueles que não vivem em plena liberdade por não possuírem conceitos esclarecidos sobre o que é PODER e o que vem a ser CONVENIENTE, estes serão recebidos no convívio da Igreja sem pré-julgamentos.</p>
<p>Apenas quem vive em plena liberdade é capaz de amar incondicionalmente a outros. Apenas quem aprendeu a ser livre, será capaz de ajudar outros a encontrarem o único CAMINHO para a verdadeira liberdade.</p>
<p>Esta liberdade é suficiente para você?</p>
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		<title>O pastor e o caixa dois</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 13:42:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Era uma vez um pastor que sentia em seu coração que era necessário investir um pouco mais em estrutura no local onde sua congregação se reunia semanalmente. Então ele procurou seus companheiros co-pastores e compartilhou suas angústias. Num ato inesperado de fé, muitas idéias de planejamentos de curto prazo rapidamente encheram uma folha de papel. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era uma vez um pastor que sentia em seu coração que era necessário investir um pouco mais em estrutura no local onde sua congregação se reunia semanalmente. Então ele procurou seus companheiros co-pastores e compartilhou suas angústias. Num ato inesperado de fé, muitas idéias de planejamentos de curto prazo rapidamente encheram uma folha de papel. Porém nem todas as letras escritas foram suficientes para animar aos demais membros da igreja, pois estes se cansaram de ver planos que jamais se tornaram realidade.</p>
<p>Tentando mudar esta realidade, os pastores procuraram apoio para seus planos mirabolantes junto à sua denominação. Quem sabe encontrariam algum &#8220;toddy&#8221; destinado a investimentos para melhorar a vida das pessoas. Porém, foram informados pelo departamento financeiro que suas possibilidades de arrecadação são o limite do risco que estão autorizados a correr. O plano de reestruturação da forma da igreja nem sequer foi olhado, pois afinal, o que pode um plano contra os números?</p>
<p>Para que pudessem viabilizar um financiamento dos investimentos estruturais junto à sua denominação, foi proposto que um dos pastores se tornasse fiador da dívida pessoalmente. A proposta inicialmente pareceu razoável, já que as finanças pessoais de todos os que estão realmente envolvidos com o ministério, costumam estar sempre à disposição da coletividade. É quase a materialização da utopia de Atos 2:42.</p>
<p>Após preencher várias promissórias (que todos sabem que com certeza serão executadas em caso de não pagamento), o financiamento foi autorizado. E os pastores passaram a colocar em prática todos os sonhos que Deus havia dado. Milagrosamente, o ânimo foi aceso na vida daqueles que estavam mais apáticos. Um verdadeiro milagre aconteceu.</p>
<p>Às custas de uma série de atividades paralelas desenvolvidas dentro do local onde a Igreja se reúne, os pastores conseguiram mês após mês honrar os compromissos financeiros assumidos no financiamento. Foi criada uma administração financeira paralela à arrecadação do gasofilácio, com propósito específico de custear a dívida assumida. E tudo ia muito bem.</p>
<p>Só que um dia, em meio a uma tempestade de pensamentos desordenados, um dos pastores se perguntou:</p>
<p>- Por que, à semelhança da Universal do Reino de Deus, a maioria das denominações incentivam seus pastores a fazer caixa dois?</p>
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		<title>Construção de um banheiro</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 12:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos construindo um banheiro com nossas próprias mãos no novo prédio do Manifesto. E isto é algo incrivelmente estranho. Até podíamos sobreviver sem este segundo banheiro. As mulheres iriam sofrer um pouco, mas ainda sim não seria inviavel nossa mudança para este novo prédio. Mas achamos que seria conveniente mudarmos de endereço já com toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos construindo um banheiro com nossas próprias mãos no novo prédio do Manifesto. E isto é algo incrivelmente estranho. Até podíamos sobreviver sem este segundo banheiro. As mulheres iriam sofrer um pouco, mas ainda sim não seria inviavel nossa mudança para este novo prédio. Mas achamos que seria conveniente mudarmos de endereço já com toda a estrutura física acabada (ou pelo menos em andamento).</p>
<p>Num ato de fé extrema, informei a alguns que nós mesmos faríamos o banheiro. E me surpreendi com a reação de todos os envolvidos. Embora alguns suspiraram de deboche, aqueles que chamei para ajudar nesta empreitada, imediatamente aceitaram o desafio.</p>
<p>A construção está indo muito bem. Fizemos tudo muito bem. Superou minhas expectativas.</p>
<p>Mas o que me deixa mais feliz é considerar a motivação de cada um envolvido no trabalho. Principalmente quando se trata de tanto trabalho para acomodar as fezes das pessoas.</p>
<p>Nosso esforço é por que nos preocupamos com as pessoas de verdade. Elas possuem problemas de verdade. E o banheiro é um local onde apenas as pessoas de verdade são bem vindas. Toda a aparência, toda a pompa e imagem que é criada em torno das pessoas de mentira, isto torna-se irrelevante neste local.</p>
<p>Um evangelho de verdade só encontra espaço em um coração verdadeiro.</p>
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		<title>Quem tem medo de agulha?</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 14:15:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Participamos de uma campanha para doação de sangue no último fim de semana. Foi no mínimo divertido. Apenas dois de nós conseguiram de fato encarar a agulhada. Os outros ou fugiram ou foram reprovados pela triagem médica. Eu fui reprovado por ter tatuagens com menos de 1 ano. Foi engraçado ver quem passou mal. Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Participamos de uma campanha para doação de sangue no último fim de semana. Foi no mínimo divertido. Apenas dois de nós conseguiram de fato encarar a agulhada. Os outros ou fugiram ou foram reprovados pela triagem médica. Eu fui reprovado por ter tatuagens com menos de 1 ano. Foi engraçado ver quem passou mal. Como sempre, tudo é diversão. Também inventamos altas piadinhas sobre os motivos pelos quais fomos reprovados. Tipo:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>- Quantos parceiros sexuais você teve nos últimos 6 meses?<br />
- Quantos dias tem em seis meses?<br />
- Mais de 180.<br />
- Hum&#8230; então&#8230; zero parceiros!<br />
- Você foi reprovado pela piadinha.</em></p>
<p><img class="size-full wp-image-546 alignleft" style="margin: 10px;" src="http://www.ariovaldo.com.br/wp-content/uploads/2009/06/radiografia_sangue.jpg" alt="" width="159" height="146" />No final do ano passado, me senti animado com a volta do Gustavo ao Brasil. O desejo do meu coração era virar esta cidade de cabeça pra baixo. Pois o Gusóide (como é chamado pelos amigos) está de volta há cerca de 2 meses e então estamos sendo confrontados com a realidade do dia a dia.</p>
<p>Estamos realizando planos para levar o Manifesto (nossa querida igreja) a viver loucuras que, continuando neste ritmo, jamais iria sequer experimentar. O desafio é bom. É caro. Arriscado. Mas não deixa de ser desejável.</p>
<p>Tenho meditado sobre a tal agulha da doação de sangue. Você já viu aquela agulha? É da grossura de uma carga de caneta Bic. Não há como condenar os que morreram de medo dela.</p>
<p>Em todo grupo de pessoas, vamos encontrar aqueles que fogem da agulhada. Também encontraremos aqueles que, embora submetam-se aos exames médicos, torcem para serem reprovados. Há o grupo dos que encaram o desafio, mas viram o rosto para o lado, na tentativa de não ver a carne sendo brutalmente perfurada. Mas o grupo que realmente interessa ao se planejar uma revolução, são aqueles que, independente de seu conforto, encaram a agulha de frente. Se alguém tem que se doar (mesmo que isto seja literal), estes são os primeiros a se oferecer.</p>
<p>Como podemos contar com aqueles que ainda não compreenderam que nosso chamado é perder voluntariamente para que outros possam experimentar da vitória de Cristo? Quanto custa isto? Tudo!</p>
<p>Depois que tudo termina, concluímos que a tal agulhada era desafiadora, mas não doía absolutamente nada. Nosso medo é que nos limitava.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em><span style="color: #ff0000;">&#8220;Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez&#8221;. (Jean Cocteau)</span></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Que venha a perseguição!</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 13:36:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bom mesmo é quando a igreja é perseguida a ponto de não poder alugar um prédio. Pra começar não ficamos preocupados durante todo o mês com a arrecadação de dízimos e ofertas. Não haveriam despesas fixas tão asfixiantes. Não seria preciso usar Malaquias fora de contexto para forçar as pessoas a ofertarem por medo do devorador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom mesmo é quando a igreja é perseguida a ponto de não poder alugar um prédio. Pra começar não ficamos preocupados durante todo o mês com a arrecadação de dízimos e ofertas. Não haveriam despesas fixas tão asfixiantes. Não seria preciso usar Malaquias fora de contexto para forçar as pessoas a ofertarem por medo do devorador.</p>
<p>Não incomodaríamos nossos vizinhos com os ensaios do louvor. Não teríamos a &#8220;dona Maria&#8221; reclamando todos os sábados a noite do barulho bem na hora do Jornal Nacional. E o pior é que eles tem razão em reclamar. &#8220;Graças a Deus&#8221; eu não moro vizinho de minha própria igreja. Deve ser muito bom poder louvar a Deus apenas com sussurros. Não sei se a maioria das pessoas já parou para imaginar que isso é totalmente possível.</p>
<p>Bom mesmo é quando não precisamos investir em decoração e multimídia valores exorbitantes e muitas vezes superiores ao que gastamos com pessoas. É muito bom quando precisamos que cada um traga uma cadeira de casa. É muito bom quando somos poucos e não é necessário ar-condicionado. Basta ligar um ventilador, ou mudar o culto para outro local mais fresco.</p>
<p>Bom mesmo é quando não podemos pagar a ninguém para ficar por conta do &#8220;rebanho&#8221;. Todos compartilhariam da responsabilidade de cuidar de seus irmãos. E se algum irmão for &#8220;separado&#8221; para a dedicação exclusiva no ministério, poderíamos compartilhar com ele apenas suas necessidades básicas e na medida de nossas possibilidades. Cada prato de comida teria um sabor especial para quem o recebe. Seria muito diferente de poder comprar sua própria comida. Servir ao ministério seria de fato um ato de renúncia.</p>
<p>Bom é quando não podemos usar microfones e, então, precisamos falar do evangelho no mesmo volume dos ouvintes. Então a pregação se torna viva e participativa. Acabam-se as circunstâncias em que ficamos horas e horas seguidas ouvindo alguém falar de cima de um palco. Se não conseguimos prestar atenção em quem berra num microfone, é por que o assunto deve ser realmente desinteressante. Mas por que será que preferimos culpar as pessoas ou o &#8220;espírito de distração&#8221; por nossa irrelevância?</p>
<p>Bom é quando nossa casa não pode ser referência de reunião, sob risco de sermos presos. Bom é quando nossa vida não pode se tornar referência de conduta, sob risco de sermos mortos. Fica tão mais fácil discernir quem é ou não discípulo de Jesus. Poucos se arriscariam fingindo ser crente sob o risco constante de ser perseguido. Não seria necessário gastar palavras em pregações combatendo a religiosidade do povo.</p>
<p>Bom mesmo é ser crente em países muçulmanos.</p>
<p>Eu disse que estas coisas todas são boas. Não disse que eram fáceis!</p>
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		<title>Inscrições abertas para escrever seu nome na história!</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 19:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Citações]]></category>
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		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
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		<category><![CDATA[Subversão]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de ler um artigo sobre a retórica de Lutero no blog Bacia da Almas, fiquei curioso sobre como seria possível deixar marcas relevantes na história, assim como Lutero o fez. Naquele tempo, bastava ter alguma grande idéia, ousada ao ponto de ser considerada inédita. Depois gastava-se alguns anos debatendo com os opositores que surgiam. Caso suas contribuições e argumentações tivessem sido vitoriosas (tá, eu sei que isso não faz sentido...), então estariam "no ponto" para serem eternizadas e se tornarem dignas de citações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ler um artigo sobre a retórica de Lutero no blog <a title="História Universal do Sarcasmo de Lutero" href="http://www.baciadasalmas.com/2009/historia-universal-do-sarcasmo-de-lutero/" target="_blank">Bacia da Almas</a>, fiquei curioso sobre como seria possível deixar marcas relevantes na história, assim como Lutero o fez. Naquele tempo, bastava ter alguma grande idéia, ousada ao ponto de ser considerada inédita. Depois gastava-se alguns anos debatendo com os opositores que surgiam. Caso suas contribuições e argumentações tivessem sido vitoriosas (tá, eu sei que isso não faz sentido&#8230;), então estariam &#8220;no ponto&#8221; para serem eternizadas e se tornarem dignas de citações.</p>
<p>Obviamente não desconheço a retórica e sua eficácia na defesa de argumentos. Porém meu intuito jamais foi apresentar conceitos dignos de reprodução. Prefiro afirmar que não estou de nenhum dos lados na discussão humanista sobre a profundidade do evangelho.</p>
<p>Me sinto com o saco cheio daqueles que são apenas teóricos da revolução. Há centenas de blogs que estão se tornando &#8220;cult&#8221; apenas difundindo conceitos baseados em pontos de vista, mas dificilmente encontra-se alguém que está &#8220;pegando em armas&#8221;. Não há muita novidade nas idéias apresentadas. Tudo é pura repetição e aglutinação de conceitos formatados por outros pensadores em alguma época no passado. Desprezo todas estas coisas por que não creio em revolução sem luta.</p>
<p>Voltando à retórica, me incomodam aqueles que dão importância exagerada a esta arte. Não consigo amarrar as técnicas retóricas ao discurso de Jesus. Simplesmente não se encaixa! Parece que o mestre não estava muito preocupado com a argumentação por si mesma. Ele preferiu muitas vezes confundir ao invés de &#8220;vencer&#8221; a discussão.</p>
<p>Desprezo completamente todo discurso baseado em afirmações que utilizam as expressões &#8220;todo mundo&#8221; e &#8220;ninguém&#8221;. E me surpreendo ainda quando vejo seu uso para embasar conceitos religiosos. O &#8220;todo mundo&#8221; é que define como o culto a Deus deve ser. Criamos formas litúrgias ridículas e nos tornamos inflexíveis. Já o &#8220;ninguém&#8221; é mais usado para definir aquilo que não está certo. Afinal, se NINGUÉM concorda, obviamente não deve ser importante.</p>
<p>Para escrever seu nome na história, basta fazer o oposto do que todos estes hipócritas estão fazendo. Ao invés de perder seu tempo teorizando sobre as coisas, mostre como tudo pode ser diferente. Se suas palavras não contemplam ações, então todo seu tempo está perdido.</p>
<p>O mundo está farto de pregadores. Chega de homens para falar o que os demais devem ou não fazer. Precisamos mesmo é de pessoas que sejam capazes de constranger a todos com sua simplicidade e coerência.</p>
<p>Os que forem capazes de compreender isto, automaticamente ganharão visibilidade na história da humanidade.</p>
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		<title>Citações</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 14:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
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		<description><![CDATA[RT @igrejaemergente Jesus nunca usou a palavra &#8220;líder&#8221; para se referir aos seus discípulos. Sua idéia de missão para eles era mais &#8220;mão na massa&#8221;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="status-body"><span class="entry-content">RT @<a href="http://twitter.com/igrejaemergente">igrejaemergente</a> Jesus nunca usou a palavra &#8220;líder&#8221; para se referir aos seus discípulos. Sua idéia de missão para eles era mais &#8220;mão na massa&#8221;.</span></span></p>
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		<title>A virtude em xingar alguém</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 13:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conspirações]]></category>
		<category><![CDATA[Equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Heresia]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Profeta]]></category>
		<category><![CDATA[Vaidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Certo domingo, enquanto dirigia o camburão para a igreja, refletia sobre o quanto se tornou inconveniente utilizar alguns palavrões para expressar idéias e sentimentos em meus textos. O tal "Espírito de Pastor", bem citado no blog do Sandro Baggio, pressiona todos aqueles que estão diretamente envolvidos em funções pastorais a renunciar o uso de expressões chulas e ofensas dirigidas diretamente a pessoas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo, enquanto dirigia o camburão para a igreja, refletia sobre o quanto se tornou inconveniente utilizar alguns palavrões para expressar idéias e sentimentos em meus textos. O tal &#8220;Espírito de Pastor&#8221;, bem citado no <a href="http://www.sandrobaggio.com/?p=230" target="_blank">blog do Sandro Baggio</a>, pressiona todos aqueles que estão diretamente envolvidos em funções pastorais a renunciar o uso de expressões chulas e ofensas dirigidas diretamente a pessoas.</p>
<p>Claro que, devido à exposição pública que todos os envolvidos no ministério possuem, não seria prudente criar polêmica defendendo o uso de palavras frívolas (Mateus 12:36). Mas muitas vezes vejo que ao utilizamos outros elementos lingüísticos para contornar tais limitações geradas pela expectativa que outros possuem a nosso respeito, cometemos assassinatos morais muito piores do que o  uso de um simples &#8220;vai se f****&#8221;. Xingar não seria o correto. Mas às vezes poderia ser menos danoso. Há virtude em quem compreende isto!</p>
<p>A ironia é um dos artifícios lingüísticos comuns que mata mais do que xingamentos. Aquele que xinga, deixa explícito quais são suas intenções e sentimentos. Não está preocupado em ter a razão. Xingar é deixar claro que a emoção está momentaneamete falando mais alto do que a razão. Mas aquele que se utiliza da ironia, recusa-se terminantemente a reconhecer sua falibilidade. Esta presunção de estar certo, além de geralmente deixar cadáveres espalhados por todo o caminho, também contamina o próprio coração.</p>
<p>Questiono o que seja &#8220;vencer&#8221; uma argumentação quando o debate culmina no extermínio do outro. Não seria mais prudente às vezes perder propositalmente, deixando explícito que a unidade do Espírito no vínculo da paz é mais importante que qualquer outra coisa? Tenho a convicção de que jamais nos foi exigido concordar em todas as questões, pois obviamente Deus não concorda com boa parte das coisas que o melhor de nós pensa e, mesmo assim, não o descarta.</p>
<p>Na dúvida, prefira expor sua ira, para que ela possa ser verdadeiramente momentânea.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="color: #ff0000;">&#8220;Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira, nem deis lugar ao diabo.&#8221; (Efésios 4:26-27)</span></p>
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