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	<title>ARIOVALDO.com.br &#187; Conspirações</title>
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	<description>Tentando viver de modo digno, até encontrar uma morte digna.</description>
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		<title>Por que a matemática é importante na vida cristã</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 20:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você xingou sua professora de matemática a vida toda. Mas chegou a hora de perceber que sem a matemática a vida cristã jamais será bem sucedida. Isto se dá pelo simples fato de que é necessário fazer as contas antes de meter a cara nesta jornada. E os que se arriscam a ir &#8220;de qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você xingou sua professora de matemática a vida toda. Mas chegou a hora de perceber que sem a matemática a vida cristã jamais será bem sucedida. Isto se dá pelo simples fato de que é necessário fazer as contas antes de meter a cara nesta jornada. E os que se arriscam a ir &#8220;de qualquer jeito&#8221;, quase sempre desistem e tornam-se frustrados.<span id="more-996"></span></p>
<p>A frustração se apresenta na vida de uma pessoa quando ela se surpreende com o custo da caminhada e termina por desejar um descanso fora de época. Já ouviu a expressão &#8220;ano sabático&#8221;? Pois é. Devo ter visto pelo menos 10 pessoas usarem esta expressão nos últimos 3 meses. E soa altamente estranho quando estamos falando de pessoas que deveriam estar apenas iniciando sua jornada ministerial.</p>
<p>Ano sabático. É o jeito que o crente tem de afirmar que está cansado demais. É o pedido de quem deu mais do que podia. Lembrando que quando damos o que temos, chamamos isto de OFERTA. Mas quando damos o que não temos, chamamos BURRICE.</p>
<p>A instabilidade dos sonhos de nossa geração se manifesta no desespero imediatista de nossas ações. Tentamos acelerar os prazos, sob a desculpa de que o mundo caminha mais rápido. Mas isto atropela completamente a simplicidade de um Deus que, só pra sacanear, meteu um livro chamado NÚMEROS logo no começo da bíblia. É o nosso Senhor se divertindo às nossas custas, mostrando que nossa pressa não tem nada a ver com o jeito dEle trabalhar. Deus apenas ri de nossa presunção e insiste que algumas coisas demoraram GERAÇÕES para acontecerem. Portanto, pare e FAÇA AS CONTAS.</p>
<p>Não importa na prática a velocidade em que se caminha. O que realmente importa é a direção e o sentido da caminhada. Independente da demora, todos chegaremos no mesmo lugar. Mas os que pensam que a vida cristã é apenas uma corrida até a esquina, resta apenas encostar e esperar retomar o fôlego.</p>
<p>Faça as contas e tenha a certeza de que o resultado é apenas consequência das etapas. E as fórmulas não são válidas na aplicação das escrituras simplesmente por que nosso papel não é obter resultados, mas discernir as etapas.</p>
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		<title>Reforma teológica</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 13:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Partindo do princípio de que a verdade não precisa de reforma, então no que consiste o conceito de reforma teológica, tema tão discutido quando o assunto é pós-modernidade? Toda a concepção teológica estabelecida é baseada principalmente nos últimos 500 anos de história. Como se anteriormente a isto, pouca coisa realmente produtiva tivesse sido produzida e; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Partindo do princípio de que a verdade não precisa de reforma, então no que consiste o conceito de reforma teológica, tema tão discutido quando o assunto é pós-modernidade?<span id="more-937"></span></p>
<p>Toda a concepção teológica estabelecida é baseada principalmente nos últimos 500 anos de história. Como se anteriormente a isto, pouca coisa realmente produtiva tivesse sido produzida e; posteriormente, ninguém estivesse apto a estabelecer novos conceitos que traduzam as verdades eternas da palavra de Deus para uma forma compreensível ao estudo expositivo. E, provavelmente, estas concepções inflexíveis fazem com que as gerações futuras tenham desprezo pelo conhecimento teológico formal.</p>
<p>Partindo do princípio que teorias humanas não são capazes de mudar a natureza e a soberania de Deus, por que então vivemos debaixo do medo da criação de novos modelos teológicos? A palavra de Deus não pode ser utilizada como uma âncora, que nos impede de exercitarmos o pensamento; mas ela é um alvo&#8230; que nos leva a um local determinado e CERTO, independente de qual teoria seja formulada. Afinal, quais conceitos teológicos (que muitas vezes são doutrinários) podem ser ser considerados verdadeiramente infalíveis, uma vez que foram criados pela mente humana?</p>
<p>Uma reforma teológica necessária consiste no exercício da intelectualidade através do conhecimento disponível em cada época. Sendo que, por mais que isto fuja do trivial, torna-se imprescindível utilizar de &#8220;conceitos relacionais&#8221; contemporâneos a &#8220;modelos matemáticos quânticos&#8221;. Repetindo mais uma vez: NÃO QUE ESTAS COISAS MUDEM QUEM DEUS É, mas permitindo que as gerações tenham prazer em buscar o conhecimento mais profundo sobre Deus.</p>
<p>A teologia necessita ser reformada por que nossas edificações ultrapassadas estão fundamentadas em nossa visão teológica. Uma vez que nossa visão acerca do Reino esteja fundamentada em algo traduzível para a geração contemporânea, então estaremos aptos a edificar novas igrejas para a nova geração.</p>
<p>E este ciclo não cessa.<br />
Desconstruir para construir novamente.<br />
Parece que Deus inventou a reciclagem há mais tempo do que se imagina. A reciclagem de sua Igreja.</p>
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		<title>Exposição: uma necessidade</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 12:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Expor a si mesmo é uma necessidade. E em tempos em que se você não está no Google, praticamente não existe, esta verdade ganha maior peso. Porém, uma parcela das pessoas prefere ocultar-se no anonimato. Não chamo de anonimato o esconder de sua identidade, mas o ato de ocultar suas idéias. E então estes tranformam-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Expor a si mesmo é uma necessidade. E em tempos em que se você não está no Google, praticamente não existe, esta verdade ganha maior peso. Porém, uma parcela das pessoas prefere ocultar-se no anonimato. Não chamo de anonimato o esconder de sua identidade, mas o ato de ocultar suas idéias. E então estes tranformam-se em defensores da moral hipócrita; criticando com fervor qualquer pensamento divergente do sistema vigente. Como se o exercício da liberdade alheia trouxesse incômodo. Como se fosse preferível guardar suas mazelas para si mesmo do que publicá-las.<span id="more-975"></span></p>
<p>Boa parte dos e-mails que recebo tecem duras críticas a minhas opiniões e ao meu &#8220;estilo&#8221; (ou falta dele) de escrever. Particularmente, me sinto honrado com comentários que desabonam minha linha de pensamento. Mas aos que xingam minha mãe ou me descrevem como satanista e herege, estes me proporcionam apenas momentos de riso.</p>
<p>A verdade é que internamente somos todos polêmicos. E à medida que nos tornamos pessoas influentes socialmente (seja na política, ou nas estruturas funcionais das igrejas), preferimos nos abster de tudo que possa ser criticado. Isto é uma atitude bem vista politicamente e, ao mesmo tempo, bem hipócrita.</p>
<p>A Igreja de Cristo, enquanto comunidade dos arrependidos, precisa necessariamente estar fundamentada em homens e mulheres que fazem da exposição de suas mazelas, uma bandeira. Não, não somos os santos que abandonaram as práticas do pecado e blábláblá, como muitos insistem em gritar nos comentários deste site. Santidade é apenas um caminho. E santificados somos por fé, ao nos lembrarmos de para ONDE estamos caminhando.</p>
<p>Porém, a caminhada do evangelho é uma longa maratona. Não adianta se vangloriar de estar à frente nos primeiros dois quilômetros. A corrida ainda é longa e o que realmente conta é se conseguiremos ser constantes o suficiente para cruzarmos a linha de chegada.</p>
<p>Portanto, não devo esconder meus defeitos.<br />
Pois é melhor começar mancando e terminar correndo, do que o contrário.</p>
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		<title>Viciados em púlpito</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 12:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sofro de uma série dificuldade em suportar pessoas que se convidam para pregar/tocar na igreja da qual faço parte. Sério mesmo! Creio que um pouco disto se dá pelas inúmeras vezes em que me decepcionei com pop-stars da fé que vieram de fora e falaram merda em público. Já me decepcionei tanto com pastores quanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sofro de uma série dificuldade em suportar pessoas que se convidam para pregar/tocar na igreja da qual faço parte. Sério mesmo! Creio que um pouco disto se dá pelas inúmeras vezes em que me decepcionei com pop-stars da fé que vieram de fora e falaram merda em público. Já me decepcionei tanto com pastores quanto com bandas que fazem sucesso no mainstream.<span id="more-972"></span></p>
<p>Minha dúvida é por que pregadores e músicos consideram normal este vício em aparecer. Parece que uma visita não vale a pena se não houver a oportunidade de dizer algo no foco dos holofotes.</p>
<p>Particularmente, não me ofereço jamais para pregar em outras igrejas. Não mesmo! Com exceção de uma ou duas, em que estou me oferecendo por pura sacanagem, só pra revidar os insistentes auto-convites realizados por tais pessoas.</p>
<p>O meu púlpito são as rodas de amigos, nas ruas e nos bares.<br />
Meu microfone é a palavra.<br />
E não preciso de exclusividade para falar.<br />
Nem de mais volume que os demais.</p>
<p>Dispenso os holofotes, dispenso ficar no degrau mais alto.<br />
Deste vício já fui curado. Agora sou apenas um ex-viciado.</p>
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		<title>Por que eu amo a Igreja mesmo ela parecendo uma porcaria</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 19:52:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Às vezes dizemos que a igreja se tornou uma merda. Mas ela possui virtudes que não podem ser desprezadas. Além de ser a única organização oficialmente encarregada de ser porta-voz do evangelho, ela também possui em sua natureza missiológica, a consciência de que PARAR não é uma opção. Isto explica em parte o motivo pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes dizemos que a igreja se tornou uma merda. Mas ela possui virtudes que não podem ser desprezadas. Além de ser a única organização oficialmente encarregada de ser porta-voz do evangelho, ela também possui em sua natureza missiológica, a consciência de que PARAR não é uma opção.<span id="more-966"></span></p>
<p>Isto explica em parte o motivo pelo qual as pessoas preferem se dedicar a ministérios desconectados de tudo ao invés da velha igreja. Nos ditos &#8220;ministérios&#8221;, não há um compromisso de continuidade. Você é livre para ir e vir, conforme der na telha; sem a necessidade de prestar contas de suas ações a ninguém e tampouco dar satisfações sobre as decisões tomadas em nome da conveniência.</p>
<p>Esta crise de visão nem chega a ser uma novidade. Ela surge de tempos em tempos, quando as pessoas chamadas por Deus passam a se considerar a &#8220;última bolacha do pacote&#8221;. Aconteceu com os que migravam do Egito para a terra prometida. E novamente com os discípulos de Jesus. Ambos consideravam que suas ações estavam desconectadas do contexto social e histórico do momento.</p>
<p>Curiosamente Jesus fez o contrário do que parecia conveniente. Antes de ser um subversivo, era um frequentador assíduo de sinagogas. E o reconhecimento público era visível, quando pessoas que faziam parte do sistema religioso vigente insistiam em chamá-lo de mestre.</p>
<p>Subversão sem submissão é algo que não faz muito sentido.<br />
A verdadeira revolução se faz de dentro pra fora.<br />
E ela não é baseada em &#8220;novos modelos&#8221;. Mas em viver com coerência o ÚNICO MODELO.</p>
<p>A igreja não cheira tão bem quanto deveria, mas eu não tenho outro lugar melhor pra ir.</p>
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		<title>O que sou ou o que quero ser?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 19:52:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta pergunta é importante. Minhas pregações são baseadas em QUEM SOU ou em QUEM QUERO SER? E meus conceitos de certo e errado, justiça e injustiça, pecado e santidade? Compreendo que as novas gerações consideram uma virtude a capacidade de questionar a velha prepotência do discipulado tradicional. Mas até que ponto podemos nos conformar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta pergunta é importante. Minhas pregações são baseadas em QUEM SOU ou em QUEM QUERO SER? E meus conceitos de certo e errado, justiça e injustiça, pecado e santidade?<span id="more-956"></span></p>
<p>Compreendo que as novas gerações consideram uma virtude a capacidade de questionar a velha prepotência do discipulado tradicional. Mas até que ponto podemos nos conformar com nosso &#8220;jeito de ser&#8221;? O velho discipulado insistia na necessidade do verdadeiro seguidor de Cristo buscar um testemunho aprovado; e é bem provável que o modelo entrou em colapso quando a hipocrisia da tentativa de ser &#8220;santo&#8221; ultrapassou o temor que é inerente ao bom testemunho.</p>
<p>Então convivemos com discursos inflamados de cristãos afirmando que &#8220;são assim e pronto&#8221;. Nada parecidos com os ensinamentos do mestre e com o testemunho de homens comuns que abandonaram tudo para seguirem a Jesus. E com certeza cadáveres vão ficando pelo caminho de um líder que possui este perfil. É como um tumor em meio à verdadeira causa dos santos, que é a salvação da alma.</p>
<p>Sei que não presto, não sou confiável e que pouca coisa de bom há em mim. Mas quero, POR FÉ, falar sobre o que quero ser e POSSO ser, por que Cristo assim falou a meu respeito. Quero discipular pessoas, animando-as a renunciarem igualmente à hipocrisia e ao conformismo com seus defeitos.</p>
<p>Quero fazer parte de um exército que luta por causas eternas. Por que as demandas desta vida, assim como a angústia dos que acham que podem fazer alguma coisa para mudar o mundo, não acabam nunca.</p>
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		<title>O problema é todo seu</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 13:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Geralmente quem sofre com o Alzheimer não é o doente, mas os que estão a sua volta. Igualmente os que possuem DDA;  ou trejeitos. O que nos tira a paz verdadeiramente é o que os outros fazem para nos incomodar; ou para confrontar nossas certezas acerca da vida. A característica mais marcante de nossa geração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Geralmente quem sofre com o Alzheimer não é o doente, mas os que estão a sua volta. Igualmente os que possuem DDA;  ou trejeitos. O que nos tira a paz verdadeiramente é o que os outros fazem para nos incomodar; ou para confrontar nossas certezas acerca da vida.<span id="more-943"></span></p>
<p>A característica mais marcante de nossa geração é o &#8220;empurrar a culpa&#8221;. Somos ótimos imitadores do homem Adão que, quando pego com a boca na botija, tratou logo de devolver a responsabilidade para Deus, afirmando que a culpa era <em>&#8220;da mulher que o Senhor me deu&#8221;</em>. Experimente levantar qualquer questionamento a alguém que está próximo a você. Dificilmente encontrará reações diferentes destas duas:</p>
<p><strong>1. Se a pessoa é subordinada a você</strong><br />
- NÃO FUI EU! EU NÃO FIZ NADA&#8230; DEVE TER SIDO O &#8220;FULANO&#8221;!</p>
<p><strong>2. Se a pessoa não é subordinada a você</strong><br />
- VAI SE FERRAR!</p>
<p>A maioria de nós não cogita nem a possibilidade de dizer &#8220;sim, eu errei&#8221;. Isto por que em nossa sociedade não há méritos no arrependimento. E é estranho compreender o porquê disto, visto que a redenção do homem nada tem a ver com erros e acertos.  Por melhor que sejamos em determinadas circunstâncias, com  certeza deixamos a desejar em outras. Mas preferimos pensar que bom mesmo é só nos arrependermos do que ainda não fizemos.</p>
<p>E esta linha de pensamento se estende por todos os setores da vida. Empurramos nossa responsabilidade para os políticos, pastores&#8230; e para a igreja. Todas as pessoas sobre a face da Terra afirmam conhecer alguém que não é &#8220;confiável&#8221;. Porém nunca assumem que ELAS MESMAS também não o são. E como pode então ser lícito culpar instituições do que é nossa responsabilidade? Não é a corrente tão forte quanto o seu elo mais frágil?</p>
<p>Perceba que, se as coisas não acontecem, a culpa é toda sua.<br />
Se outros estão desanimados, a culpa é toda sua.</p>
<p>Então pare de reclamar, reconheça sua culpa, arrependa-se&#8230; e comece a agir.<br />
Só não se esqueça de que não fomos chamados para resolver os problemas do mundo. Nosso papel é maior do que isto. Compartilhar a responsabilidade é nossa tarefa principal. Ensinando pessoas genuinamente arrependidas a replicarem este ensino. Sem medo de assumir a culpa; e implacáveis na busca do que é EXCELENTE.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Feliz 1º de abril</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 13:47:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pecado]]></category>

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		<description><![CDATA[A verdade é que nos contentamos com o que Deus tem nos dado. E que não cobiçamos as coisas do próximo. Acreditamos na justiça divina e confiamos que, o trabalhador é digno de seu salário. Cremos que Deus cuida de nossos interesses e, por isso, vivemos despreocupadamente, nos esforçando em fazer o melhor sempre. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A verdade é que nos contentamos com o que Deus tem nos dado. E que não cobiçamos as coisas do próximo. Acreditamos na justiça divina e confiamos que, o trabalhador é digno de seu salário. Cremos que Deus cuida de nossos interesses e, por isso, vivemos despreocupadamente, nos esforçando em fazer o melhor sempre.<span id="more-935"></span></p>
<p>A verdade é que temos lutado até a última gota de sangue pelos valores do evangelho. Quem dera as pessoas da igreja fossem boas como nós. Teríamos uma igreja perfeita. Todo trabalho seria bem executado e nunca mais haveriam reclamações.</p>
<p>A verdade é que não medimos &#8220;sucesso&#8221; ministerial pelo número de membros de uma igreja. Acreditamos piamente que a qualidade é mais importante. E nem queríamos fazer parte de uma comunidade grande. Ser grande dá trabalho demais.</p>
<p>A verdade é que somos pessoas confiáveis. Quem dera todos soubessem guardar segredo como nós!</p>
<p>Ai ai&#8230; Que saudades da &#8220;verdade&#8221;.</p>
<p><strong>A verdade é que mentimos todos os dias.<br />
Feliz primeiro de abril para você, mentiroso.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por que odiamos política?</title>
		<link>http://www.ariovaldo.com.br/2010/por-que-odiamos-politica/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 15:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ó cristão safado e preguiçoso, rápido e disposto a consumir porcarias que de nada edificam. Você seria capaz de explicar por que a preguiça de pensar tomou por completo sua vida? Tenha um pouco de paciência e reflita. Minha reflexão se iniciou quando&#8230; &#8230;procurado por dois amigos em fase de decisão sobre suas candidaturas nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ó cristão safado e preguiçoso, rápido e disposto a consumir porcarias que de nada edificam. Você seria capaz de explicar por que a preguiça de pensar tomou por completo sua vida? Tenha um pouco de paciência e reflita.</p>
<p>Minha reflexão se iniciou quando&#8230;<span id="more-912"></span></p>
<p>&#8230;procurado por dois amigos em fase de decisão sobre suas candidaturas nas próximas eleições, fui inquirido sobre qual minha opinião a respeito. Confesso que já gastei muito tempo de minha vida revendo convicções a respeito do envolvimento de cristãos na política e, naquele momento, eu só pude dizer que meu desejo era realmente que houvessem candidatos em quem eu acreditasse.</p>
<p>Apenas quero <strong>ACREDITAR </strong>de verdade.</p>
<p>O problema desta apatia  generalizada que tomou conta de nossa geração, é que um alto preço será pago num futuro nem tão distante assim. Tudo continuará ruim e, por omissão, somos tão culpados quanto cada corrupto no poder deste país.</p>
<p>A questão é analisarmos se de fato é necessário que um cristão se candidate a um cargo público. A experiência nos diz que militantes evangélicos geralmente são os piores. Então como transformar a história de uma cidade/estado/país sem estar diretamente à frente do poder?</p>
<p>No auge da perseguição ao cristianismo dentro do Império Romano, surgiu uma máxima que pode nos guiar para um caminho excelente e desafiador. Diziam que &#8220;<em><strong>o pensamento cristão é mais poderoso do que Roma</strong></em>&#8220;. Infelizmente esta frase não pode ser utilizada nos dias de hoje.</p>
<p>Creio que não faz diferença se o vereador eleito é um satanista, macumbeiro, ateu ou um pastor. Todos são pessoas da mesma laia. Pecadores e incapazes de buscar naturalmente o que é JUSTO. Porém, creio também em duas forças que, aplicadas em conjunto, quase que inevitavelmente proporcionam sucesso na proposta de transformar politicamente determinada região.</p>
<p>A primeira força é a oração. Mas não irei gastar meu tempo explicando como isto se dá e os &#8220;porquês&#8221;. Levante seu traseiro fétido da cadeira e procure na bíblia. Vai encontrar muitas explicações claras a respeito disto.</p>
<p>A segunda força é a influência. Não a que os evangélicos tem obtido às custas de formação de currais eleitorais, ou da terceirização de funções públicas em troca de dinheiro; mas através da influência moral individual que cada cristão DEVERIA exercer.</p>
<p>O político satanista ou ateu deveria, em tese, temer. Deveria, independente de suas crenças individuais, nutrir o temor que o Império Romano sentiu pelo pensamento cristão. Deveria ter respeito pelos mártires cristãos de nossa geração; e por todos os que, independente de governo, crise ou qualquer outra coisa, continuam a viver intensamente um evangelho unanimemente reconhecido como genuíno.</p>
<p>E nós, deveríamos dar o exemplo. Sendo aqueles que, renunciando ao lado sujo da política (tão visível em nossos denominacionalismos), começássemos a busca incessante pela justiça; não mais reclamando da má administração dos impostos, mas revelando que somos capazes de empreender com o que nos resta&#8230; e até com a nossa própria vida se necessário.</p>
<p>Deixemos Roma cuidar do que lhe é próprio; enquanto nós continuaremos a gastar nossa vida exclusivamente com o que é imp0rtante: pessoas.</p>
<p>A política é o reflexo do povo.<br />
Porém, a política também é o reflexo da omissão da Igreja em todos os níveis.<br />
Quando nós fizermos nossa parte, toda a sociedade será transformada.</p>
<p>Inclusive a política.</p>
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		<title>A história que ninguém contou</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 12:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
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		<category><![CDATA[Heresia]]></category>
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		<description><![CDATA[Há uma história sobre um tal de Jesus. Talvez já tenha ouvido falar alguma coisa sobre ele. Dizem que, por falta de vagas nos hotéis próximos à rodoviária, sua mãe acabou parindo no curral dos animais. E na falta de um berço decente, o pobre coitado teve que se contentar com o cocho dos animais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma história sobre um tal de Jesus. Talvez já tenha ouvido falar alguma coisa sobre ele. Dizem que, por falta de vagas nos hotéis próximos à rodoviária, sua mãe acabou parindo no curral dos animais. E na falta de um berço decente, o pobre coitado teve que se contentar com o cocho dos animais se alimentarem. Há relatos também de que o casamento de seus pais aconteceu em meio a certas circunstâncias estranhas. Parece que o homem suspeitava que a gravidez de sua futura esposa era de outro. E  isso era bem provável, pois ela ainda era comprovadamente virgem. Como diz o ditado: &#8220;família é tudo igual&#8230; só muda o endereço&#8221;. De fato, a inseminação artificial na época era DIVINA!<span id="more-807"></span></p>
<p>Lá pelos seus 12 anos, o moleque espichava na altura e começava a por pra fora os ideais reacionários de seu pai (não o de criação, mas o que engravidara sua mãe antes do casamento). Ao invés de ir pro campo de futebol que ficava próximo ao local onde se crucificavam pessoas (na época as penitenciárias não eram muito populares), o pivete insistia em perturbar os religiosos. Enchia todos eles de perguntas. E surpreendentemente, eles até gostavam. Digo que isto é surpreendente por que não se fazem mais religiosos como antigamente. Hoje em dia perguntas não são tão bem vindas. Principalmente se for sobre gastos de dinheiro nas igrejas.</p>
<p>Então Jesus atingiu a maioridade civil! E resolveu que ia fazer uma turnê com sua banda pelas cidades próximas. Como loucura é algo magnético, rapidamente recrutou 12 integrantes. Na época era permitido montar bandas de rock com tantos membros. Hoje em dia, passou de 5, é considerado grupo de pagode. O nome da banda era &#8220;O Filho e os homens&#8221;. Só tinha um problema: ninguém sabia tocar nada. Mas Jesus era um cara persistente. Como todo bom brasileiro, estava decidido a não desistir nunca! Acabou que por um erro de pronúncia, a banda ficou conhecida como &#8220;Filho do homem&#8221;. Mas há certa justiça nisso, pois infelizmente a banda não era tão boa. Bom mesmo era o vocalista. Jesus arregaçava com tudo e com todos. As letras de suas músicas mexiam realmente com as pessoas. E curiosamente, não havia nada de tão novo. Fazia algo que o Iron Maiden faz até hoje: citou textos históricos e amplamente conhecidos. E em meio à turnê, multidões começaram a se aglomerar. E graças a seus talentos vocais insuperáveis (desculpe Bruce Dickinson, mas Jesus era o máximo), ficou conhecido por Mestre.</p>
<p>A maioria das pessoas ignorava que o talento de Jesus foi descoberto por um famoso produtor chamado João Batista. Esse tal de Batista era um verdadeiro garimpeiro! Ele inclusive foi o idealizador do primeiro &#8220;Rock in Rio Jordão&#8221;, show em que Jesus se apresentou publicamente pela primeira vez. O show foi incrível. As pessoas ficaram atônitas, sem entender de onde vinha aquela voz celestial. Infelizmente o pobre Batista não pode agenciar ao Mestre. Como a maioria dos produtores musicais, acabou perdendo a cabeça e foi assassinado de maneira trágica.</p>
<p>Ao contrário do baixista (um tal de Judas), que em seu íntimo desejava fazer carreira solo num futuro próximo, Jesus queria que a banda perpetuasse sua musicalidade por toda a eternidade. E pra isso investiu pesado na formação de cada um dos integrantes. E dedicou-se com afinco durante longos 3 anos de turnê.</p>
<p>A turnê foi um sucesso absoluto. A fama de Jesus o precedia. Multidões aguardavam ao Mestre nas entradas das cidades. E ele era muito amigável e simpático. Não recusava um autógrafo para nenhum de seus fãs. Mas fã é um bicho complicado. Hoje tá atrás de Jesus&#8230; amanhã já tá atrás do Calypso. Mas mesmo sabendo que a multidão não era fiel a suas músicas, Jesus continuava a cantar. E desafiava a cada pessoa que encontrava a também montar uma banda. Infelizmente, muitos são chamados, mas poucos escolhem para si este caminho.</p>
<p>Em vista da quantidade de interessados em sua musicalidade, Jesus organizou uma espécie de escola itinerante de música. Chegou a ter setenta alunos, que eram enviados de dois a dois para pequenos shows nas comunidades próximas. Os setenta voltaram de sua primeira apresentação com &#8220;sangue nos zóio&#8221;. Sentiram pela primeira vez o poder do Rock. Mas Jesus os advertiu que não se empolgassem pela multidão ou pela fama, mas sim por terem o privilégio de cantar músicas tão divinas.</p>
<p>Jesus era um cara estranho. Mesmo podendo hospedar-se nos melhores hotéis, preferia dormir na casa de amigos. E nem eram amigos de longa data. A maioria eram pessoas conhecidas nas ruas, em meio à turnê. Coisa de <em>rockstar</em> mesmo.</p>
<p>E eu poderia contar dezenas de histórias inéditas sobre Jesus e suas incríveis façanhas. Mas o realmente deve ser observado é sua atitude em, sendo o Deus do rock, se fazer acessível como um mero fã, para que todos nós possamos conhecer sua música.</p>
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