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	<title>ARIOVALDO.com.br &#187; Outros</title>
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	<description>Tentando viver de modo digno, até encontrar uma morte digna.</description>
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		<title>Judas sou eu</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 12:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando ensino o que não acredito. Quando oro por cura sem realmente se importar com o que irá acontecer. Quando desejo salvar minha própria vida e livrar o meu pescoço do sufoco. Quando me poupo da vergonha e humilhação, colocando-me como sutilmente melhor do que os demais. Quando milito a causa do pobre porém me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando ensino o que não acredito. Quando oro por cura sem realmente se importar com o que irá acontecer. Quando desejo salvar minha própria vida e livrar o meu pescoço do sufoco. Quando me poupo da vergonha e humilhação, colocando-me como sutilmente melhor do que os demais.<span id="more-1256"></span></p>
<p>Quando milito a causa do pobre porém me deixo levar por desejos consumistas. Quando reclamo do governo mas defendo um partidarismo hipócrita que é ÓBVIO que não tem interesse algum em mudar a situação. Quando gasto meu dinheiro comigo mesmo e não com os que poderiam usufrir daquilo que Deus me deu.</p>
<p>Quando nego a Cristo em minhas pequenas ações.</p>
<p>Judas sou eu.<br />
Judas é você.</p>
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		<title>Desigrejados: a difícil adaptação</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 15:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos desafios de qualquer tentativa de &#8220;ser Igreja&#8221; está na correta adaptação daqueles que vieram de outras experiências religiosas à vida genuína em comunidade. E com certeza os mais difíceis de serem suportados são os que já eram (ou tentaram ser) crentes. Quando uma pessoa vem de outro tipo de vivência de fé, rapidamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos desafios de qualquer tentativa de &#8220;ser Igreja&#8221; está na correta adaptação daqueles que vieram de outras experiências religiosas à vida genuína em comunidade. E com certeza os mais difíceis de serem suportados são os que já eram (ou tentaram ser) crentes.</p>
<p>Quando uma pessoa vem de outro tipo de vivência de fé, rapidamente fica deslumbrada com o ensino claro e direto das escrituras. Mas o crente &#8220;de outra Igreja&#8221;, embora rejeite completamente a experiência que passou, ao mesmo tempo se recusa a reaprender os fundamentos de uma vida cristã inspiradora. Ele muda de ambiente mas não quer abandonar os vícios.</p>
<p>Alcançar as pessoas desigrejadas é algo relativamente simples. Basta descer do púlpito, renunciar ao microfone e viver diretamente em meio às pessoas. A beleza do evangelho EXPERIMENTADO por si só é suficiente para atrair a todos. Mas num segundo momento torna-se necessário filtrar quem realmente está disposto a carregar a sua própria cruz daqueles que estão procurando apenas mais uma experiência religiosa para sua coleção.<span id="more-1248"></span></p>
<p>Nossa experiência tem ensinado que duas coisas são importantíssimas para se obter êxito neste processo de adaptação. A primeira é elevar os conflitos pessoais a um nível extremo. O caráter das pessoas deve ser (voluntariamente) exposto. E isto acontece quando usamos nosso próprio exemplo de vida como modelo. Torna-se insuportável tentar manter as aparências quando convivemos com &#8220;pessoas de verdade&#8221;. A segunda coisa importante é repartir os &#8220;custos&#8221; de tudo que for feito em comunidade. Isto significa que, mesmo quando pudermos pagar uma determinada conta sozinhos, ainda sim não o faremos. Preferiremos desafiar cada um a assumir sua parcela de responsabilidade. E se as coisas andarem mais devagar do que o desejado, ficará EXPLÍCITO que a culpa é partilhada tanto quanto as despesas financeiras.</p>
<p>Estas duas pequenas atitudes servirão como filtro para revelar quem É e quem, além de não ser, está mais interessado em atrapalhar os outros com suas crises pessoais infinitas do que em resolver sua própria vida.</p>
<p>O propósito de nossa pregação é apenas tornar as pessoas indesculpáveis diante de Deus. Se elas desejam ou não ter uma vida RETA com Cristo, isto não é diretamente responsabilidade nossa. Basta que TODAS as oportunidades, abraços, explicações e segundas-chances sejam dadas sem que os poupemos do CONFRONTO que o  evangelho naturalmente traz.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong><em>&#8220;Nunca recuse um convite.</em></strong><br />
<strong><em>Nunca resista ao desconhecido.</em></strong><br />
<strong><em>Nunca deixe de ser educado.</em></strong><br />
<strong><em>E nunca abuse da hospitalidade alheia.</em></strong><br />
<strong><em>Mantenha a mente aberta e usufrua a experiência.</em></strong><br />
<strong><em>E se doer, provavelmente é porque valeu a pena.&#8221; </em></strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Richard (Leonardo DiCaprio), no filme <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Praia" target="_blank">A Praia</a></em></p>
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		<title>Regras e ingratidão</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 12:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Angústia]]></category>
		<category><![CDATA[Subversão]]></category>

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		<description><![CDATA[Regras aprisionam. Traçam limites. Separam pessoas. Distinguem o que é lícito ou não. Fazem aparentes divisas entre o santo e o profano. Mas não são capazes de libertar ninguém verdadeiramente. Embora estejamos desobrigados de quaisquer tentativas de justificação por meio de regras, parece que nossa geração de cristãos ainda é legalista ao extremo. Nos esquecemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Regras aprisionam. Traçam limites. Separam pessoas. Distinguem o que é lícito ou não. Fazem aparentes divisas entre o santo e o profano. Mas não são capazes de libertar ninguém verdadeiramente.</p>
<p>Embora estejamos desobrigados de quaisquer tentativas de justificação por meio de regras, parece que nossa geração de cristãos ainda é legalista ao extremo. Nos esquecemos de que a Graça SEMPRE excede o cumprimento de qualquer lei. Que os &#8220;mandamentos&#8221; dos cristãos são expressos quando voluntariamente doamos nossa vida. Quando repartimos o pouco e abrimos mão do tudo.<span id="more-1190"></span></p>
<p>Preferimos as ordenanças por que ficamos livres do PENSAR. Ou seja&#8230; preferimos ser como animais debaixo de cabresto a exercermos o ministério da reconciliação. Até que venha a crise e a vida se torne insuportável.</p>
<p>E a ovelha fica desgarrada. Até ser encontrada por um pastor de verdade.</p>
<p>Mas é uma pena que nem tudo são flores. Passado algum tempo, muitos daqueles que alcançaram a graça através do ensino legítimo do evangelho tornam-se ingratos. Por que uma vez libertos das regras, assim que superficialmente curados de suas feridas da alma, retornam a reclamar e criticar. Uma verdadeira geração ingrata, veloz como o escorpião em destilar seu veneno. Se a velha Igreja não serve, parece que a nova também não. Lembrando que se nenhuma Igreja é boa o suficiente pra você, então provavelmente você é que não presta.</p>
<p>Regras não podem nos salvar. Só o amor pode. Compreenda qual sua porção nesta jornada com Cristo e MORRA para si mesmo. E só assim encontrará a verdadeira VIDA ETERNA, que aliás já começou para muitos de nós.</p>
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		<title>Aprendendo a amar</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 18:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>

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		<description><![CDATA[Você faz idéia do que é amar uma pessoa mais do que a si mesmo? Sabe o que significa sentir o terror de imaginar o quanto doeria viver sem alguém? Imagina até o quanto morrer (e ir para o céu) ainda sim é algo que precisa ser adiado devido ao imenso que amor que sente? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você faz idéia do que é amar uma pessoa mais do que a si mesmo? Sabe o que significa sentir o terror de imaginar o quanto doeria viver sem alguém? Imagina até o quanto morrer (e ir para o céu) ainda sim é algo que precisa ser adiado devido ao imenso que amor que sente?</p>
<p>Estes sentimentos passaram a tomar meu coração depois que meu filho nasceu. Desde então sou homem dividido entre a convicção de que meu filho antes de ser meu é de Deus; e entre a compreensão da missão que me cabe de viabilizar o conhecimento do amor de Cristo nele através do que posso repartir.<span id="more-1225"></span></p>
<p>O problema da humanidade é que, fora com os do nosso círculo de relacionamento mais íntimo, preferimos não nos importar. Não queremos sequer tomar conhecimento da causa alheia ou da responsabilidade da preservação da vida. Ou seja, é preciso haver vínculos sanguíneos para que passemos a SENTIR algo por alguém.</p>
<p>A ironia da salvação dada por  Cristo está no amor de Deus por nós manifesto através da doação de um sangue que não possui vínculos com nossa genética. Ou seja&#8230; somos amados e reconhecidos como filhos por quem não tinha nenhuma obrigação de assim nos considerar.</p>
<p>E o desafio então torna-se claro. Entender que a nossa família não é CARNE ou SANGUE. Que devemos nos corroer de paixão (sofrimento) pelas pessoas, ainda que desconhecidas ou desgraçadas. Se persistirmos na apatia e sentirmos menos do que isto, então ainda não estamos negando a nós mesmos e nem carregando a nossa cruz.</p>
<p>Pra ser cristão de verdade é preciso viver na agonia pelos desconhecidos. A dúvida sobre o desejo de IR para junto de Deus e a angústia de abandonar àqueles que poderia de algum modo ajudar.</p>
<blockquote>
<div>&#8220;Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher.&#8221; (Filipenses 1:22)</div>
</blockquote>
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		<title>Vida ordinária</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 19:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Nestes dias tenho aprendido a valorizar o ordinário. As coisas simples e repetitivas que nos doutrinaram a repelir sempre que possível. Como se a liberdade estivesse apenas no maço de Hollywood (ou em qualquer outro comercial idiota). Como se fosse impossível ser verdadeiramente livre realizando as pequenas tarefas domésticas, trancafiado dentro de uma cela de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nestes dias tenho aprendido a valorizar o ordinário. As coisas simples e repetitivas que nos doutrinaram a repelir sempre que possível. Como se a liberdade estivesse apenas no maço de Hollywood (ou em qualquer outro comercial idiota). Como se fosse impossível ser verdadeiramente livre realizando as pequenas tarefas domésticas, trancafiado dentro de uma cela de prisão ou paralítico e restrito a mexer apenas os olhos.</p>
<p>Esta confusão em nossos conceitos de &#8220;liberdade&#8221; nos fez preguiçosos para o necessário; e sempre dispostos para as coisas menos importantes (porém prazerosas). Apenas nos acostumamos a ver os corajosos abandonando o emprego, a família, as convenções sociais, a prisão (ou tudo que faz alusão a ela)&#8230; e vivemos como se fôssemos os heróis de nossa própria história.<span id="more-1177"></span></p>
<p>Mas a vida é um pouco mais complicada que isto. Por que pra cada herói na história da humanidade, há dezenas de pessoas que se sacrificaram. Pra cada Madre Tereza, há aqueles que tornaram o sonho dela possível. E embora os heróis levem a fama, os sonhos jamais seriam realidade sem as tarefas comuns.</p>
<p>Na vida com Cristo também estamos debaixo da mesma lógica. Grande é o que ora em secreto. Importante é aquele que chora diante de Deus pelo oprimido. Ativo é quem faz o necessário dia após dia, sem jamais esperar reconhecimento.</p>
<p>Importante é o abraço. Ou lavar a louça que outro sujou.</p>
<p>O homem de valor é o que segue a ordem.<br />
E quando vencer o ordinário, estará apto ao extraordinário.</p>
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		<title>Top 5 das expressões sem sentido que usamos nas Igrejas</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 15:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Heresia]]></category>

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		<description><![CDATA[Atendendo a pedidos, segue a lista de expressões que perderam (ou nunca tiveram) o sentido ao longo das experiências &#8220;cristãs&#8221; ensinadas pelas Igrejas. 5 &#8211; EXORTAR Essa expressão é usada de modo equivocado em 100% das Igrejas. Segundo qualquer dicionário, exortar significa &#8220;animar, incentivar, estimular&#8221;. Logo, exortar o irmão que está em pecado na verdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atendendo a pedidos, segue a lista de expressões que perderam (ou nunca tiveram) o sentido ao longo das experiências &#8220;cristãs&#8221; ensinadas pelas Igrejas.</p>
<p><strong>5 &#8211; EXORTAR</strong></p>
<p>Essa expressão é usada de modo equivocado em 100% das Igrejas. Segundo qualquer dicionário, exortar significa &#8220;animar, incentivar, estimular&#8221;. Logo, exortar o irmão que está em pecado na verdade não significa repreende-lo. Quem está vivendo no erro não precisa de um incentivo, mas de um auxílio.<span id="more-1173"></span></p>
<p><strong>4 &#8211; LEVITA</strong></p>
<p>Essa morreu no Antigo Testamento. Os Levitas eram descendentes da Tribo de Levi, e eram encarregados de TODO O SERVIÇO no Templo. Mas Levita tem sido usado como sinônimo de músico. Besteira pura! Pra começar a música no serviço levítico era a menor das tarefas. A faxina, organização e carregar peso nas costas, isso sim era a parte mais importante do trabalho. Levando em conta que não somos judeus, não somos descendentes daquela tribo e também lembrando que o Templo não existe mais, então estamos dispensados do serviço levítico. Músico é músico. Ponto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 &#8211; PROFETA</strong></p>
<p>Segundo a bíblia, profeta é aquele que revela a vontade de Deus ao povo. Simples assim. Porém tornou-se comum considerar que profeta é uma espécie de adivinho. Heresia pura! Considerando que TODA A REVELAÇÃO está em Cristo Jesus e que o conhecimento acerca desta revelação está contida nas escrituras, um profeta legítimo não deve adivinhar nada, mas proclamar de maneira compreensível as coisas que estão contidas na palavra de Deus. Por isso Paulo afirma que o dom de profetizar é o dom mais excelente. E se você ainda paga pau pra adivinhos, lembre-se que ADIVINHAÇÃO é pecado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2 &#8211; UNÇÃO</strong></p>
<p>Como dizem por aí, UNS SÃO, outros NÃO SÃO. Agora falando sério&#8230; a expressão unção virou clichê na boca de crente. É unção disso, unção daquilo&#8230; tudo sempre buscando atender ao interesse economico; ou garantindo o controle das massas sob o pretexto de que UNÇÃO É PODER. Pra começar no Novo Testamento a palavra unção só é usada no sentido de afirmar que Cristo está em nós. Logo, ter unção é ter Cristo. Em todos os outros contextos, há ensinos explícitos sobre o ato de &#8220;ungir&#8221; pessoas, que seria orar com óleo, pedindo a Deus por curas específicas. Há algum poder neste óleo? Não mesmo. Mas é bom lembrar que no contexto bíblico, óleo também era considerado remédio para muitas doenças.</p>
<p><strong>1 &#8211; ATO PROFÉTICO</strong></p>
<p>Essa é a campeã da lista de heresias. Se sua igreja usa essa expressão, então a teologia por aí tem sido profundamente contaminada com valores neopentecostais. Pra começar não existe a expressão &#8220;ato profético&#8221; na Bíblia. Essa expressão surgiu na verdade como uma tentativa de disfarçar o conceito de podemos fazer coisas que &#8220;movem a mão de Deus&#8221; na direção de nossos desejos. Ou seja, heresia pura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Meu conselho é&#8230; cuidado com as expressões.<br />
Por que as mínimas coisas podem revelar grandes besteiras.<br />
Vão com Deus!</p>
<p>Ops! Como alguém poderia ir &#8220;sem Deus&#8221;, se Deus é onipresente e está em todos lugares mesmo antes de eu pensar em me mover?</p>
<p><a href="http://twitter.com/ariovaldojr" target="_blank">@ariovaldojr</a></p>
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		<title>Pastores serão os últimos no Reino de Deus</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 12:31:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conspirações]]></category>
		<category><![CDATA[Heresia]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinto sobre minha vida o peso da vocação. Sou um pregador. Vulgo pastor. E não é cumprir minha função ou a pressão para que eu o faça que coloca tal peso sobre minhas costas, mas algumas coisas que fazem parte do pacote. Tornou-se inevitável associar popularidade e relevência. De modo que minhas pregações só serão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinto sobre minha vida o peso da vocação. Sou um pregador. Vulgo pastor. E não é cumprir minha função ou a pressão para que eu o faça que coloca tal peso sobre minhas costas, mas algumas coisas que fazem parte do pacote.</p>
<p>Tornou-se inevitável associar popularidade e relevência. De modo que minhas pregações só serão consideradas relevantes à medida que atinjam um público expressivo; e que haja repercussão entre estes &#8220;atingidos&#8221;. O fato é que eu não sei fazer outra coisa. Talvez minha maior contribuição com o Reino, segundo o chamado e vocação da parte de Deus, seja expressar em palavras as angústias que me afligem. E, identificando-se com tais situações, pessoas sejam levadas a ouvirem a voz de Deus.<span id="more-1168"></span></p>
<p>Porém a exposição gera popularidade no mau sentido da palavra, de modo que nossa função passa a ser mais valorizada do que o &#8220;serviço&#8221;. Isto é prejudicial e ao mesmo tempo uma maldição para os pregadores. Assim como aquele que jejua para parecer espiritual, o pregador recebe seu galardão à medida em que prega. E quanto mais prega, mais honra recebe por parte de homens. E quanto mais honra, menor tal homem se torna no Reino.</p>
<p>Isto culmina com a realidade de que nós pastores seremos os menores no Reino de Deus. Por que aqueles que fazem o Reino funcionar anonimamente são os verdadeiros heróis desta história. Todas aquelas pessoas que oraram, visitaram, choraram&#8230; e moveram os céus para que as coisas acontecessem&#8230; estes sim são os verdadeiros heróis.</p>
<p>Mas está tudo bem. Nada traz mais satisfação do que compreender os desígnios de Deus para sua vida.<br />
E àqueles que desejam tornarem-se pregadores, avaliem bem suas motivações. Por que entramos nessa vida para perder&#8230; de modo que outros possam ganhar. Parecemos grandes, mas no final seremos os menores&#8230; para que os menores possam ser grandes no Reino.</p>
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		<title>Fundamentalismos (homofobia x heterofobia)</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 13:36:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Homofobia]]></category>

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		<description><![CDATA[O preconceito do católico com relação ao evangélico é exatamente igual à homofobia. E o preconceito do evangélico com relação ao católico é idêntico à heterofobia. O problema então se mostra um pouco mais complexo do que as análises populares tem sido capazes de enfatizar pois, fundamentalismo por fundamentalismo, toda ideologia pode se tornar algo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O preconceito do católico com relação ao evangélico é exatamente igual à homofobia. E o preconceito do evangélico com relação ao católico é idêntico à heterofobia. O problema então se mostra um pouco mais complexo do que as análises populares tem sido capazes de enfatizar pois, fundamentalismo por fundamentalismo, toda ideologia pode se tornar algo desgraçadamente insuportável. <span id="more-1165"></span></p>
<p>Até mesmo o que cremos como VERDADE perde sua veracidade quando há uma tentativa de enfiar tais verdades nos outros goela abaixo. Lembrando também que toda condenação deveria ser deixada exclusivamente sob responsabilidade de Deus. O que deveríamos pregar mais é a tolerância, semelhante ao modo como o próprio Deus suporta diariamente nossos erros e insistências pelos maus caminhos. Tolerância não é concordar&#8230; é aceitar apesar das divergências de opiniões.</p>
<p>Precisamos ser testemunhas apenas de que existe um caminho EXCELENTE. E que não é por força e nem por violência, mas pelo Espírito de Deus, como bem enfatizou o profeta <a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/zc/4/6+" target="_blank">Zacarias</a>. Não precisamos combater o erro alheio. Mas viver pelo caminho do ACERTO.</p>
<p>Nossos &#8220;valores&#8221; continuarão a ser flexionados e questionados.<br />
Simplesmente por que nossa fé virou uma piada.<br />
E a culpa é toda nossa. Apenas nossa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Extremos</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 13:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
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		<description><![CDATA[Tenho medo de pessoas que tem certeza demais. Não suspeito da fé, que de algum modo é também uma certeza, mas não consigo compreender as absolutizações de conceitos. E sendo base do Reino de Deus o princípio do equilíbrio, torna-se inaceitável que alguém julgue encontrar a verdade em um posicionamento extremista. De modo que todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho medo de pessoas que tem certeza demais. Não suspeito da fé, que de algum modo é também uma certeza, mas não consigo compreender as absolutizações de conceitos. E sendo base do Reino de Deus o princípio do equilíbrio, torna-se inaceitável que alguém julgue encontrar a verdade em um posicionamento extremista. De modo que todo radicalismo torna-se pragmático&#8230; pois serve a um propósito inevitavelmente interesseiro.<span id="more-1162"></span></p>
<p>A vantagem da onipresença de Deus é que Ele pode estar nos dois extremos ao mesmo tempo. Não digo que sempre está, mas PODE estar. Como se extremos compusessem diferentes verdades; mas Deus fosse a verdade absoluta que está além de nossa capacidade de conciliar coisas aparentemente divergentes. E isto faz sentido quando percebemos que, para que Deus seja verdadeiramente Deus, é necessário que seu tamanho exceda a capacidade de compreensão de sua criação. Um deus que pode ser &#8220;medido&#8221;, é pequeno demais para ser verdadeiro.</p>
<p>A correta perspectiva do homem deveria ser a de ouvir mais, afirmando menos. Pois apenas no fim dos dias saberemos se no céu estará um ou dois ladrões crucificados juntos com Cristo. Apenas no fim saberemos se nos sentaremos à mesa com pessoas que nós condenamos em nosso coração ao inferno. Exatamente por estas práticas, enganoso é o coração&#8230; pois é rápido para condenar a outros; e incapaz de condenar a si próprio.</p>
<p>Na dúvida, devemos exercer misericórdia para com todos. Confiantes na graça; esperançosos no amor; humildes nas convicções que construímos. Deixando as certezas absolutas para quem possui ciência.</p>
<p><a title="Pastor, analista de sistemas e palestrante desmotivacional. Não necessariamente nesta ordem." href="http://twitter.com/ariovaldojr" target="_blank">@ariovaldojr</a></p>
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		<title>O evangelho e a lei</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 19:26:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Conspirações]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das primeiras resoluções das ditaduras mundo afora é regulamentar qualquer ajuntamento de pessoas. Isto sempre começa mediante o excessivo controle do estado sobre as multidões e através da exigência de &#8220;autorizações&#8221; para promover assembléias (ajuntamentos) de quaisquer tipos. Em Uberlândia, uma lei polêmica acaba de ser apresentada pelo digníssimo prefeito @odelmoleao e aprovada pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das primeiras resoluções das ditaduras mundo afora é regulamentar qualquer ajuntamento de pessoas. Isto sempre começa mediante o excessivo controle do estado sobre as multidões e através da exigência de &#8220;autorizações&#8221; para promover assembléias (ajuntamentos) de quaisquer tipos.</p>
<p>Em Uberlândia, uma lei polêmica acaba de ser apresentada pelo digníssimo prefeito @odelmoleao e aprovada pela quase unanimidade de todos os vereadores menos um. Tal lei limita os horários de Cerimônias (entenda-se cultos/vigílias/orações ou quaisquer outras práticas cristãs regulares) às 22h. E exige que, para exceder o horário, seja necessária uma autorização da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos.<span id="more-1155"></span></p>
<p>Acredito sinceramente que as igrejas que excedem os limites de barulho devem ser punidas exemplarmente, bem como todo tipo de estabelecimento. Mas, exigir que seja solicitada uma autorização para o exercício de uma prática cerimonial qualquer? Isto é simplesmente ridículo.</p>
<p>Provavelmente o interesse dos vereadores em aprovar tal absurdo foi o de manter o controle sobre os currais eleitorais, nos quais incluímos as Igrejas Evangélicas. Como a maioria esmagadora das cidades brasileiras possuem representatividade dos &#8220;evangélicos&#8221; nas bancadas municipais, torna-se extremamente interessante que ao longo dos mandatos dos vereadores, as instituições religiosas dependam de &#8220;favores&#8221; para facilitar o exercício de culto. E, em troca destes favores, os púlpitos continuam infestados de &#8220;candidatos cristãos&#8221; que representam mais o inferno do que qualquer outra coisa.</p>
<p>Sinceramente não faz diferença alguma para mim ou para a congregação que represento. Já adotamos a postura de respeitarmos a vizinhança bem antes disto se tornar lei. Porém, nossa liberdade a cada dia vai se tornando menor. E nossa conduta em breve irá partir para a ilegalidade se necessário.</p>
<p>Mas o que realmente incomoda não é a pressão deste mundo e de seus valores interesseiros. O que dói mesmo é a suposição de que o conceito de JUSTIÇA do Direito brasileiro tenha alguma coisa a ver com os valores do Reino. O politicamente correto está tomando conta dos corações dos cristãos. E com certeza isto é o tal &#8220;princípio do fim&#8221;.</p>
<p>Por <a href="http://twitter.com/ariovaldojr" target="_blank">@ariovaldojr</a>, pastor levemente preocupado do <a href="http://uberlandia.manifestomissoesurbanas.com.br" target="_blank">Manifesto Missões Urbanas</a>.</p>
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