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	<title>ARIOVALDO.com.br</title>
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	<description>Tentando viver de modo digno, até encontrar uma morte digna.</description>
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		<title>Desabafos no Twitter</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 16:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os que detém o controle das massas nas igrejas estão tão cegos que não percebem que os maiores inimigos de Cristo são eles mesmos. Não consigo conceber a possibilidade de SER Igreja sem pensar na liberdade plena que Cristo nos deu. É o evangelho libertando pessoas! Não quero ensinar ninguém a me obedecer. Seria um [...]]]></description>
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<p>Os que detém o controle das massas nas igrejas estão tão cegos que não percebem que os maiores inimigos de Cristo são eles mesmos. Não consigo conceber a possibilidade de SER Igreja sem pensar na liberdade plena que Cristo nos deu. É o evangelho libertando pessoas! Não quero ensinar ninguém a me obedecer. Seria um desperdício pra ambas as partes ensinar isto. Quero inspirar pessoas a seguirem a Cristo!</p>
<p>O mesmo evangelho que SALVA que também testemunha contra aqueles que resistem a Cristo. Portanto pregar salva e condena ao mesmo tempo. Por isso dizer &#8220;Senhor, Senhor&#8221; não faz diferença alguma. Conhecer o evangelho ou viver uma pseudo-religiosidade é perda de tempo.</p>
<p>Mutilar a si mesmo (e a outros) com a desculpa estúpida de que isso é &#8220;santidade&#8221;, é a coisa mais idiota que alguém pode fazer.</p>
<p>Se o pastor tem PODER, a culpa é toda sua. Você que sustenta isso! Mas se o pastor tem RESPEITO, é por que de fato é SERVO da comunidade.</p>
<p>Santidade é viver intensamente TUDO que Deus criou COM SABEDORIA. Sem se corromper. Sem se tornar escravo de coisa alguma. Mas Santidade é também não se omitir. É viver intensamente! É se importar com a causa do outro&#8230; e não fugir com medo do &#8220;mundo&#8221;.</p>
<p>Por que eu deveria temer o &#8220;mundo&#8221;? Jesus já o venceu. Meu temor é apenas de Deus. Por que só Ele tem poder sobre a minha vida. Só Ele pode me tirar da miséria existencial eterna.</p>

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		<title>Seria Deus injusto?</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 14:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fé]]></category>
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		<description><![CDATA[Resolvi escrever este texto como resposta a uma das perguntas que me foram enviadas no Formspring. O assunto é bem interessante e com certeza seriam necessárias muito mais palavras para descrever de maneira exaustiva a visão da fé cristã geral sobre o assunto. Mas ainda sim me propus a tentar fazê-lo de maneira resumida. PERGUNTA [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Resolvi escrever este texto como resposta a uma das perguntas que me foram enviadas no Formspring. O assunto é bem interessante e com certeza seriam necessárias muito mais palavras para descrever de maneira exaustiva a visão da fé cristã geral sobre o assunto. Mas ainda sim me propus a tentar fazê-lo de maneira resumida.</p>
<p><strong>PERGUNTA &#8211; Pastor, o senhor pode comentar algo sobre as questões que levantam acerca das pessoas que nascem com doenças congênitas (geralmente querendo mascarar sua incredulidade e dizer o absurdo que Deus é injusto)?<span id="more-1282"></span></strong></p>
<p><em>Muito oportuna esta pergunta. A reflexão a respeito destas questões pode fortalecer em muito a nossa fé. Vamos lá então!</em></p>
<p><em>É importante observar que, ao discutir esta questão, não podemos desprezar que o próprio conceito de &#8220;justiça&#8221; enquanto atributo moral é proveniente dos valores que recebemos do próprio Deus. Sem Deus, tornam-se inexistentes conceitos como bem/mal e justo/injusto. C</em><em>omo então atribuir injustiça a qualquer ação proveniente do próprio criador da JUSTIÇA?</em></p>
<p><em>Estar vivo é uma dádiva de Deus. Em quaisquer circunstâncias, debaixo de dificuldades ou dores, ainda sim somos criaturas que experimentam da bondade de Deus ao simplesmente existirmos. E mesmo aqueles que aparentemente gozam de perfeita saúde, estes estão debaixo da promessa da parte de Deus de sofrerem perseguição, tortura, angústia e morte, simplesmente por reconhecerem o senhorio de Cristo sobre suas vidas. Ou seja. A bondade de Deus está além desta lógica simples e natural da busca do conforto.</em></p>
<p><em>Um aspecto importante a ser considerado com relação à vida, é que o plano de Deus para o homem não consiste em obtermos uma vida fácil ou conveniente. A salvação de Deus visa alcançar a alma, de modo que mais cedo ou mais tarde, ao terminarmos nossa existência &#8220;física&#8221;, então se consumará aquilo que é permanente.</em></p>
<p><em>Há cegos que são capazes de enxergar mais do que a maioria das pessoas que possuem vista perfeita. Podem enxergar com o coração coisas que olhos apurados jamais enxergarão. O que &#8220;vemos&#8221; muitas vezes nos engana e nos torna cegos para o que é a verdadeira realidade.</em></p>
<p><em>Há paralíticos que embora não possam se locomover, ainda sim podem transportar montanhas com sua fé. Além de que como &#8220;corpo&#8221;, temos a obrigação de cooperarmos mutuamente todos com todos. Isto significa que se minhas pernas e braços não servirem para locomover a TODOS que necessitarem, então estão sendo utilizados de maneira egoísta e longe do propósito de Deus.</em></p>
<p><em>Há tantos com síndrome de Down, privilegiados (apesar da nossa dificuldade em compreender isto) com a capacidade SENTIR e interagir com o mundo como uma criança faz. Ou seja, conceitualmente salvos e adentrando no reino de Deus primeiro do que todos nós.</em></p>
<p><em>Minha fé é que Deus NÃO ERROU. Nos fez todos perfeitos. E com o suficiente para que possamos experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus que nos leva a viver pela eternidade. Começando AGORA!</em></p>

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		<title>Serviço</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 15:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
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		<category><![CDATA[Heresia]]></category>
		<category><![CDATA[Reino]]></category>
		<category><![CDATA[Vaidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma comunidade que não compreende a responsabilidade de servir, não serve para nada. E servir não se restringe a promover ação social ou outras esmolas. Mas preocupar-se com o outro do mesmo modo que se ocupa de si mesmo. Parece que o &#8220;amar ao próximo como a ti mesmo&#8221; está restrito aos indivíduos que vivem [...]]]></description>
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<p>Uma comunidade que não compreende a responsabilidade de servir, não serve para nada. E servir não se restringe a promover ação social ou outras esmolas. Mas preocupar-se com o outro do mesmo modo que se ocupa de si mesmo.</p>
<p>Parece que o &#8220;amar ao próximo como a ti mesmo&#8221; está restrito aos indivíduos que vivem no alcance de nossa conveniência. Ou seja, ajudo o irmão, ajudo o necessitado&#8230; mas ignoro completamente outras igrejas que tenham objetivos que não sejam exatamente os nossos. Nossas igrejas se transformaram na formalização da indiferença.<span id="more-1277"></span></p>
<p>Meu maior medo no que se refere ao ministério onde sirvo é tornar-me pedante. Como se meus olhos fossem capazes de enxergar uma direção melhor do que a dos meus menores irmãos. Ai de mim pensar que uma direção profética pode ser discernida sem que tenhamos humildade para ouvir nossas crianças.</p>
<p>Não são as denominações que nos dividem. É a nossa atitude presunçosa em sermos guias de nós mesmos, em nome de Deus.</p>
<p>Este é o desabafo de quem recebe pedidos de ajuda todos os dias. E tem perdido o sono com a angústia de não ser apto o suficiente para viabilizar o socorro necessário.</p>

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		<title>Feito Homem</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 13:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Angústia]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente adquiri uma máquina de escrever. Alguns dias depois, um mimeógrafo. Em pleno século XXI ainda tento entender como algumas coisas que fizeram parte de minha infância foram sucateadas tão velozmente. É, sei que não precisamos mais de uma máquina de escrever quando temos computador, mas se faltar energia, provavelmente serei a única pessoa da [...]]]></description>
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<p>Recentemente adquiri uma máquina de escrever. Alguns dias depois, um mimeógrafo. Em pleno século XXI ainda tento entender como algumas coisas que fizeram parte de minha infância foram sucateadas tão velozmente. É, sei que não precisamos mais de uma máquina de escrever quando temos computador, mas se faltar energia, provavelmente serei a única pessoa da minha rua que é capaz de &#8220;imprimir&#8221; uma página.</p>
<p>Algumas coisas que os antigos tinham como parte do seu dia a dia ainda me deixa curioso. Como por exemplo o meu avô fazendo barba utilizando aqueles velhos barbeadores de metal, com lâminas que cortam de verdade. E acabamento de navalha. Tecnicamente navalhete. Popularmente, navalha mesmo.<span id="more-1270"></span></p>
<p>Adquiri recentemente um uma navalha e timidamente me arrisquei a utilizá-la. Acredite&#8230; a sensação é mais intensa do que os brinquedos do <a href="http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/hopi-hari-ficara-fechado-por-mais-dez-dias-20120312.html" target="_blank">Hopi Hari</a>. Você segura entre os dedos algo que pode te fazer sangrar de verdade. Bem diferente daquelas porcarias plásticas que fomos doutrinados a usar durante toda a nossa vida.</p>
<p>A liberdade do cristão é como essa navalha. Multiuso. Capaz de te proporcionar certo prazer, ou muita dor.</p>
<p>Agir feito homem (ou mulher) significa assumir a responsabilidade dos riscos que corre. Sem terceirizar a responsabilidade em nenhuma circunstância, mas vivendo com a plena convicção de que escolher aquela lâmina (ou qualquer outra) foi sua decisão.</p>
<p>Quanto aos que tem medo de se cortar, bom seria que tivessem tal temor em todas as oportunidades da vida. Por que é melhor usar um barbeador vagabundo de plástico do que cortar a própria jugular por falta de domínio próprio (ou habilidade).</p>
<p>Minha oração não é para que Deus traga pessoas habilidosas. Espero apenas ser parte de um grupo que conhece seus limites e não corre riscos desnecessários.</p>

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		<title>Deus salve a cultura!</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 18:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Perdi muito tempo em minha vida assistindo pregações que apontavam a tecnologia e os meios de comunicação como o anticristo ou como sinais da temível “nova era” que nunca chegou. Primeiro a TV, depois a música e então a Internet. Tudo foi precipitadamente demonizado, aumentando ainda mais o abismo cultural do cristão em meio a [...]]]></description>
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<p>Perdi muito tempo em minha vida assistindo pregações que apontavam a tecnologia e os meios de comunicação como o anticristo ou como sinais da temível “nova era” que nunca chegou. Primeiro a TV, depois a música e então a Internet. Tudo foi precipitadamente demonizado, aumentando ainda mais o abismo cultural do cristão em meio a um mundo em constante mudança.</p>
<p>Esta análise não é sobre os meios de comunicação em si, mas sobre como há um desafio ainda desconhecido de uma geração a respeito de como pode (e deve) um cristão interagir intensamente com a cultura que o cerca sem que seja corrompido por ela. Isto por que desconectar-se do mundo e da cultura é o mesmo que cometer suicídio ou mudar-se pra um convento afastado da civilização. Se não consumirmos/produzirmos cultura, nos afastamos das pessoas e perdemos a capacidade de traduzir as verdades eternas do Reino na linguagem que as pessoas compreendem.<span id="more-1264"></span></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1265" title="" src="http://www.ariovaldo.com.br/wp-content/uploads/2012/03/capaindex-211x300.png" alt="" width="211" height="300" />Mas o ponto é: o que há de errado com a produção cultural contemporânea? Por que somos sutilmente corrompidos pelo desejo de espiar a vida alheia nos inúmeros reality shows? Por que assistimos novelas que mexem com nosso senso de justiça ao nos fazerem muitas vezes torcer pelo divórcio, pelo assassinato ou pelo bandido da história?</p>
<p>Quando li nos sites de notícias que alguns “crentes” estariam na nova edição do Big Brother, não esbocei a menor sensação de esperança. Quando vi a Globo transmitir um Festival Gospel produzido no Rio de Janeiro às custas dos cofres públicos, não fiquei nem um pouco animado. Quando cantores góspeis cantaram lado a lado com as “coleguinhas” semi-nuas no Caldeirão do Huck, percebi que tudo realmente não passa de mais do mesmo. Interesses comerciais continuam tentando manipular a opinião do cristão de modo a consolidar mais um mercado consumidor obediente e não crítico. E enquanto isso alguns de nós comemoram como se houvesse algum mérito em ter espaço na mídia.</p>
<p>Se seus olhos e sua alma pertencem à este modelo de produção cultural, sinto muito por você.<br />
A verdade é que deste tipo de “cultura” eu quero distância. Creio sim que deveríamos participar do BBB, de shows e de programas de auditório. Mas como cristão autêntico, penso que se eu tiver uma chance de sair em rede nacional, não irei desperdiçar isto de maneira alguma. Quero ser como Michael Moore em 2002, quando recebeu o Oscar de melhor Documentário (Tiros em Columbine) e com toda a ousadia proclamou desaforos no microfone a respeito da política estadunidense e de seu então presidente George Bush. É claro que desde então Moore nunca mais será indicado a nenhum tipo de premiação, ainda que produza verdadeiras relíquias cinematográficas. Mas ele foi autêntico e ousado. Como nós que adoramos nos denominar “profetas” deveríamos ser.</p>
<p>Selecionar o que consumimos é prudente e com certeza faz toda a diferença em nosso caráter. Mas isto não está restrito a regras do tipo “não veja TV”. Cada um deve discernir diretamente da parte de Deus quais são os limites considerados seguros para si. E se ultrapassar tais limites (ou exigir que outros se guiem pelos seus limites pessoais), então estará em pecado.</p>
<p>Maravilhoso será o dia em que formos capazes de influenciar os meios de comunicação pelos nossos valores inflexíveis. Que sejamos o povo do equilíbrio e da coerência, de modo que a mídia nos TEMA pelo motivo correto. Maravilhoso será quando soubermos aproveitar todas as oportunidades para relacionar a fé redentora em Cristo à cultura compreensível a este mundo. Que a ponte entre o Reino de Deus e The Matrix, entre a Redenção e Pulp Fiction, entre o discipulado e Clube da Luta&#8230; que tudo isto seja algo natural para nós, contribuindo de maneira não passiva.</p>
<p>Deus salve a cultura! E que Deus nos salve de nos corrompermos com as coisas tão belas que Ele mesmo nos permitiu criar.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Artigo escrito por Ariovaldo Jr<br />
para a <a href="http://expressocristao.com.br/" target="_blank">Revista Expresso Cristão</a> </strong></p>

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		<title>Quando</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 15:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando eu me converti a Cristo, me sentia um lixo diante da visível santidade (segundo o que eu compreendia a respeito disso) de meus companheiros. Era como se houvesse uma percepção de que eu não era digno de fazer parte daquele grupo. A paciência de meus mestres (amigos de verdade) foi não apenas em ensinar [...]]]></description>
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<p>Quando eu me converti a Cristo, me sentia um lixo diante da visível santidade (segundo o que eu compreendia a respeito disso) de meus companheiros. Era como se houvesse uma percepção de que eu não era digno de fazer parte daquele grupo. A paciência de meus mestres (amigos de verdade) foi não apenas em ensinar princípios, mas principalmente em reafirmar o quanto Deus tem um gosto estranho e duvidoso por aqueles que &#8220;não são&#8221;.</p>
<p>Os anos se passaram e aprendi a admirar grandes homens de Deus. Ou quase. A comparação com a minha própria vida era inevitável e eu continuava me sentindo a escória da humanidade. Então o tempo acabou revelando que uma grande parte dos grandes homens que admirei sustentavam apenas uma aparência moralmente respeitável.<span id="more-1260"></span></p>
<p>Neste meio termo passei a meditar sobre a necessidade de ser autêntico e transparente mesmo que isto represente ser uma porcaria longe do padrão de Deus. Por pior que sejamos, quando há sinceridade, Deus interfere e forja nosso novo caráter na chama dolorosa de seu amor. É, o amor dói.</p>
<p>17 anos se passaram. Altos e baixos de montão na minha &#8220;carreira&#8221;. Alguns baixos foram tão profundos que ainda tenho medo de dormir com a luz apagada. Mas uma coisa posso afirmar com toda a certeza: sou uma porcaria em constante manutenção. Ainda que me arrastando, estou caminhando PRA FRENTE. E por isso não tenho saudades de &#8220;QUANDO&#8221; nenhum do meu passado.</p>

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		<title>Judas sou eu</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 12:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando ensino o que não acredito. Quando oro por cura sem realmente se importar com o que irá acontecer. Quando desejo salvar minha própria vida e livrar o meu pescoço do sufoco. Quando me poupo da vergonha e humilhação, colocando-me como sutilmente melhor do que os demais. Quando milito a causa do pobre porém me [...]]]></description>
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<p>Quando ensino o que não acredito. Quando oro por cura sem realmente se importar com o que irá acontecer. Quando desejo salvar minha própria vida e livrar o meu pescoço do sufoco. Quando me poupo da vergonha e humilhação, colocando-me como sutilmente melhor do que os demais.<span id="more-1256"></span></p>
<p>Quando milito a causa do pobre porém me deixo levar por desejos consumistas. Quando reclamo do governo mas defendo um partidarismo hipócrita que é ÓBVIO que não tem interesse algum em mudar a situação. Quando gasto meu dinheiro comigo mesmo e não com os que poderiam usufrir daquilo que Deus me deu.</p>
<p>Quando nego a Cristo em minhas pequenas ações.</p>
<p>Judas sou eu.<br />
Judas é você.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.ariovaldo.com.br/2012/judas-sou-eu/"><img src="http://img.youtube.com/vi/nbg2gUILc0Y/2.jpg" alt="" /></a></span></p>

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		<title>Desigrejados: a difícil adaptação</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 15:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos desafios de qualquer tentativa de &#8220;ser Igreja&#8221; está na correta adaptação daqueles que vieram de outras experiências religiosas à vida genuína em comunidade. E com certeza os mais difíceis de serem suportados são os que já eram (ou tentaram ser) crentes. Quando uma pessoa vem de outro tipo de vivência de fé, rapidamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Um dos desafios de qualquer tentativa de &#8220;ser Igreja&#8221; está na correta adaptação daqueles que vieram de outras experiências religiosas à vida genuína em comunidade. E com certeza os mais difíceis de serem suportados são os que já eram (ou tentaram ser) crentes.</p>
<p>Quando uma pessoa vem de outro tipo de vivência de fé, rapidamente fica deslumbrada com o ensino claro e direto das escrituras. Mas o crente &#8220;de outra Igreja&#8221;, embora rejeite completamente a experiência que passou, ao mesmo tempo se recusa a reaprender os fundamentos de uma vida cristã inspiradora. Ele muda de ambiente mas não quer abandonar os vícios.</p>
<p>Alcançar as pessoas desigrejadas é algo relativamente simples. Basta descer do púlpito, renunciar ao microfone e viver diretamente em meio às pessoas. A beleza do evangelho EXPERIMENTADO por si só é suficiente para atrair a todos. Mas num segundo momento torna-se necessário filtrar quem realmente está disposto a carregar a sua própria cruz daqueles que estão procurando apenas mais uma experiência religiosa para sua coleção.<span id="more-1248"></span></p>
<p>Nossa experiência tem ensinado que duas coisas são importantíssimas para se obter êxito neste processo de adaptação. A primeira é elevar os conflitos pessoais a um nível extremo. O caráter das pessoas deve ser (voluntariamente) exposto. E isto acontece quando usamos nosso próprio exemplo de vida como modelo. Torna-se insuportável tentar manter as aparências quando convivemos com &#8220;pessoas de verdade&#8221;. A segunda coisa importante é repartir os &#8220;custos&#8221; de tudo que for feito em comunidade. Isto significa que, mesmo quando pudermos pagar uma determinada conta sozinhos, ainda sim não o faremos. Preferiremos desafiar cada um a assumir sua parcela de responsabilidade. E se as coisas andarem mais devagar do que o desejado, ficará EXPLÍCITO que a culpa é partilhada tanto quanto as despesas financeiras.</p>
<p>Estas duas pequenas atitudes servirão como filtro para revelar quem É e quem, além de não ser, está mais interessado em atrapalhar os outros com suas crises pessoais infinitas do que em resolver sua própria vida.</p>
<p>O propósito de nossa pregação é apenas tornar as pessoas indesculpáveis diante de Deus. Se elas desejam ou não ter uma vida RETA com Cristo, isto não é diretamente responsabilidade nossa. Basta que TODAS as oportunidades, abraços, explicações e segundas-chances sejam dadas sem que os poupemos do CONFRONTO que o  evangelho naturalmente traz.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong><em>&#8220;Nunca recuse um convite.</em></strong><br />
<strong><em>Nunca resista ao desconhecido.</em></strong><br />
<strong><em>Nunca deixe de ser educado.</em></strong><br />
<strong><em>E nunca abuse da hospitalidade alheia.</em></strong><br />
<strong><em>Mantenha a mente aberta e usufrua a experiência.</em></strong><br />
<strong><em>E se doer, provavelmente é porque valeu a pena.&#8221; </em></strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Richard (Leonardo DiCaprio), no filme <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Praia" target="_blank">A Praia</a></em></p>

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		<title>Não faço pra ser. Faço por que sou.</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 11:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.&#8221; (Tiago 2:18) Desde o princípio está explícito que toda a criação obedece à lógica simples de dar fruto segundo a sua espécie (Gn 1:11). De modo que é [...]]]></description>
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<blockquote><p>&#8220;Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.&#8221; (Tiago 2:18)</p></blockquote>
<p>Desde o princípio está explícito que toda a criação obedece à lógica simples de dar fruto segundo a sua espécie (<a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/1/11" target="_blank">Gn 1:11</a>). De modo que é impossível que uma árvore má dê bom fruto.</p>
<p>Vivemos (teoricamente) debaixo da compreensão de que nada que fazemos nos torna aptos a entrar no céu pelo esforço em si mesmo; e igualmente nada que façamos possui o poder de nos tirar do céu. Mas cada pequena ação aponta para o caminho que estamos percorrendo, segundo a nossa natureza (identidade). Se o da santificação, através de constantes confrontos em nosso caráter (<a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/15/2+" target="_blank">Jo 15:2</a>), ou o da perdição, revelado mediante a hipocrisia de uma árvore frondosa que não possui nada além de sombra.<span id="more-1242"></span></p>
<p>Produzir sombra (lugar de aparente descanso) no Reino de Deus não possui valor algum, visto que o próprio Deus é quem ilumina a todos nós (<a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/ap/21/23+" target="_blank">Ap 21:23</a>). Ou seja, não precisamos necessariamente nos esforçarmos para produzir fruto, mas basta que saibamos com clareza se somos mesmo parte do Reino de Deus ou não.</p>
<p>Não evangelizamos ou cuidamos das pessoas para agradar a Deus. Mas por que somos o povo de Deus, naturalmente fazemos aquilo que é parte de nossa NATUREZA TRANSFORMADA.</p>

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		<title>Regras e ingratidão</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 12:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Angústia]]></category>
		<category><![CDATA[Subversão]]></category>

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		<description><![CDATA[Regras aprisionam. Traçam limites. Separam pessoas. Distinguem o que é lícito ou não. Fazem aparentes divisas entre o santo e o profano. Mas não são capazes de libertar ninguém verdadeiramente. Embora estejamos desobrigados de quaisquer tentativas de justificação por meio de regras, parece que nossa geração de cristãos ainda é legalista ao extremo. Nos esquecemos [...]]]></description>
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<p>Regras aprisionam. Traçam limites. Separam pessoas. Distinguem o que é lícito ou não. Fazem aparentes divisas entre o santo e o profano. Mas não são capazes de libertar ninguém verdadeiramente.</p>
<p>Embora estejamos desobrigados de quaisquer tentativas de justificação por meio de regras, parece que nossa geração de cristãos ainda é legalista ao extremo. Nos esquecemos de que a Graça SEMPRE excede o cumprimento de qualquer lei. Que os &#8220;mandamentos&#8221; dos cristãos são expressos quando voluntariamente doamos nossa vida. Quando repartimos o pouco e abrimos mão do tudo.<span id="more-1190"></span></p>
<p>Preferimos as ordenanças por que ficamos livres do PENSAR. Ou seja&#8230; preferimos ser como animais debaixo de cabresto a exercermos o ministério da reconciliação. Até que venha a crise e a vida se torne insuportável.</p>
<p>E a ovelha fica desgarrada. Até ser encontrada por um pastor de verdade.</p>
<p>Mas é uma pena que nem tudo são flores. Passado algum tempo, muitos daqueles que alcançaram a graça através do ensino legítimo do evangelho tornam-se ingratos. Por que uma vez libertos das regras, assim que superficialmente curados de suas feridas da alma, retornam a reclamar e criticar. Uma verdadeira geração ingrata, veloz como o escorpião em destilar seu veneno. Se a velha Igreja não serve, parece que a nova também não. Lembrando que se nenhuma Igreja é boa o suficiente pra você, então provavelmente você é que não presta.</p>
<p>Regras não podem nos salvar. Só o amor pode. Compreenda qual sua porção nesta jornada com Cristo e MORRA para si mesmo. E só assim encontrará a verdadeira VIDA ETERNA, que aliás já começou para muitos de nós.</p>

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