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	<title>ARIOVALDO.com.br &#187; Devocional</title>
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	<description>Tentando viver de modo digno, até encontrar uma morte digna.</description>
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		<title>Judas sou eu</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 12:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando ensino o que não acredito. Quando oro por cura sem realmente se importar com o que irá acontecer. Quando desejo salvar minha própria vida e livrar o meu pescoço do sufoco. Quando me poupo da vergonha e humilhação, colocando-me como sutilmente melhor do que os demais. Quando milito a causa do pobre porém me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando ensino o que não acredito. Quando oro por cura sem realmente se importar com o que irá acontecer. Quando desejo salvar minha própria vida e livrar o meu pescoço do sufoco. Quando me poupo da vergonha e humilhação, colocando-me como sutilmente melhor do que os demais.<span id="more-1256"></span></p>
<p>Quando milito a causa do pobre porém me deixo levar por desejos consumistas. Quando reclamo do governo mas defendo um partidarismo hipócrita que é ÓBVIO que não tem interesse algum em mudar a situação. Quando gasto meu dinheiro comigo mesmo e não com os que poderiam usufrir daquilo que Deus me deu.</p>
<p>Quando nego a Cristo em minhas pequenas ações.</p>
<p>Judas sou eu.<br />
Judas é você.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/nbg2gUILc0Y?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Desigrejados: a difícil adaptação</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 15:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos desafios de qualquer tentativa de &#8220;ser Igreja&#8221; está na correta adaptação daqueles que vieram de outras experiências religiosas à vida genuína em comunidade. E com certeza os mais difíceis de serem suportados são os que já eram (ou tentaram ser) crentes. Quando uma pessoa vem de outro tipo de vivência de fé, rapidamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos desafios de qualquer tentativa de &#8220;ser Igreja&#8221; está na correta adaptação daqueles que vieram de outras experiências religiosas à vida genuína em comunidade. E com certeza os mais difíceis de serem suportados são os que já eram (ou tentaram ser) crentes.</p>
<p>Quando uma pessoa vem de outro tipo de vivência de fé, rapidamente fica deslumbrada com o ensino claro e direto das escrituras. Mas o crente &#8220;de outra Igreja&#8221;, embora rejeite completamente a experiência que passou, ao mesmo tempo se recusa a reaprender os fundamentos de uma vida cristã inspiradora. Ele muda de ambiente mas não quer abandonar os vícios.</p>
<p>Alcançar as pessoas desigrejadas é algo relativamente simples. Basta descer do púlpito, renunciar ao microfone e viver diretamente em meio às pessoas. A beleza do evangelho EXPERIMENTADO por si só é suficiente para atrair a todos. Mas num segundo momento torna-se necessário filtrar quem realmente está disposto a carregar a sua própria cruz daqueles que estão procurando apenas mais uma experiência religiosa para sua coleção.<span id="more-1248"></span></p>
<p>Nossa experiência tem ensinado que duas coisas são importantíssimas para se obter êxito neste processo de adaptação. A primeira é elevar os conflitos pessoais a um nível extremo. O caráter das pessoas deve ser (voluntariamente) exposto. E isto acontece quando usamos nosso próprio exemplo de vida como modelo. Torna-se insuportável tentar manter as aparências quando convivemos com &#8220;pessoas de verdade&#8221;. A segunda coisa importante é repartir os &#8220;custos&#8221; de tudo que for feito em comunidade. Isto significa que, mesmo quando pudermos pagar uma determinada conta sozinhos, ainda sim não o faremos. Preferiremos desafiar cada um a assumir sua parcela de responsabilidade. E se as coisas andarem mais devagar do que o desejado, ficará EXPLÍCITO que a culpa é partilhada tanto quanto as despesas financeiras.</p>
<p>Estas duas pequenas atitudes servirão como filtro para revelar quem É e quem, além de não ser, está mais interessado em atrapalhar os outros com suas crises pessoais infinitas do que em resolver sua própria vida.</p>
<p>O propósito de nossa pregação é apenas tornar as pessoas indesculpáveis diante de Deus. Se elas desejam ou não ter uma vida RETA com Cristo, isto não é diretamente responsabilidade nossa. Basta que TODAS as oportunidades, abraços, explicações e segundas-chances sejam dadas sem que os poupemos do CONFRONTO que o  evangelho naturalmente traz.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong><em>&#8220;Nunca recuse um convite.</em></strong><br />
<strong><em>Nunca resista ao desconhecido.</em></strong><br />
<strong><em>Nunca deixe de ser educado.</em></strong><br />
<strong><em>E nunca abuse da hospitalidade alheia.</em></strong><br />
<strong><em>Mantenha a mente aberta e usufrua a experiência.</em></strong><br />
<strong><em>E se doer, provavelmente é porque valeu a pena.&#8221; </em></strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Richard (Leonardo DiCaprio), no filme <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Praia" target="_blank">A Praia</a></em></p>
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		<title>Não faço pra ser. Faço por que sou.</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 11:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.&#8221; (Tiago 2:18) Desde o princípio está explícito que toda a criação obedece à lógica simples de dar fruto segundo a sua espécie (Gn 1:11). De modo que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.&#8221; (Tiago 2:18)</p></blockquote>
<p>Desde o princípio está explícito que toda a criação obedece à lógica simples de dar fruto segundo a sua espécie (<a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/gn/1/11" target="_blank">Gn 1:11</a>). De modo que é impossível que uma árvore má dê bom fruto.</p>
<p>Vivemos (teoricamente) debaixo da compreensão de que nada que fazemos nos torna aptos a entrar no céu pelo esforço em si mesmo; e igualmente nada que façamos possui o poder de nos tirar do céu. Mas cada pequena ação aponta para o caminho que estamos percorrendo, segundo a nossa natureza (identidade). Se o da santificação, através de constantes confrontos em nosso caráter (<a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/jo/15/2+" target="_blank">Jo 15:2</a>), ou o da perdição, revelado mediante a hipocrisia de uma árvore frondosa que não possui nada além de sombra.<span id="more-1242"></span></p>
<p>Produzir sombra (lugar de aparente descanso) no Reino de Deus não possui valor algum, visto que o próprio Deus é quem ilumina a todos nós (<a href="http://www.bibliaonline.com.br/acf/ap/21/23+" target="_blank">Ap 21:23</a>). Ou seja, não precisamos necessariamente nos esforçarmos para produzir fruto, mas basta que saibamos com clareza se somos mesmo parte do Reino de Deus ou não.</p>
<p>Não evangelizamos ou cuidamos das pessoas para agradar a Deus. Mas por que somos o povo de Deus, naturalmente fazemos aquilo que é parte de nossa NATUREZA TRANSFORMADA.</p>
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		<title>Regras e ingratidão</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 12:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
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		<description><![CDATA[Regras aprisionam. Traçam limites. Separam pessoas. Distinguem o que é lícito ou não. Fazem aparentes divisas entre o santo e o profano. Mas não são capazes de libertar ninguém verdadeiramente. Embora estejamos desobrigados de quaisquer tentativas de justificação por meio de regras, parece que nossa geração de cristãos ainda é legalista ao extremo. Nos esquecemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Regras aprisionam. Traçam limites. Separam pessoas. Distinguem o que é lícito ou não. Fazem aparentes divisas entre o santo e o profano. Mas não são capazes de libertar ninguém verdadeiramente.</p>
<p>Embora estejamos desobrigados de quaisquer tentativas de justificação por meio de regras, parece que nossa geração de cristãos ainda é legalista ao extremo. Nos esquecemos de que a Graça SEMPRE excede o cumprimento de qualquer lei. Que os &#8220;mandamentos&#8221; dos cristãos são expressos quando voluntariamente doamos nossa vida. Quando repartimos o pouco e abrimos mão do tudo.<span id="more-1190"></span></p>
<p>Preferimos as ordenanças por que ficamos livres do PENSAR. Ou seja&#8230; preferimos ser como animais debaixo de cabresto a exercermos o ministério da reconciliação. Até que venha a crise e a vida se torne insuportável.</p>
<p>E a ovelha fica desgarrada. Até ser encontrada por um pastor de verdade.</p>
<p>Mas é uma pena que nem tudo são flores. Passado algum tempo, muitos daqueles que alcançaram a graça através do ensino legítimo do evangelho tornam-se ingratos. Por que uma vez libertos das regras, assim que superficialmente curados de suas feridas da alma, retornam a reclamar e criticar. Uma verdadeira geração ingrata, veloz como o escorpião em destilar seu veneno. Se a velha Igreja não serve, parece que a nova também não. Lembrando que se nenhuma Igreja é boa o suficiente pra você, então provavelmente você é que não presta.</p>
<p>Regras não podem nos salvar. Só o amor pode. Compreenda qual sua porção nesta jornada com Cristo e MORRA para si mesmo. E só assim encontrará a verdadeira VIDA ETERNA, que aliás já começou para muitos de nós.</p>
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		<title>Aprendendo a amar</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 18:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<description><![CDATA[Você faz idéia do que é amar uma pessoa mais do que a si mesmo? Sabe o que significa sentir o terror de imaginar o quanto doeria viver sem alguém? Imagina até o quanto morrer (e ir para o céu) ainda sim é algo que precisa ser adiado devido ao imenso que amor que sente? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você faz idéia do que é amar uma pessoa mais do que a si mesmo? Sabe o que significa sentir o terror de imaginar o quanto doeria viver sem alguém? Imagina até o quanto morrer (e ir para o céu) ainda sim é algo que precisa ser adiado devido ao imenso que amor que sente?</p>
<p>Estes sentimentos passaram a tomar meu coração depois que meu filho nasceu. Desde então sou homem dividido entre a convicção de que meu filho antes de ser meu é de Deus; e entre a compreensão da missão que me cabe de viabilizar o conhecimento do amor de Cristo nele através do que posso repartir.<span id="more-1225"></span></p>
<p>O problema da humanidade é que, fora com os do nosso círculo de relacionamento mais íntimo, preferimos não nos importar. Não queremos sequer tomar conhecimento da causa alheia ou da responsabilidade da preservação da vida. Ou seja, é preciso haver vínculos sanguíneos para que passemos a SENTIR algo por alguém.</p>
<p>A ironia da salvação dada por  Cristo está no amor de Deus por nós manifesto através da doação de um sangue que não possui vínculos com nossa genética. Ou seja&#8230; somos amados e reconhecidos como filhos por quem não tinha nenhuma obrigação de assim nos considerar.</p>
<p>E o desafio então torna-se claro. Entender que a nossa família não é CARNE ou SANGUE. Que devemos nos corroer de paixão (sofrimento) pelas pessoas, ainda que desconhecidas ou desgraçadas. Se persistirmos na apatia e sentirmos menos do que isto, então ainda não estamos negando a nós mesmos e nem carregando a nossa cruz.</p>
<p>Pra ser cristão de verdade é preciso viver na agonia pelos desconhecidos. A dúvida sobre o desejo de IR para junto de Deus e a angústia de abandonar àqueles que poderia de algum modo ajudar.</p>
<blockquote>
<div>&#8220;Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher.&#8221; (Filipenses 1:22)</div>
</blockquote>
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		<title>Tiro no pé</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 10:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Angústia]]></category>
		<category><![CDATA[Profeta]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando Cristo afirma que ao julgarmos também somos julgados, fica explícito que não fazem parte do Reino aqueles que porventura venham a imaginar que as medidas servem apenas para os outros. De modo que aquele que profere julgamento, condena a si mesmo primordialmente; e num segundo plano revela o pecado alheio. Tal revelação jamais é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Cristo afirma que ao julgarmos também somos julgados, fica explícito que não fazem parte do Reino aqueles que porventura venham a imaginar que as medidas servem apenas para os outros. De modo que aquele que profere julgamento, condena a si mesmo primordialmente; e num segundo plano revela o pecado alheio. Tal revelação jamais é condenatória de fato por parte de quem a proferiu, visto que a responsabilidade pelo pecado é exclusivamente daquele que o cometeu.</p>
<p>O propósito desta revelação de pecados jamais é gerar competição, mas fazer valer a voz profética (a verdadeira voz profética), que enfatiza os fundamentos da palavra de Deus corrigindo qualquer desvio (como o fazem com excelência as cartas de Paulo).<span id="more-1204"></span></p>
<p>Na vida dos profetas podemos também perceber duas coisas. A primeira é que eles são sempre redundantes. Ou seja, raramente trazem algo de novo à narrativa do texto bíblico. Profeta de verdade é o que aponta para o óbvio de uma maneira ousada o suficiente para incomodar os acomodados. A segunda coisa é que eles incomodam DE VERDADE. E se não o fazem, é por que geralmente são falsos. Mas quando analisamos com delicadeza a questão, percebemos que não é bem o profeta que traz o incômodo, mas sua persistência em relembrar os fundamentos da fé.</p>
<p>Por isso antes de dar um tiro pro alto, recomendo que atire no próprio pé. Pra se lembrar o quanto dói. E se ainda sim a fúria não cessar, pelo menos irá caminhar bem mais devagar devido à ferida auto infligida. Um profeta que sofre e conhece o peso de suas palavras tende a ser um homem melhor.</p>
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		<title>Jesus morreu na cruz pra eu trepar</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 19:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Sexo! Masturbação! Antes ou depois do casamento? Pornografia? Como se o Reino de Deus se resumisse a você satisfazer os desejos de seu pênis/vagina. Como se as verdades do Reino não estivessem tão explícitas, que fosse preciso que houvesse explicação sobre o que convém ou não. Não fode vai! Se você é cristão de verdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sexo! Masturbação! Antes ou depois do casamento? Pornografia?</p>
<p>Como se o Reino de Deus se resumisse a você satisfazer os desejos de seu pênis/vagina. Como se as verdades do Reino não estivessem tão explícitas, que fosse preciso que houvesse explicação sobre o que convém ou não. Não fode vai!</p>
<p>Se você é cristão de verdade (ou deseja ser), concentre-se nos fundamentos. Por que quem é capaz de discernir sua IDENTIDADE em Deus, não perde tempo garimpando justificativas para seus pecados.<span id="more-1199"></span></p>
<p>Ou seja&#8230; seu erro está em gastar toda a pólvora lutando contra o ERRO. Enquanto você ainda é criança demais para poder ACERTAR O ALVO. Você desconhece a verdade e por isso não aprendeu ainda a conviver com os privilégios da liberdade.</p>
<p>O que você deve fazer? Você sabe o que deve fazer! O problema é que provavelmente você NÃO QUER FAZER. E se está procurando um cúmplice, sinto muito. Não posso te ajudar.</p>
<p>Agora&#8230; se precisa de um amigo para sonhar com as coisas do Reino, conte comigo.</p>
<p>Iremos nos infectar DA VERDADE até as entranhas! Até que Cristo seja em nós e isto não possa ser desfeito.</p>
<p>A propósito&#8230; eu sei o peso que as palavras que empreguei neste texto tem. Mas perto da desgraça que tem sido a nossa atitude como cristão, elas são bem leves. Então vamos deixar de hipocrisia e deixar passar as expressões pesadas por licença poética, tá? Não fode vai!</p>
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		<title>Minha mente oxigenada</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 22:27:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[igreja emergente]]></category>
		<category><![CDATA[oxigenio]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu choro pela minha geração. Sinto como se estivéssemos tão perto e ao mesmo tempo tão longe de uma fé que colocava o sorriso no rosto do homem queimado na fogueira por se recusar a negar a Jesus, o Cristo. Pois sabia que todo sofrimento e agonia não duraria mais do que alguns minutos&#8230; e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu choro pela minha geração. Sinto como se estivéssemos tão perto e ao mesmo tempo tão longe de uma fé que colocava o sorriso no rosto do homem queimado na fogueira por se recusar a negar a Jesus, o Cristo. Pois sabia que todo sofrimento e agonia não duraria mais do que alguns minutos&#8230; e que sua mulher e seu filho, amarrados ao seu lado, experimentariam de gozo eterno, incomparavelmente melhor do que qualquer coisa conhecida nesta vida. Aquela era uma época em que retroceder não era uma opção.</p>
<p>Hoje temos tudo e ainda sim falta tudo.</p>
<p>Nos falta a guerra&#8230; o sangue sendo derramado e a coragem de preferir que este sangue seja o nosso.</p>
<p>A tarefa passada por Tyler Durden no filme clube da luta quando diz &#8220;provoque uma briga com alguém desconhecido e perca&#8221;, nos parece absurda por que nos recusamos veementemente a perder.<span id="more-1193"></span></p>
<p>Nos falta a convicção de que o anonimato é poderoso no Reino de Deus. Nos esquecemos de que o Reino é movido pelas orações feita no quarto, e não pelos pregadores nos púlpitos.</p>
<p>Que nossos púlpitos são as ruas&#8230; nossa pregação é nas conversas com estranhos.<br />
Nossa vitória está na discussão inflamada de paixão&#8230; que não tenta argumentar a favor de Deus, mas revela as maravilhas que só quem possui o Santo Espírito é capaz de compreender.</p>
<p>Onde estão os profetas de nossa geração? Até quando acreditaremos nas mentira que nos foram contadas?<br />
Até quando teremos medo do espírito de devorador? Pq o mundo precisa de homens como João Batista, que comia devorava o gafanhoto devorador&#8230;</p>
<p>Sinto falta em nossa literatura contemporânea das histórias fantásticas. Cadê os exemplos de garotos franzinos que vencem guerreiros gigantes pelo poder de Deus? Dos homens que montam um exército com uma multidão de angustiados e endividados.  Ou será que isto não acontece na nossa realidade. Ou será que perdemos a capacidade de contar histórias com toda a beleza inspiradora de um evangelho que nunca morre?</p>
<p>Nossa fé perdeu a relevância ou nós é que estamos olhando tudo pela ótica equivocada?</p>
<p>Somos cansados, mas não desanimados. Perxplexos, mas não desamparados.<br />
Nós somos aqueles que escrevem a história da igreja.</p>
<p>E que nosso nome seja esquecido. Mas um dia as pessoas dirão &#8220;NAQUELE LUGAR HOUVE UM POVO QUE FEZ COISAS INCRÍVEIS. E POR ISSO NÓS ENCONTRAMOS A SALVAÇÃO TRAZIDA PELO FILHO DE DEUS&#8221;.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Inspirado nos temas discutidos durante a conferência Oxigênio 2011 (Recife)</strong><br />
<strong>www.conferenciaoxigenio.com</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A identidade é a chave</title>
		<link>http://www.ariovaldo.com.br/2011/a-identidade-e-a-chave/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 14:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>

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		<description><![CDATA[Nestes anos todos de ministério ainda me assusto com a volatilidade de muitos que buscam conselhos com relação a sua própria vocação. É como se boa parte das pessoas que estão empenhadas em ser Igreja ainda não estivessem convencidas de que isto é realmente a vontade de Deus para suas vidas. E então muitos tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nestes anos todos de ministério ainda me assusto com a volatilidade de muitos que buscam conselhos com relação a sua própria vocação. É como se boa parte das pessoas que estão empenhadas em ser Igreja ainda não estivessem convencidas de que isto é realmente a vontade de Deus para suas vidas. E então muitos tem me procurado afirmando desejar ter a mesma convicção que vê em minhas palavras.</p>
<p>A verdade é que embora (em certos níveis) eu tenha certeza a respeito do caminho de Deus em minha vida, a grosso modo precisei aprender a viver por fé em muitas circunstâncias. E isto significa que se eu em algum momento retroceder, simplesmente deixarei de compreender os &#8220;porquês&#8221; lá na frente.</p>
<p>Um exemplo disso é o que temos vivido em nossa Igreja, o Manifesto. Estamos no mesmo ritmo há 7 anos. Tentando e persistindo. Mas milagrosamente parece que a relevância nos alcançou e isto se tornou uma verdadeira revolução em nossa vida. Mas o que fizemos de diferente para &#8220;acertar&#8221; desta vez? Nada. Apenas fomos persistentes.</p>
<p>Se você tem dúvidas a respeito do que deve fazer, então pare de se preocupar com a ação e invista seu tempo na convicção. Apenas pessoas que compreendem perfeitamente qual é a vontade de Deus para suas vidas se encontrarão aptas a atravessar desertos sem reclamações ou desistências.</p>
<p>O Manifesto nunca foi o plano B. Ele é nosso único plano e sonho. E se tudo der errado, recomeçaremos (como já fizemos antes) tantas vezes quanto for necessário. Simplesmente por que compreendemos que não existe outro lugar para nós e para os que Deus chamar para esta jornada.</p>
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		<title>Você e Deus. Juntos.</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 16:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariovaldo Jr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[Angústia]]></category>

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		<description><![CDATA[De todas as coisas que são ensinadas na caminhada cristã, talvez a mais importante seja a confiança que necessitaremos para perserverar sozinhos. Digo, apenas nós e Deus. Por que se na maioria das vezes somos família/igreja/comunidade/amigos, na prática também enfrentaremos desertos que não podem ser repartidos. As angustias do coração, a tristeza, o desânimo. Tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De todas as coisas que são ensinadas na caminhada cristã, talvez a mais importante seja a confiança que necessitaremos para perserverar sozinhos. Digo, apenas nós e Deus. Por que se na maioria das vezes somos família/igreja/comunidade/amigos, na prática também enfrentaremos desertos que não podem ser repartidos.</p>
<p>As angustias do coração, a tristeza, o desânimo. Tudo isso terá que ser vencido por você e Deus. Por que nem todas as palavras do mundo serão suficiente para convencer seus companheiros de que não é preguiça ou falta de vontade. Há coisas que doem lá dentro. Há feridas cujo sangue são nossos sentimentos se externando.</p>
<p>Você e Deus. Juntos.<br />
Por que no final tudo sempre dá certo.<br />
E ele já sabe como termina a sua história.</p>
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