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	<title>ARIOVALDO.com.br &#187; Igreja</title>
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	<description>Tentando viver de modo digno, até encontrar uma morte digna.</description>
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		<title>Priorizamos o que é importante?</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 18:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Numa convocação de oração para homens, mais de 200 prontamente responderam. Coisa bonita de se ver. Dois mil anos de cristianismo e ainda está viva a chama que faz com que pessoas deixem o conforto de suas casas para reunirem-se num lugar afastado, longe da civilização, para contemplarem os céus e participarem de momentos intensos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa convocação de oração para homens, mais de 200 prontamente responderam. Coisa bonita de se ver. Dois mil anos de cristianismo e ainda está viva a chama que faz com que pessoas deixem o conforto de suas casas para reunirem-se num lugar afastado, longe da civilização, para contemplarem os céus e participarem de momentos intensos de oração coletiva.</p>
<p>Mas então não pude deixar de reparar na ORDEM com que as orações acabaram por ser dirigidas. E isto sinceramente me incomoda muito. Principalmente por que não estou falando do erro alheio, mas de erros dos quais eu sou cúmplice.<span id="more-1013"></span></p>
<p>As orações foram realizadas na seguinte ordem: para os empresários; para as autoridades; para os autônomos; para os artistas e médicos; para os professores&#8230;</p>
<p>Então imediatamente imaginei como seria a figura de Cristo mobilizando um grupo de oração. Ele chamaria seus doze discípulos e dirigiriam-se a um certo &#8220;monte&#8221; afastado. E lá começariam orando na seguinte ordem: primeiro para o Império Romano; depois para os Fariseus; para os Saduceus; para os Publicanos cobradores de impostos&#8230;</p>
<p>Ei! Pera lá! Jesus jamais fez estas orações. E afirmava que o seu Reino não era deste mundo. Que nada tinha a ver com este modelo de organização social e política estabelecidos. Este mundo, seus líderes e seus interesses, apesar de estarem debaixo da autoridade divina, ainda sim não fazem parte DO REINO.</p>
<p>Jesus não serviria para ser pastor em uma igreja evangélica contemporânea. Por que sua insistência em orar prioritariamente pelos perdidos, pelos abandonados, pelas viúvas, pelos órfãos, pelos que sofrem&#8230; por todas as ovelhas perdidas&#8230; ahhh&#8230; essa insistência de Jesus o desqualifica para o nosso sistema.</p>
<p>Somos melhores que Cristo?<br />
Então por que nossos interesses são tão divergentes dos valores do Reino?<br />
Ou será que minha bíblia está errada?</p>
<p>Priorizamos o que é realmente importante?</p>
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		<title>Por que ninguém gosta de mudanças</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 12:41:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mudanças geram desconforto. Por mais que nosso espírito seja aventureiro e movido por novas emoções, nosso corpo invariavelmente clama por rotinas. E a vida passa a ser considerada agradável (e segura) quando estamos cercados de rotinas. A vida do cristão obedece a mesma lógica. Ou vivemos confortavelmente em estruturas que exigem um nível controlado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mudanças geram desconforto. Por mais que nosso espírito seja aventureiro e movido por novas emoções, nosso corpo invariavelmente clama por rotinas. E a vida passa a ser considerada agradável (e segura) quando estamos cercados de rotinas.</p>
<p>A vida do cristão obedece a mesma lógica. Ou vivemos confortavelmente em estruturas que exigem um nível controlado de comprometimento, ou preferimos nos arriscar num pioneirismo desenfreado e inconsequente, sem compromisso intenso com ninguém e com nada; como uma busca insana pela adrenalina do novo. Mais uma vez vale a lei da inércia. O parado prefere ficar imóvel. E o que se move recusa-se a parar, pois é conveniente continuar caminhando.<span id="more-990"></span></p>
<p>Pouco tem sido discutido na realidade eclesiástica brasileira sobre reforma teológica e, percebo que o assunto não agrada a muitas pessoas. Simplesmente por que independente de sermos pró ou contra o sistema vigente, de algum modo consideramos o modelo estabelecido como CONVENIENTE. Não queremos uma mudança real nas relações. Queremos apenas nos libertar do que existe, sem o compromisso de uma nova proposta.</p>
<p>Curiosamente Jesus fala sobre os fundamentos de sua Igreja, encarregando o apóstolo Pedro de ser uma espécie de guardião de tais fundamentos. Mas nosso foco no estudo do livro de &#8220;Atos dos Apóstolos&#8221; invariavelmente está nas gambiarras doutrinárias estabelecidas para traduzir verdades eternas à cultura judaica. Mas como somos programados para aceitar o software de 2 mil anos de cristianismo sem questionamentos, preferimos nos dividir em pró e contra o &#8220;sistema&#8221;. Não queremos algo novo se isto vier a exigir compromisso.</p>
<p>Nossa função enquanto cristãos do século XXI consiste em costurar o passado e viabilizar o futuro. Por que embora não haja nada de novo debaixo do céu, ainda sim torna-se imprescindível a ousadia em romper com a inércia dos fundamentos em que fomos gerados. De modo que a luz do evangelho volte a ofuscar a vida das pessoas que nos cercam. E saberemos que estamos no caminho certo quando encontrarmos homens que abandonarão todas as coisas para nos seguirem. Não por que somos bons, mas por que conhecemos &#8220;o caminho&#8221;.</p>
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		<title>Fracasso bíblico</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 20:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nas poucas vezes no ano em que temos a oportunidade de esbarrar em pessoas de ministérios de todo o mundo, sempre surgem algumas questões importantes a serem avaliadas. Como por exemplo se o que fornece &#8220;liga&#8221; para a unidade ministerial de pessoas de diferentes igrejas são &#8220;bençãos&#8221; ou &#8220;conveniências&#8221;. A hipocrisia nos relacionamentos se torna [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas poucas vezes no ano em que temos a oportunidade de esbarrar em pessoas de ministérios de todo o mundo, sempre surgem algumas questões importantes a serem avaliadas. Como por exemplo se o que fornece &#8220;liga&#8221; para a unidade ministerial de pessoas de diferentes igrejas são &#8220;bençãos&#8221; ou &#8220;conveniências&#8221;.</p>
<p>A hipocrisia nos relacionamentos se torna comum em ambos os casos. E então as pessoas vivem de evento em evento, celebrando o culto de si mesmos; aproveitando cada momento para compartilhar do lado mais bonito de seus ministérios fracassados. E antes que me acusem de herege por chamar a outros de fracassados, deixe-me explicar mais detalhadamente o conceito do que vem a ser fracasso.<span id="more-980"></span></p>
<p>O modelo de fracasso bíblico consistem em dizer que, por mais abençoado que Deus tenha lhe feito, haverão muitas oportunidades em que teremos todos os motivos para nos sentirmos desmotivados. Por mais que uns vivam debaixo da proteção fictícia dos &#8220;brados de vitória&#8221; e dos &#8220;atos proféticos&#8221;, inevitavelmente estes também irão falhar. É como se Deus tivesse um prazer sádico em ver seu povo perecer. Mas, quando conhecemos a Deus e à sua palavra mais detalhadamente, percebemos que seu intuito está em nos trazer algum aprendizado. Não que seja necessário sofrer para se aprender algo, mas&#8230; inevitavelmente, algumas lições só se aplicam em determinadas pessoas por intermédio da didática adequada. Então, se você é um mané qualquer caminhando sobre a face da terra, ou um dos 70 que foram treinados pessoalmente por Cristo, para todos se aplicam os mesmos conselhos do mestre:</p>
<p>- Quando chegarem em uma cidade e não lhes receberem, partam para a próxima cidade. Sem levar poeira nos sapatos&#8230; e nem rancor.</p>
<p>Jesus enfatiza este discurso pelo simples fato de que IREMOS FALHAR. Por mais que você se santifique, uma hora a vaca vai pro brejo.</p>
<p>Compreendido este conceito, torna-se possível perceber que os relacionamentos entre ministérios diferentes só são autênticos quando fundamentados nas carências de cada um. Por que, se a fundamentação estiver na conveniência, logo substituímos os relacionamentos por outros mais convenientes; e se fundamentados na hipocrisia, logo nos cansamos e simplesmente não nos esforçamos mais em manter a unidade.</p>
<p>Nossas desgraças é que nos unem verdadeiramente. Por que ao compartilhar do sofrimento, percebemos que nossos irmãos por todo o mundo estão sofrendo das mesmas angústias. E também percebemos que Deus continua a nos guiar, mesmo que ainda não sejamos capazes de perceber como os problemas serão resolvidos.</p>
<p>Mas como objetivo do evangelho não é resolver problemas, então está tudo bem.<br />
Pois não são os problemas que nos &#8220;tirarão&#8221; do céu&#8230; mas os detalhes.</p>
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		<title>Exposição: uma necessidade</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 12:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Expor a si mesmo é uma necessidade. E em tempos em que se você não está no Google, praticamente não existe, esta verdade ganha maior peso. Porém, uma parcela das pessoas prefere ocultar-se no anonimato. Não chamo de anonimato o esconder de sua identidade, mas o ato de ocultar suas idéias. E então estes tranformam-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Expor a si mesmo é uma necessidade. E em tempos em que se você não está no Google, praticamente não existe, esta verdade ganha maior peso. Porém, uma parcela das pessoas prefere ocultar-se no anonimato. Não chamo de anonimato o esconder de sua identidade, mas o ato de ocultar suas idéias. E então estes tranformam-se em defensores da moral hipócrita; criticando com fervor qualquer pensamento divergente do sistema vigente. Como se o exercício da liberdade alheia trouxesse incômodo. Como se fosse preferível guardar suas mazelas para si mesmo do que publicá-las.<span id="more-975"></span></p>
<p>Boa parte dos e-mails que recebo tecem duras críticas a minhas opiniões e ao meu &#8220;estilo&#8221; (ou falta dele) de escrever. Particularmente, me sinto honrado com comentários que desabonam minha linha de pensamento. Mas aos que xingam minha mãe ou me descrevem como satanista e herege, estes me proporcionam apenas momentos de riso.</p>
<p>A verdade é que internamente somos todos polêmicos. E à medida que nos tornamos pessoas influentes socialmente (seja na política, ou nas estruturas funcionais das igrejas), preferimos nos abster de tudo que possa ser criticado. Isto é uma atitude bem vista politicamente e, ao mesmo tempo, bem hipócrita.</p>
<p>A Igreja de Cristo, enquanto comunidade dos arrependidos, precisa necessariamente estar fundamentada em homens e mulheres que fazem da exposição de suas mazelas, uma bandeira. Não, não somos os santos que abandonaram as práticas do pecado e blábláblá, como muitos insistem em gritar nos comentários deste site. Santidade é apenas um caminho. E santificados somos por fé, ao nos lembrarmos de para ONDE estamos caminhando.</p>
<p>Porém, a caminhada do evangelho é uma longa maratona. Não adianta se vangloriar de estar à frente nos primeiros dois quilômetros. A corrida ainda é longa e o que realmente conta é se conseguiremos ser constantes o suficiente para cruzarmos a linha de chegada.</p>
<p>Portanto, não devo esconder meus defeitos.<br />
Pois é melhor começar mancando e terminar correndo, do que o contrário.</p>
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		<title>Tratado Apostólico Emergente</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 11:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito tem sido falado neste início de século XXI sobre a necessidade da reinvenção das formas pelas quais a Igreja de Cristo se apresenta. Para tal, surgiram diversas expressões, como desconstrução, nova reforma e ministério relacional. No entanto, considero ser fundamental esboçar algo sobre a necessidade latente de que cada igreja estabelecida assuma o compromisso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito tem sido falado neste início de século XXI sobre a necessidade da reinvenção das formas pelas quais a Igreja de Cristo se apresenta. Para tal, surgiram diversas expressões, como desconstrução, nova reforma e ministério relacional. No entanto, considero ser fundamental esboçar algo sobre a necessidade latente de que cada igreja estabelecida assuma o compromisso apostólico de favorecer e incentivar o surgimento de novas igrejas e novos ministérios. Mas para que isto seja realidade, alguns paradigmas precisam ser destruídos.<span id="more-822"></span></p>
<p>O primeiro paradigma que precisa ser aniquilado é de que a única maneira de servir a Deus é de acordo com as metodologias e formas existentes dentro de determinado ministério. Generalizações que enquadram aqueles que não se encaixam em modelos funcionais como &#8220;os que não são&#8221;, são sempre danosas e contrárias à definição de Reino. Um reino não pode subsistir se estiver dividido. Portanto, aqueles que não reconhecem virtudes na diversidade de compreensão do que vem a ser ministério, necessariamente são os que provocam divisões.</p>
<p>A visão equivocada dos que se consideram &#8220;novo vinho&#8221;, de que é possível ser igreja desconectados do contexto histórico, também surge como um grande problema. Tais &#8220;ministérios&#8221; são movidos por sentimentos que os levam a serem exatamente iguais aos que criticam. E isto se torna visível à medida que  as formas litúrgicas se repetem na negação do modelo (como se houvesse um &#8220;mundo bizarro&#8221;, onde o novo torna-se exatamente o contrário do velho), ou ainda na dificuldade prática dos &#8220;novos&#8221; em estabelecerem alianças com quem não lhe traz benefícios (chamo isto de super valorização do &#8220;cool&#8221;).</p>
<p>A verdade não precisa de reforma. Apenas as motivações e práticas decorrentes é que precisam. Pois o mundo está farto de tentativas de mudanças de rótulo que não implicam em mudança de conteúdo.</p>
<p><strong>&#8220;E ninguém deita vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho novo romperá os odres, e perder-se-á o vinho e também os odres; mas deita-se vinho novo em odres novos.&#8221; (Marcos 2:22)</strong></p>
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		<title>Por que eu amo a Igreja mesmo ela parecendo uma porcaria</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 19:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Às vezes dizemos que a igreja se tornou uma merda. Mas ela possui virtudes que não podem ser desprezadas. Além de ser a única organização oficialmente encarregada de ser porta-voz do evangelho, ela também possui em sua natureza missiológica, a consciência de que PARAR não é uma opção. Isto explica em parte o motivo pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes dizemos que a igreja se tornou uma merda. Mas ela possui virtudes que não podem ser desprezadas. Além de ser a única organização oficialmente encarregada de ser porta-voz do evangelho, ela também possui em sua natureza missiológica, a consciência de que PARAR não é uma opção.<span id="more-966"></span></p>
<p>Isto explica em parte o motivo pelo qual as pessoas preferem se dedicar a ministérios desconectados de tudo ao invés da velha igreja. Nos ditos &#8220;ministérios&#8221;, não há um compromisso de continuidade. Você é livre para ir e vir, conforme der na telha; sem a necessidade de prestar contas de suas ações a ninguém e tampouco dar satisfações sobre as decisões tomadas em nome da conveniência.</p>
<p>Esta crise de visão nem chega a ser uma novidade. Ela surge de tempos em tempos, quando as pessoas chamadas por Deus passam a se considerar a &#8220;última bolacha do pacote&#8221;. Aconteceu com os que migravam do Egito para a terra prometida. E novamente com os discípulos de Jesus. Ambos consideravam que suas ações estavam desconectadas do contexto social e histórico do momento.</p>
<p>Curiosamente Jesus fez o contrário do que parecia conveniente. Antes de ser um subversivo, era um frequentador assíduo de sinagogas. E o reconhecimento público era visível, quando pessoas que faziam parte do sistema religioso vigente insistiam em chamá-lo de mestre.</p>
<p>Subversão sem submissão é algo que não faz muito sentido.<br />
A verdadeira revolução se faz de dentro pra fora.<br />
E ela não é baseada em &#8220;novos modelos&#8221;. Mas em viver com coerência o ÚNICO MODELO.</p>
<p>A igreja não cheira tão bem quanto deveria, mas eu não tenho outro lugar melhor pra ir.</p>
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		<title>Crise missiológica</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito me preocupa a corrente de pessoas que se envolvem com a tentativa de resolver os problemas desta vida, sob o pretexto de estar vivendo um evangelho integral. Sim, eu conheço os conceitos de missão integral e sei que assistencialismo nada tem a ver com isto. Mas também sei que cada vez mais encontramos gente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito me preocupa a corrente de pessoas que se envolvem com a tentativa de resolver os problemas desta vida, sob o pretexto de estar vivendo um evangelho integral. Sim, eu conheço os conceitos de missão integral e sei que assistencialismo nada tem a ver com isto. Mas também sei que cada vez mais encontramos gente que desistiu de viver o evangelho da maneira primordial (comunhão constante, confronto intenso e submissão voluntária).<span id="more-928"></span></p>
<p>Na verdade não fomos chamados para resolver problemas. Mas para levar pessoas ao caminho da salvação. Ministério voltado à resolução de problemas em primeiro plano, acaba por negar os fundamentos da fé cristã genuína.</p>
<p>Analisando a trajetória de Jesus nos evangelhos, dá para perceber detalhes importantes que são negligenciados.</p>
<p>1. Quantas pessoas Jesus não curou? Muitas.<br />
2. Quantos foram alimentados por Jesus e passaram fome nos anos seguintes? Muitas.<br />
3. Por que os discípulos de Jesus não foram curados de nenhuma doença? Por que talvez isto não era tão importante.<br />
4. O apóstolo Paulo estava enganado quando levanta ofertas para ajudar primordiamente os &#8220;da fé&#8221;? Hoje em dia há muitos que defendem que precisamos acolher primordialmente os &#8220;de fora&#8221;.</p>
<p>Além de tudo isto, sejamos capazes de perceber que não temos a solução para todos os NOSSO problemas. Então como resolver os problemas do mundo se não somos capazes de solucionar nem nossas próprias mazelas?</p>
<p>Nossa missão é ensinar a vida piedosa pela graça redentora de Cristo Jesus. Mas piedade é, antes de qualquer coisa, devoção às coisas eternas. O cuidado com o próximo, embora imprescindível e parte da fé cristã, não pode jamais passar a ser o PRIMEIRO mandamento.</p>
<p>Por que SOMOS, nós CREMOS e FAZEMOS. A inversão desta afirmação é o começo da deturpação da missão.</p>
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		<title>A igreja emergente em que creio</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 14:08:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Profeta]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um certo momento de minha caminhada com Cristo, me senti como um náufrago, sozinho em um pequeno bote com um par de remos, bem no meio de um oceano aparentemente infinito em que não dá para enxergar terra olhando para lado algum. O que fazer então se a lógica diz que não há esperança? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um certo momento de minha caminhada com Cristo, me senti como um náufrago, sozinho em um pequeno bote com um par de remos, bem no meio de um oceano aparentemente infinito em que não dá para enxergar terra olhando para lado algum. O que fazer então se a lógica diz que não há esperança? Este é o relato de onde minha vida se cruzou com o movimento emergente.<span id="more-908"></span></p>
<p>Voltando à solidão do alto mar, resolvi escolher aleatoriamente uma direção e remar incessantemente. Era preciso crer que o silêncio de Deus sempre fez parte de seus desígnios. E assim foram os anos seguintes&#8230; esforço e busca pelo desconhecido. Até que finalmente pude avistar terra seca e desejá-la. Porém, quanto mais me aproximava, mais a voz de Deus sussurava novamente em meus ouvidos; até que pude compreendê-la claramente. Dizia o Senhor que tudo aquilo que eu avistara era bom; <strong>mas não era para mim</strong>. O caminho de Deus para alguns de nós é &#8220;pro outro lado&#8221;.</p>
<p>Muitos perguntam como posso falar tanto sobre chamado e convicção, sendo que não sei explicar ao certo como é o lugar para onde estou caminhando. E a resposta é que na verdade isso não é importante. O que realmente importa é se prosseguimos em caminhar dia após dia NA DIREÇÃO E SENTIDO CORRETOS. Não preciso mais ver o que me espera; pois sei que Deus não se engana.</p>
<p>Então tenho lutado para viver de maneira a compreender o que de bom está emergindo em nossa geração. E assim como na música POP, sempre é possível encontrar algumas coisas boas e muitas coisas terríveis.</p>
<p>Dentre as coisas boas, posso citar a ousadia em questionar aspectos doentios da eclesiologia moderna. O mundo clama por cristãos que vivam debaixo de um discurso coerente e transparente. Estes são verdadeiros profetas pós-modernos. O povo morre por que nós desperdiçamos nosso tempo e dinheiro com empreendimentos que visam garantir a sobrevivência estrutural; como se isso realmente fosse importante. Mas, graças a Deus, um remanescente tem sido levantado, para em pequenas ações, repensar e reviver as verdades eternas do Reino. E este novo vinho, tem tudo para ser uma safra excelente.</p>
<p>Mas nem tudo são flores. Pois nunca na história se viu tamanha decepção com a igreja de Cristo no meio dos que se dizem &#8220;cristãos&#8221;. Discursos inflamados movem céus e terra para promover confronto com os velhos paradigmas, porém nada acrescentam no sentido de reformar e salvar as igrejas que trouxeram o evangelho até nossa geração. Rompemos com o mandamento de Deuteronônio 19:14, que nos proíbe de remover os marcos de nossos antepassados; mas em nossa ganância, diluímos os conceitos de obediência, submissão voluntária, sobriedade e liberdade.</p>
<p>Também as instituições para-eclesiásticas estão novamente na moda. É o círculo da desestruturação das igrejas se fechando na América Latina, assim como já aconteceu no século passado nos Estados Unidos. Com a desculpa de promover o necessário, os fundamentos da fé estão sendo diluídos. Somos uma geração de pseudo-cristãos, preferencialmente ligados a movimentos e sutilmente desligados do corpo de Cristo. Perdemos o privilégio de nossos antepassados de, através dos movimentos (antigamente chamados de &#8220;avivamentos&#8221;), promover a ressureição do chamado da única organização social que representa a Cristo e seu evangelho. Todo o resto, definitivamente passará.</p>
<p>Acredito em igrejas emergentes por que há idoneidade em muitos que Deus tem levantado. Pessoas que, independente da aparências e glamour pós-moderno, estão dedicando suas vidas a criar pontes entre as igrejas estabelecidas e as que serão plantadas. Estas pontes proporcionarão oportunidades de que o evangelho continue a transformar pessoas em todos os lugares, emergindo em meio ao caos e à cultura.</p>
<p>Acredito em igrejas emergentes por que elas serão as únicas capazes de criar pontes entre o antigo e o novo. Acredito por que a Igreja de Cristo é sempre emergente; pois quando e onde menos se espera, emergem graça e vida, para continuar a propagação da mensagem da salvação e da família de Deus que vive verdadeiramente junta, não apenas na conveniência de seus interesses, mas principalmente nos confrontos diários do bom e velho discipulado.</p>
<p>Esta é a igreja emergente em que creio.<br />
Mesmo não sabendo como serão os demais detalhes de sua aparência.<br />
Mas&#8230; quem liga para aparência?</p>
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		<title>Conectando-se às pessoas</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 18:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O dilema do ser humano sempre foi conectar-se adequadamente a outros indivíduos. Tentando teorizar a respeito destas conexões, há milhares de livros de auto-ajuda facilmente encontrados em qualquer livraria. Há inclusive quem afirme que, da felicidade ao sucesso financeiro, tudo depende primordialmente de como nos relacionamos. Alguns defendem que a expressão &#8220;conexão&#8221; está intimamente ligada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O dilema do ser humano sempre foi conectar-se adequadamente a outros indivíduos. Tentando teorizar a respeito destas conexões, há milhares de livros de auto-ajuda facilmente encontrados em qualquer livraria. Há inclusive quem afirme que, da felicidade ao sucesso financeiro, tudo depende primordialmente de como nos relacionamos.<span id="more-765"></span></p>
<p>Alguns defendem que a expressão &#8220;conexão&#8221; está intimamente ligada ao momento tecnológico em que vivemos, principalmente pela influência da internet no cotidiano urbano. Mas é muito mais do que isso. O sucesso de cada ferramenta que surgiu nos últimos 10 anos da internet é como  uma resposta ao anseio de conectar-se e comunicar-se que está dentro de cada indivíduo. Isso é da natureza humana. Divinamente moldada pelo Criador.</p>
<p>Já percebeu como um culto pode  parecer chato e entediante? Por que isto acontece se o conteúdo da mensagem transmitida continua o mesmo em dois mil anos de cristianismo? A resposta é óbvia. Perdemos a capacidade de interagirmos com o público. Até mesmo nas conversas mais informais, há uma tendência natural de que as gerações se distanciem pela maneira de conceber o mundo e expressar isto em palavras.</p>
<p>Enquanto a idade nos faz buscar estabilidade em todo os aspectos da vida (do humor à realidade financeira), as próximas gerações não estão nem um pouco preocupadas com isto. Cada indivíduo da geração seguinte sente-se livre para contemplar um mundo que vai além da segurança e do conhecimento empírico adquirido pela geração anterior. Este é o poder que todo adolescente sente&#8230; a sensação de poder enxergar mais que o mundo inteiro! E será que estão errados?</p>
<p>Como então nos conectarmos às pessoas desta geração? É bem simples. Basta renunciarmos a nossas posições confortáveis. É indispensável que a &#8220;verdade&#8221; não seja dissociada do contexto cultural e secular. Não há (e talvez nunca houve) uma separação entre gerações e culturas; nem tampouco entre secular e sacro. Tudo sempre esteve diretamente conectado. Então, compreendendo como tudo está interligado, passamos a nos relacionar com os indivíduos em todos os aspectos possíveis. Influenciamos e nos deixamos influenciar não apenas pelos conceitos filosóficos, mas também pelas cores, pelos sons e pelos aromas. Vivendo em meio a esta geração, sobrarão oportunidades de revelar a imensidão de um Deus que é cheio de detalhes e infinito em possibilidades.</p>
<p>Talvez nossa dificuldade esteja no fato de que nós mesmos não conhecemos Deus nesta profundidade. Preferimos permanecer na segurança do Cristo distante, que não participa de toda expressão artística, por causa de sua provável aparência humanista.</p>
<p>Até o sentido de &#8220;humanista&#8221; fica diluído ao nos relacionarmos com Deus e com as pessoas nesta intensidade. O ser humano deixa de ser o poderoso anti-cristo e passa a ser parte de uma criação maravilhosa e perfeita. Caída sim, mas ainda cheia da graça de Deus que se estende sobre toda a terra.</p>
<p>Quanto ao culto entediante, há maneiras simples de evitar isto. É preciso que cada indivíduo sinta-se parte do todo. As conexões pessoais devem ser intensas. Estas conexões se expressarão intensas também coletivamente. A pregação deverá deixar de ser um mero sermão e passará a ser uma história fantástica sobre pessoas de verdade. Pessoas acessíveis e humanas como você e eu. No meio de cada história, haverão dezenas de oportunidades para explicações expositivas. Mas o principal é como uma pregação possui o poder de conectar-se pessoas. Há nelas o poder de tirar um indivíduo da cadeira, levá-lo a mundos que ele nunca imaginou. Haverá choro, riso e êxtase em cada instante. Cada palavra será inesquecível. Marcará as pessoas como fogo. E terminará trazendo todos de volta à realidade, mas com o desafio de elevarem-se diariamente às dimensões maravilhosas que somente a palavra de Deus é capaz de apresentar.</p>
<p>Como transformar seu &#8220;sermão&#8221; nisto? Comece VIVENDO intensamente todas estas coisas. Naturalmente as pessoas acreditarão quando tudo isto for verdade em sua própria vida. Daí em diante, não saberá falar de outras coisas. Não saberá mais como evitar as conexões com todos que estiverem à sua volta. E aqueles que se permanecerem se afastando do relacionamento, serão expurgados pelas intenções de seus próprios corações.</p>
<p>Igreja. Conexões. Cultura.  Música. Cores. Evangelho. Como dissociar estas palavras?</p>
<p>Não é possível ser um autêntico cristão enquanto não assumirmos o grau necessário de exposição de nossas vidas. Quem não está disposto a ficar nu diante do mundo, jamais exercitará a plenitude de sua capacidade de conectar-se às pessoas que Cristo ama.</p>
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		<title>Autoridade e governo</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 13:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O apóstolo Paulo enfatiza no livro de Romanos, especificamente no capítulo 13, a importância de que toda alma esteja sujeita às autoridades. E completa, de maneira curta e grossa que, para tristeza da maioria de nós, TODA autoridade provém de Deus. O propósito deste artigo é divagar sobre como este conceito de autoridade se dá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O apóstolo Paulo enfatiza no livro de Romanos, especificamente no capítulo 13, a importância de que toda alma esteja sujeita às autoridades. E completa, de maneira curta e grossa que, para tristeza da maioria de nós, TODA autoridade provém de Deus. O propósito deste artigo é divagar sobre como este conceito de autoridade se dá na prática e, como deveríamos conceber tal autoridade para preservarmos a coerência de nosso discurso ao afirmarmos que somos &#8220;cristãos.<span id="more-892"></span></p>
<p>A figura de Jesus, enquanto Deus encarnado, representa o auge do modelo de autoridade para a sua então recém fundada Igreja. Sua autoridade se dá por influência, jamais ultrapassando a liberdade concedida por cada um nas relações individuais durante os 3 anos de seu ministério. Obviamente o conceito desta liderança que necessita de esforço para conquistar sua autoridade, agrada imediatamente a qualquer um. Porém a grande dificuldade é o quanto este modelo depende incondicionalmente da disposição das pessoas em submeter-se. Até mesmo Jesus foi confrontado por uma geração de rebeldes, bem armados e preparados com palavras que se tornaram muito comuns em nossos dias. Palavras de auto-defesa e que militam em favor de nossos próprios interesses.</p>
<p>Em tempos cada vez mais conturbados, torna-se fácil que digamos que a autoridade por influência é cativada dentro do ambiente do relacionamento, sendo necessário que haja disposição mútua no sentido de ser criado um ambiente de convívio constante e íntimo. Porém, esta linha de raciocínio soa como contraditória quando o contexto relacional de Jesus e seus discípulos é analisado. Claramente o texto bíblico enfatiza o quanto Jesus dedicou seu tempo a caminhar com os 12. Porém também é evidente no texto que, cada um dos 12 homens teve que renunciar a seus interesses em favor de fazerem parte do grupo. Não foi o &#8220;líder&#8221; que precisou passar tempo pescando junto com Pedro e André, mas exatamente o contrário. A submissão à autoridade de Jesus se deu primeiramente na atitude dos pescadores em encontrar tempo em sua agenda para se aproximarem de seu líder.</p>
<p>Um dos maiores problemas de todos nós é a dualidade entre a compreensão da importância de submetermos nossa vida a outros e a luta em defesa pelos nossos próprios interesses. Na maioria das vezes a figura do líder que nos agrada é também aquele que é idealizado pela conveniência. Pessoas buscam líderes que possam ser seus reféns. Sempre preferimos aqueles que lutam junto conosco em favor de nossas causas pessoais. E que não nos confrontem com palavras que sejam desagradáveis. Líderes devem pensar sempre o &#8220;bem&#8221;; e devem ser substituídos quanto não atendem às nossas necessidades. Um verdadeiro pseudo-evangelho self-service.</p>
<p>Curiosamente, a figura do &#8220;rei&#8221; é enfatizada por Paulo em sua carta a Timóteo. E é diretamente associada ao mesmo discurso acerca da autoridade e necessidade de submissão. Porém é importante destacar que rei não era eleito democraticamente; não podia ser destituído por desagrado de seus súditos; e sua autoridade possuía duração vitalícia.</p>
<p>O apóstolo Paulo insiste que a verdade absoluta é que não há escolha. E provavelmente a grande confusão de nossa geração seja com relação aos conceitos de &#8220;autoridade espiritual&#8221;, &#8220;governo&#8221; e &#8220;sacerdócio universal&#8221;. De fato somos todos sacerdotes e co-pastores uns dos outros. Mas a autoridade espiritual só se dá dentro do ambiente da submissão voluntária. Já o governo, é a mistura de todos estes elementos. Os que governam são sacerdotes (como todos os demais), levantados como autoridade espiritual (daqueles que se submetem), com o propósito de proporcionar os ajustes necessários para que o corpo viva de maneira coordenada.</p>
<p>Fora da coordenação do governo, ou trata-se de um câncer, ou de outro corpo.<br />
E submissão parcial é algo que soa altamente incoerente no contexto do evangelho. Ou somos de Cristo, com todos os requisitos e esforços, ou não.</p>
<p>Ou fazermos parte do corpo, devidamente organizado e ajustado, ou não.</p>
<p>E quem considera que seus problemas são com o ambiente institucional, que se mudem para encontrar um ambiente mais propício e saudável. E, depois de alguns anos, entrem para o grupo do qual eu faço parte, dos que sabem que todas as igrejas são iguais, afinal há uma só &#8220;Igreja&#8221;. O que realmente muda é a disposição de nosso coração.</p>
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