Produção de conteúdo cultural/intelectual

A geração de cultura é algo natural. Em tudo produzimos lastro de “como, quando e onde” fazer. Porém uma das dificuldades na vida do cristão que ainda não compreendeu sua responsabilidade para com sua época, é consumir sem ser consumido; e gerar conteúdo que seja representativo de seus valores.

O problema na execução disto é que supervalorizamos a profissionalização. Preferimos os autores de livros das grandes editoras aos blogueiros de fim de semana. Preferimos os artistas que cobram pequenas fortunas para “ministrarem”… e desprezamos aqueles que compõe e cantam canções que vem do coração. Preferimos os pregadores da moda a ouvir a verdade sendo proclamada nas praças por aquele tiozão de roupa social que grita “ARREPENDEI-VOS POIS O FIM ESTÁ PRÓXIMO”.

A profissionalização faz com que uma pequena parcela de nós se torne responsável pela maior parte da produção cultural/intelectual para toda uma geração. Este fato se explica pelo Princípio de Pareto. Porém não deveríamos nos conformar com isto. Afinal, nossa cultura está fundamentada em valores que não são deste mundo.

Se um cristão não se alimentar de cultura, perderá as nuances de tudo que Deus usa para comunicar sua imensurável graça. E se tal cristão não for capaz de amplificar/traduzir/transmitir tais “sinais” da parte de Deus para todos os que o cercam, então este não é digno de ser chamado de cristão.

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5 Resultados

  1. Rod disse:

    Fato!

    O monopólio cultural cria reprodutores em massa, mas não reproduz criadores na mesma proporção.

  2. Ronei disse:

    Com o tempo como cristão você notará que existe pregadores com um grande devocional e outros com pouco devocional e essa sintonia com Deus faz diferença, sei que isso você não notará de um dia para o outro.

  3. Gilson Fox disse:

    Bom isso hein!
    Vou publicar pode?
    Darei a fonte!

  4. Concordo em parte com o você nesse artigo, temos uma galera significativa que produz e compartilha conhecimento na Web, e pelo que vemos têm uma audiência relevante. Essa é uma realidade que já está ecoando nos corredore de nossas igrejas. E que felizmente está sendo aproveitada. Claro, não como a grande mídia mas estamos nos fortalecendo.

    Valeu.

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