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	<title>ARIOVALDO.com.br &#187; Angústia</title>
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	<description>Tentando viver de modo digno, até encontrar uma morte digna.</description>
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		<title>Priorizamos o que é importante?</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 18:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Numa convocação de oração para homens, mais de 200 prontamente responderam. Coisa bonita de se ver. Dois mil anos de cristianismo e ainda está viva a chama que faz com que pessoas deixem o conforto de suas casas para reunirem-se num lugar afastado, longe da civilização, para contemplarem os céus e participarem de momentos intensos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa convocação de oração para homens, mais de 200 prontamente responderam. Coisa bonita de se ver. Dois mil anos de cristianismo e ainda está viva a chama que faz com que pessoas deixem o conforto de suas casas para reunirem-se num lugar afastado, longe da civilização, para contemplarem os céus e participarem de momentos intensos de oração coletiva.</p>
<p>Mas então não pude deixar de reparar na ORDEM com que as orações acabaram por ser dirigidas. E isto sinceramente me incomoda muito. Principalmente por que não estou falando do erro alheio, mas de erros dos quais eu sou cúmplice.<span id="more-1013"></span></p>
<p>As orações foram realizadas na seguinte ordem: para os empresários; para as autoridades; para os autônomos; para os artistas e médicos; para os professores&#8230;</p>
<p>Então imediatamente imaginei como seria a figura de Cristo mobilizando um grupo de oração. Ele chamaria seus doze discípulos e dirigiriam-se a um certo &#8220;monte&#8221; afastado. E lá começariam orando na seguinte ordem: primeiro para o Império Romano; depois para os Fariseus; para os Saduceus; para os Publicanos cobradores de impostos&#8230;</p>
<p>Ei! Pera lá! Jesus jamais fez estas orações. E afirmava que o seu Reino não era deste mundo. Que nada tinha a ver com este modelo de organização social e política estabelecidos. Este mundo, seus líderes e seus interesses, apesar de estarem debaixo da autoridade divina, ainda sim não fazem parte DO REINO.</p>
<p>Jesus não serviria para ser pastor em uma igreja evangélica contemporânea. Por que sua insistência em orar prioritariamente pelos perdidos, pelos abandonados, pelas viúvas, pelos órfãos, pelos que sofrem&#8230; por todas as ovelhas perdidas&#8230; ahhh&#8230; essa insistência de Jesus o desqualifica para o nosso sistema.</p>
<p>Somos melhores que Cristo?<br />
Então por que nossos interesses são tão divergentes dos valores do Reino?<br />
Ou será que minha bíblia está errada?</p>
<p>Priorizamos o que é realmente importante?</p>
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		<title>Contrata-se pastores com urgência</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 17:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou farto de pessoas que se consideram senhores da razão. Manipuladores de palavras em favor de suas causas pessoais. Estou farto por que acredito que o propósito daquele que expõe uma idéia é, primordialmente, se abrir ao julgamento alheio e jamais ponderar de maneira absoluta sobre determinado assunto. Absoluta é apenas a palavra de Deus. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou farto de pessoas que se consideram senhores da razão. Manipuladores de palavras em favor de suas causas pessoais. Estou farto por que acredito que o propósito daquele que expõe uma idéia é, primordialmente, se abrir ao julgamento alheio e jamais ponderar de maneira absoluta sobre determinado assunto. Absoluta é apenas a palavra de Deus. E mesmo assim há alguns mestres em garimpar conveniência das sagradas escrituras.<span id="more-1001"></span></p>
<p>Já me perguntaram por que eu não modero comentários neste blog. O único motivo que faz sentido para justificar minha decisão em conviver com o escárnio é que creio verdadeiramente que minhas palavras não são a meu favor. O objetivo de minha pregação não é a minha defesa. Mas com certeza sou o primeiro a vestir a carapuça em cada detalhe que sou capaz de apontar.</p>
<p>No contexto bíblico eram os doutores da lei que estavam com a razão. Eles tinham todos os motivos para perseguir a religião dos cristãos. Mas devemos sempre atentar para o fato de que nem sempre &#8220;ter bons motivos&#8221; basta.</p>
<p>Bons motivos são geralmente o motivo de nossas desgraças. Tome por exemplo as &#8220;alianças&#8221;. As entre ministérios fundamentadas em conveniências pessoais são totalmente desprezíveis. E no contexto evangélico a expressão &#8220;amizade de porta de bar&#8221; se transformou em &#8220;amizade em véspera de evento&#8221;. No restante dos dias, cada um que viva segundo a sua razão, lutando por seus próprios interesses. Cada um lutando por seu próprio feudo.</p>
<p>E enquanto isto alguns de nós continuam a caminhada. Fora do glamour e desesperados até o último fio de cabelo. Continuamos a clamar para que Deus mate as febres passageiras e que traga logo os autênticos trabalhadores. Precisamos que os pastores do rebanho de Deus sejam manifestos, por que as demandas tem se apresentado insaciáveis. Caminhamos sem nos justificar; mas lutando para que a justificação do evangelho alcance a muitos.</p>
<p>Em nossa igreja currículos de pastores são bem vindos. Mas apenas os escritos com sangue e suor; sobre a própria carne. Cujas referências ecoem como ações de graças a Deus em todo instante. E que sejam dignos o suficiente para renunciarem à razão. Pois o mundo está novamente cheio de doutores da lei.</p>
<p>Aos que convivem conosco na esperança de obterem apenas um estágio na vida cristã, afirmamos categoricamente que VOCÊS NÃO SÃO BEM VINDOS. E os que aguardavam um grito de recrutamento para alistarem-se nas milícias celestiais, MANIFESTEM-SE.</p>
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		<title>O que é felicidade</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 02:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vejo muitas pessoas que consideram que o objetivo pelo qual foram criadas por Deus é encontrar a tal da felicidade. E obviamente tais pessoas sofrem decepções seguidas em suas vidas, simplesmente por que convivem com um sentimento de prejuízo; já que na prática a felicidade vinculada a satisfação de nossos desejos raramente é alcançada. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vejo muitas pessoas que consideram que o objetivo pelo qual foram criadas por Deus é encontrar a tal da felicidade. E obviamente tais pessoas sofrem decepções seguidas em suas vidas, simplesmente por que convivem com um sentimento de prejuízo; já que na prática a felicidade vinculada a satisfação de nossos desejos raramente é alcançada.<span id="more-998"></span></p>
<p>Mas biblicamente é explícito que Deus não tem compromisso algum com nossa felicidade. Deus nos ignora completamente e faz questão de frustrar nosso desejos. Nosso Senhor é o grande estraga prazeres. E nós seremos eternamente alheios aos planos de Deus enquanto não compreendermos o real sentido da vida.</p>
<p>O objetivo pelo qual cada um de nós foi criado é DAR A SUA VIDA EM FAVOR DE OUTROS. E apenas quem compreende tal coisa irá encontrar a verdadeira felicidade que acompanha aqueles que discerniram seu chamado e vocação. Portanto, não faz diferença se as pessoas que você é obrigado a suportar colaboram ou não com seus planos. Independente do grau de dificuldade, não há outra coisa a ser feita senão cumprir cabalmente a ordem de nos relacionarmos. E não nos esforçamos para sermos &#8220;bonzinhos&#8221; para alcançar o céu. Na verdade apenas aqueles que já compreendem que são cidadãos do céu é que não conseguirão evitar o dar tudo de si mesmo.</p>
<p>Somente seremos mais que vencedores quando aprendermos a perder em favor daqueles que não merecem. E não é difícil encontrar tais pessoas, pois raramente alguém merece algo de bom.</p>
<p>Devido ao fato de todos estarmos debaixo da vontade divina com relação a nossa &#8220;data de validade&#8221;, cabe a nós naturalmente rapidamente expressarmos qual o propósito de nossa existência. Aqueles que irão se perder, rapidamente expressando a perdição em cada respiração. E aqueles que serão salvos, progredindo no sentido do único caminho.</p>
<p>Morrer por uma causa é nobre, mas a morte só é digna quando aprendemos a viver pelo que verdadeiramente vale a pena.</p>
<p>E nós que somos salvos não podemos resistir. Morreremos em plena felicidade por que sabemos que nossa pátria não é deste mundo. Não importa o quanto o fogo queime. A lenha logo acaba; e a VIDA ETERNA se revela com toda a sua plenitude.</p>
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		<title>Viciados em púlpito</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 12:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sofro de uma série dificuldade em suportar pessoas que se convidam para pregar/tocar na igreja da qual faço parte. Sério mesmo! Creio que um pouco disto se dá pelas inúmeras vezes em que me decepcionei com pop-stars da fé que vieram de fora e falaram merda em público. Já me decepcionei tanto com pastores quanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sofro de uma série dificuldade em suportar pessoas que se convidam para pregar/tocar na igreja da qual faço parte. Sério mesmo! Creio que um pouco disto se dá pelas inúmeras vezes em que me decepcionei com pop-stars da fé que vieram de fora e falaram merda em público. Já me decepcionei tanto com pastores quanto com bandas que fazem sucesso no mainstream.<span id="more-972"></span></p>
<p>Minha dúvida é por que pregadores e músicos consideram normal este vício em aparecer. Parece que uma visita não vale a pena se não houver a oportunidade de dizer algo no foco dos holofotes.</p>
<p>Particularmente, não me ofereço jamais para pregar em outras igrejas. Não mesmo! Com exceção de uma ou duas, em que estou me oferecendo por pura sacanagem, só pra revidar os insistentes auto-convites realizados por tais pessoas.</p>
<p>O meu púlpito são as rodas de amigos, nas ruas e nos bares.<br />
Meu microfone é a palavra.<br />
E não preciso de exclusividade para falar.<br />
Nem de mais volume que os demais.</p>
<p>Dispenso os holofotes, dispenso ficar no degrau mais alto.<br />
Deste vício já fui curado. Agora sou apenas um ex-viciado.</p>
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		<title>Comunidade dos chatos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Apr 2010 21:32:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um mundo de relacionamentos descartáveis, se torna cada vez mais difícil atenuar o sentimento de tédio que é comum a todos os seres humanos a partir de uma certa idade. E é fato que as igreja criar programações aos sábados (que muitas vezes são verdadeiros programas de índio) simplesmente para ocupar a mente daqueles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um mundo de relacionamentos descartáveis, se torna cada vez mais difícil atenuar o sentimento de tédio que é comum a todos os seres humanos a partir de uma certa idade. E é fato que as igreja criar programações aos sábados (que muitas vezes são verdadeiros programas de índio) simplesmente para ocupar a mente daqueles que ainda sentem prazer no relacionamento, demonstra o quanto nos privamos dos melhores prazeres que deveriam ser expontâneos na vida; como por exemplo a autêntica COMUNHÃO.<span id="more-951"></span></p>
<p>A dificuldade de lidar com pessoas casadas é a tendência que estas possuem em se segregarem das pessoas solteiras, a começar pelo tipo de atividade que preferem se envolver. Parece que as únicas opções existentes, necessariamente envolvem comida e possuem como variação apenas o local: se é na sua casa ou na minha.</p>
<p>Os programas dos solteiros também não são lá essas coisas. Quando não conhecíamos a Cristo, havia prazer em cada conversa com amigos, discutindo o impossível e frequentando lugares não-confortáveis; simplesmente pelo prazer de podermos nos socializarmos com pessoas diferentes. Mas, uma vez que tais pessoas passam para &#8220;o lado de cá&#8221;, entram para um círculo vicioso que envolve comida e filmes. E os tais ainda criticam os casados por não os acompanharem.</p>
<p>Independente de se somos casados ou solteiros, por que a vida social da maioria dos cristãos está delimitada por atividades rotineiras, previsíveis e desanimadoras? Por que nos tornamos a Comunidade dos Chatos, testemunhas vivas de como é preciso sair de tudo que é divertido para ser cristão? Sinceramente não compreendo isto.</p>
<p>Talvez a resposta esteja em como lidamos com a cultura deste mundo. A cultura é um pilar indispensável das relações sociais e quem a despreza acaba vivendo como se pretendesse sair deste planeta. Obviamente esta é uma decisão idiota, que filia pessoas todos os dias na Comunidade dos Chatos.</p>
<p>Estou cansado de gente que perdeu seu vigor no começo da caminhada. Preciso de desafios e preciso agora. Simplesmente por que as &#8220;belezas&#8221; deste mundo podem até parecerem atraentes, mas sei que não são para mim.</p>
<p>Não quero e nem vou fazer parte da Comunidade dos Chatos.<br />
Prefiro vadiar por este mundo infernal, em busca de novos amigos.</p>
<p>Quem sabe seja possível encontrar pessoas que tenham a mesma sede da verdadeira COMUNHÃO.</p>
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		<title>O problema é todo seu</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 13:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Geralmente quem sofre com o Alzheimer não é o doente, mas os que estão a sua volta. Igualmente os que possuem DDA;  ou trejeitos. O que nos tira a paz verdadeiramente é o que os outros fazem para nos incomodar; ou para confrontar nossas certezas acerca da vida. A característica mais marcante de nossa geração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Geralmente quem sofre com o Alzheimer não é o doente, mas os que estão a sua volta. Igualmente os que possuem DDA;  ou trejeitos. O que nos tira a paz verdadeiramente é o que os outros fazem para nos incomodar; ou para confrontar nossas certezas acerca da vida.<span id="more-943"></span></p>
<p>A característica mais marcante de nossa geração é o &#8220;empurrar a culpa&#8221;. Somos ótimos imitadores do homem Adão que, quando pego com a boca na botija, tratou logo de devolver a responsabilidade para Deus, afirmando que a culpa era <em>&#8220;da mulher que o Senhor me deu&#8221;</em>. Experimente levantar qualquer questionamento a alguém que está próximo a você. Dificilmente encontrará reações diferentes destas duas:</p>
<p><strong>1. Se a pessoa é subordinada a você</strong><br />
- NÃO FUI EU! EU NÃO FIZ NADA&#8230; DEVE TER SIDO O &#8220;FULANO&#8221;!</p>
<p><strong>2. Se a pessoa não é subordinada a você</strong><br />
- VAI SE FERRAR!</p>
<p>A maioria de nós não cogita nem a possibilidade de dizer &#8220;sim, eu errei&#8221;. Isto por que em nossa sociedade não há méritos no arrependimento. E é estranho compreender o porquê disto, visto que a redenção do homem nada tem a ver com erros e acertos.  Por melhor que sejamos em determinadas circunstâncias, com  certeza deixamos a desejar em outras. Mas preferimos pensar que bom mesmo é só nos arrependermos do que ainda não fizemos.</p>
<p>E esta linha de pensamento se estende por todos os setores da vida. Empurramos nossa responsabilidade para os políticos, pastores&#8230; e para a igreja. Todas as pessoas sobre a face da Terra afirmam conhecer alguém que não é &#8220;confiável&#8221;. Porém nunca assumem que ELAS MESMAS também não o são. E como pode então ser lícito culpar instituições do que é nossa responsabilidade? Não é a corrente tão forte quanto o seu elo mais frágil?</p>
<p>Perceba que, se as coisas não acontecem, a culpa é toda sua.<br />
Se outros estão desanimados, a culpa é toda sua.</p>
<p>Então pare de reclamar, reconheça sua culpa, arrependa-se&#8230; e comece a agir.<br />
Só não se esqueça de que não fomos chamados para resolver os problemas do mundo. Nosso papel é maior do que isto. Compartilhar a responsabilidade é nossa tarefa principal. Ensinando pessoas genuinamente arrependidas a replicarem este ensino. Sem medo de assumir a culpa; e implacáveis na busca do que é EXCELENTE.</p>
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		<title>Propaganda versus Evangelismo</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 14:15:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Somos especialistas em fazer propaganda enfatizando exatamente aquilo que não somos. Isto é quase sempre uma regra. No desespero de atingirmos um grupo grande de pessoas, atropelar a ética se torna algo comum. É preciso perceber que a ética para a elaboração de mídias de produtos não pode ser utilizada para a disseminação do evangelho. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Somos especialistas em fazer propaganda enfatizando exatamente aquilo que não somos. Isto é quase sempre uma regra. No desespero de atingirmos um grupo grande de pessoas, atropelar a ética se torna algo comum. É preciso perceber que a ética para a elaboração de mídias de produtos não pode ser utilizada para a disseminação do evangelho.<span id="more-768"></span></p>
<p>Isto se dá por que o evangelho não deve ser associado a um produto. A publicidade de um produto quase sempre busca encontrar um apelo emocional para que pessoas o comprem. Mas emocionalismo não é o sentimento correto daquele que conhece verdadeiramente o evangelho; pois é algo volúvel e que não durará muito tempo. Quem se entrega a apelos emocionais e compra algo, quase sempre irá trocar sua aquisição por uma &#8220;melhor&#8221; num futuro próximo.</p>
<p>Outro grande problema que enfrentamos ao falar em evangelismo, é tentarmos aplicar conceitos de marketing à igrejas. Conceitualmente, igrejas costumam ser exatamente o contrário do que sua divulgação afirma. Esta dualidade entre a mídia e a realidade, provoca decepções tremendas. E também não deixa de ser uma mentira. Já vi muitas pessoas que ficaram impressionadas por práticas de rua, ou até mesmo por eventos ditos de &#8220;evangelismo&#8221;, que abusavam de expressões artísticas. Mas ao chegar no culto de domingo, tais pessoas se sentiam enganadas. Parecia que todo aquele ambiente legal foi apenas uma isca para se apresentar mais &#8220;do mesmo de sempre&#8221;.</p>
<p>E talvez o tipo mais comum de decepção provocada pela propaganda é quando uma pessoa se filia a uma igreja na perspectiva de viver com pessoas melhores que ela mesma. Isto é algo que quase sempre acaba mal. Afinal, a igreja é a comunidade dos arrependidos; daqueles que buscam a vida em santidade, mas&#8230; o quanto somos melhores que os de fora? Na ânsia de estar andando com pessoas &#8220;sem problemas&#8221;, muitos acabam formando grupos organizados pelo pior tipo de afinidade: suas dificuldades. E estes tem tudo o que é necessário para promover grandes tragédias. Mas se nosso marketing abordasse a verdade, pessoas saberiam que em nosso meio, trabalhamos como um hospital: muitos doentes, buscando constante recuperação.</p>
<p>Conheço uma igreja que possui um banner com a foto de algumas pessoas escolhidas a dedo em sua fachada. Porém, com o tempo, algumas pessoas abandonaram a fé. Inclusive, duas pessoas se revelaram homossexuais e se afastaram completamente da comunidade. Este banner por muitos é considerado como uma propaganda que deu errado e que, com certa urgência, necessita ser substituído. Inclusive há quem defenda o uso de bancos de imagens (com imagens pessoas desconhecidas) na confecção de uma nova fachada. Mas&#8230; há algo mais autêntico do que o velho banner? O velho representa a verdade. Diz que no nosso meio há pessoas com problemas. Que alguns talvez não chegarão até o fim, apesar de suas juras de amor a Cristo. E também revela que temos problemas como qualquer outra pessoa.</p>
<p>Esta é a publicidade da verdade; que não mente para se alcançar resultados. E com certeza, um evangelismo baseado em mentiras, não pode ser usado para representar aquele que é o caminho, A VERDADE e a vida.</p>
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		<title>Por que odiamos política?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 15:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ó cristão safado e preguiçoso, rápido e disposto a consumir porcarias que de nada edificam. Você seria capaz de explicar por que a preguiça de pensar tomou por completo sua vida? Tenha um pouco de paciência e reflita. Minha reflexão se iniciou quando&#8230; &#8230;procurado por dois amigos em fase de decisão sobre suas candidaturas nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ó cristão safado e preguiçoso, rápido e disposto a consumir porcarias que de nada edificam. Você seria capaz de explicar por que a preguiça de pensar tomou por completo sua vida? Tenha um pouco de paciência e reflita.</p>
<p>Minha reflexão se iniciou quando&#8230;<span id="more-912"></span></p>
<p>&#8230;procurado por dois amigos em fase de decisão sobre suas candidaturas nas próximas eleições, fui inquirido sobre qual minha opinião a respeito. Confesso que já gastei muito tempo de minha vida revendo convicções a respeito do envolvimento de cristãos na política e, naquele momento, eu só pude dizer que meu desejo era realmente que houvessem candidatos em quem eu acreditasse.</p>
<p>Apenas quero <strong>ACREDITAR </strong>de verdade.</p>
<p>O problema desta apatia  generalizada que tomou conta de nossa geração, é que um alto preço será pago num futuro nem tão distante assim. Tudo continuará ruim e, por omissão, somos tão culpados quanto cada corrupto no poder deste país.</p>
<p>A questão é analisarmos se de fato é necessário que um cristão se candidate a um cargo público. A experiência nos diz que militantes evangélicos geralmente são os piores. Então como transformar a história de uma cidade/estado/país sem estar diretamente à frente do poder?</p>
<p>No auge da perseguição ao cristianismo dentro do Império Romano, surgiu uma máxima que pode nos guiar para um caminho excelente e desafiador. Diziam que &#8220;<em><strong>o pensamento cristão é mais poderoso do que Roma</strong></em>&#8220;. Infelizmente esta frase não pode ser utilizada nos dias de hoje.</p>
<p>Creio que não faz diferença se o vereador eleito é um satanista, macumbeiro, ateu ou um pastor. Todos são pessoas da mesma laia. Pecadores e incapazes de buscar naturalmente o que é JUSTO. Porém, creio também em duas forças que, aplicadas em conjunto, quase que inevitavelmente proporcionam sucesso na proposta de transformar politicamente determinada região.</p>
<p>A primeira força é a oração. Mas não irei gastar meu tempo explicando como isto se dá e os &#8220;porquês&#8221;. Levante seu traseiro fétido da cadeira e procure na bíblia. Vai encontrar muitas explicações claras a respeito disto.</p>
<p>A segunda força é a influência. Não a que os evangélicos tem obtido às custas de formação de currais eleitorais, ou da terceirização de funções públicas em troca de dinheiro; mas através da influência moral individual que cada cristão DEVERIA exercer.</p>
<p>O político satanista ou ateu deveria, em tese, temer. Deveria, independente de suas crenças individuais, nutrir o temor que o Império Romano sentiu pelo pensamento cristão. Deveria ter respeito pelos mártires cristãos de nossa geração; e por todos os que, independente de governo, crise ou qualquer outra coisa, continuam a viver intensamente um evangelho unanimemente reconhecido como genuíno.</p>
<p>E nós, deveríamos dar o exemplo. Sendo aqueles que, renunciando ao lado sujo da política (tão visível em nossos denominacionalismos), começássemos a busca incessante pela justiça; não mais reclamando da má administração dos impostos, mas revelando que somos capazes de empreender com o que nos resta&#8230; e até com a nossa própria vida se necessário.</p>
<p>Deixemos Roma cuidar do que lhe é próprio; enquanto nós continuaremos a gastar nossa vida exclusivamente com o que é imp0rtante: pessoas.</p>
<p>A política é o reflexo do povo.<br />
Porém, a política também é o reflexo da omissão da Igreja em todos os níveis.<br />
Quando nós fizermos nossa parte, toda a sociedade será transformada.</p>
<p>Inclusive a política.</p>
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		<title>Um remédio chamado hipocrisia</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 01:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Outros]]></category>
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		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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		<description><![CDATA[João Batista era um tipo de profeta enfático e duro com as palavras. E tais palavras, obviamente, incomodavam e despertavam 3 tipos de reações. Indiferença, ódio e arrependimento. Curiosamente não há muitas referências aos indiferentes na narrativa dos evangelhos. Estes eram considerados simplesmente como &#8220;as ovelhas perdidas da casa de Israel&#8221;. Já os que odiavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João Batista era um tipo de profeta enfático e duro com as palavras. E tais palavras, obviamente, incomodavam e despertavam 3 tipos de reações. Indiferença, ódio e arrependimento. Curiosamente não há muitas referências aos indiferentes na narrativa dos evangelhos. Estes eram considerados simplesmente como &#8220;as ovelhas perdidas da casa de Israel&#8221;. Já os que odiavam os discursos do profeta, ah&#8230; estes possuem participação ativa na história; e possuem um lugar &#8220;bem quentinho&#8221; reservado na eternidade. Mas o grupo que mais se assemelha aos cristãos do presente século é o terceiro tipo. Pessoas arrependidas&#8230; que podem não ser necessariamente salvas.<span id="more-880"></span></p>
<p>A expressão utilizada por João para confrontar a tais pessoas era &#8220;raça de víboras&#8221;. Particularmente considero esta expressão muito mais dura do que o &#8220;idiota&#8221; que usei recentemente em alguns textos e, por isso, recebi trocentas mensagens de repúdio ao meu linguajar. Mas voltando ao assunto&#8230; parece que o texto bíblico não se importa com a dureza do profeta. Afinal, todo aquele povo não passava de um bando de cobras. Bicho bonitinho&#8230; e traiçoeiro.</p>
<p>O motivo pelo qual os arrependidos daquela época foram confrontados é bem simples. Faziam questão de batizar-se mediante a confissão de seus pecados. E, voltando à realidade de suas vidas egoístas e totalmente longe dos preceitos da justiça de Deus, necessitavam retornar ao rio Jordão para novamente serem batizados mediante a demonstração de arrependimento.</p>
<p>Como João Batista não era besta, ferozmente alertou àquelas pessoas que a única maneira de fugirem definitivamente da ira vindoura era PRODUZINDO FRUTOS DIGNOS DE ARREPENDIMENTO.</p>
<p>E eis a questão que continua a soar como condenação a toda uma geração.</p>
<p>Mudamos a figura do profeta pelo pastor do domingo. E semana após semana, o arrependido recebe a oração em um momento de grande contrição. Pena que, devido à ausência dos frutos de arrependimento, nem o infinito de orações de fim de culto serão capazes de transformar este pecador safado em um pecador genuinamente salvo.</p>
<p>E, obviamente, se temos que lidar com uma geração contaminada com tais preceitos, quem serãos os responsáveis senão nós mesmos que semeamos as devidas sementes equivocadas?</p>
<p>Somos os mestres em ouvir discursos maravilhosos, concedidos aos nossos ouvidos através das palavras de tantos homens em nossa geração. E como as coisas mudaram! Há dúzias de bons cristãos, gritando a verdade das mais diversas maneiras.</p>
<p>Mas preferimos continuar em nossa caminhada mesquinha e egoísta. Passando na drogaria mais próxima antes de cada momento de confronto; adquirindo e se entorpecendo com o remédio chamado hipocrisia. Pois só assim conseguiremos aplaudir aos homens de Deus; e em seguida voltarmos aos nossos próprios interesses.</p>
<p>Pregadores da minha geração&#8230; gritem!<br />
Cristãos genuínos que ainda respiram&#8230; procurem uma maneira da verdade transformar-se em FRUTOS DIGNOS.</p>
<p>É nossa responsabilidade.</p>
<p><strong>&#8220;Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.&#8221; (Tiago 2:18)</strong></p>
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		<title>Hipocrisia pastoral</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 13:25:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
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		<category><![CDATA[Conspirações]]></category>
		<category><![CDATA[Heresia]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das coisas mais desagradáveis que sou obrigado a conviver no convívio com &#8220;pastores&#8221;, é a hipocrisia doutrinária comparativa. Líderes de ministérios estão todo o tempo fazendo comparações. Desde o número de &#8220;membros&#8221; em uma determinada congregação, passando pelas estratégias que oferecem resultados, pelas análises pseudo intelectuais de suas fundamentações teológicas e, finalmente, com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas mais desagradáveis que sou obrigado a conviver no convívio com &#8220;pastores&#8221;, é a hipocrisia doutrinária comparativa. Líderes de ministérios estão todo o tempo fazendo comparações. Desde o número de &#8220;membros&#8221; em uma determinada congregação, passando pelas estratégias que oferecem resultados, pelas análises pseudo intelectuais de suas fundamentações teológicas e, finalmente, com a arrecadação nos gasofilácios. É sempre assim. Escolhem como critério de comparação aquilo que julgam serem melhores que os demais. Ninguém jamais quer ser comparado em um quesito que seja um ponto fraco de seu ministério/igreja.<span id="more-844"></span></p>
<p>Nesta fúria estúpida por desejar ser melhor que outros, uma das coisas que mais me ofende são os pastores retrucadores. Aqueles que sempre tem alguma coisa a acrescentar&#8230; e adoram citar textos gringos para sustentar seus pontos de vista. Temos uma geração falida em vários quesitos&#8230; e que encontrou no estilo de ser &#8220;cabeção&#8221;, a maneira de ser idolatrada por suas ovelhas. É uma pena que ficar calado é uma das coisas que o &#8220;amplo conhecimento&#8221; não ensina a nenhum pastor. Uma geração de pessoas hipócritas e louca para dar respostas a todas as coisas (como se isso fosse possível). E além de tudo, uma geração idólatra, que coloca pessoas de ministérios distantes como &#8220;grandes&#8221;, enquanto ignora completamente as virtudes e acertos de seus compatriotas; talvez por os considerar como concorrência.</p>
<p>De métodos as igrejas também estão fartas. Já sabemos até como xingar com propósito, apostolicamente ou em células. Mas tudo isto não foi capaz de produzir a tal revolução que arde no coração dos verdadeiros filhos de Deus. Um pastor que se considera treinado, preparado ou cheio de métodos e experiência, deve necessariamente ser desqualificado do serviço. Este já possui seu coração corrompido pela soberba. Não dá pra ignorar que Jesus escolheu para seus discípulos exatamete o tipo de gente que jamais escolheríamos para líderes. Jesus errou? Somos nós melhores?</p>
<p>Pastores, líderes, ministérios e pessoas&#8230; todos devem se apresentar de maneira transparente. Precisamos ser inspiradores mas também autênticos. Somos altamente capazes de falar sobre a glória de Deus&#8230; mas de que adianta apenas falar? Deveríamos nos revirar do avesso, mostrando nossas angústias, dificuldades, sofrimentos, medos&#8230; e TAMBÉM nossa única esperança. Devemos jogar a imagem do pastor e do super-crente no lixo. Por que o mundo jamais precisou de tais pessoas. O mundo precisa de pessoas de verdade, especialistas em chorar com os que choram e se alegrar com os que se alegram. Pessoas que apesar de todo o sofrimento e dificuldade, são os primeiros a por mão no bolso em favor do desconhecido que passa por necessidade.</p>
<p>A luz do evangelho brilha muito mais em pessoas reais.<br />
Aqueles que olham para pessoas e enxergam como elas realmente são.<br />
E que consideram a todos superiores a si mesmos. Pela fé!</p>
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