O que sou ou o que quero ser?
Esta pergunta é importante. Minhas pregações são baseadas em QUEM SOU ou em QUEM QUERO SER? E meus conceitos de certo e errado, justiça e injustiça, pecado e santidade?
Compreendo que as novas gerações consideram uma virtude a capacidade de questionar a velha prepotência do discipulado tradicional. Mas até que ponto podemos nos conformar com nosso “jeito de ser”? O velho discipulado insistia na necessidade do verdadeiro seguidor de Cristo buscar um testemunho aprovado; e é bem provável que o modelo entrou em colapso quando a hipocrisia da tentativa de ser “santo” ultrapassou o temor que é inerente ao bom testemunho.
Então convivemos com discursos inflamados de cristãos afirmando que “são assim e pronto”. Nada parecidos com os ensinamentos do mestre e com o testemunho de homens comuns que abandonaram tudo para seguirem a Jesus. E com certeza cadáveres vão ficando pelo caminho de um líder que possui este perfil. É como um tumor em meio à verdadeira causa dos santos, que é a salvação da alma.
Sei que não presto, não sou confiável e que pouca coisa de bom há em mim. Mas quero, POR FÉ, falar sobre o que quero ser e POSSO ser, por que Cristo assim falou a meu respeito. Quero discipular pessoas, animando-as a renunciarem igualmente à hipocrisia e ao conformismo com seus defeitos.
Quero fazer parte de um exército que luta por causas eternas. Por que as demandas desta vida, assim como a angústia dos que acham que podem fazer alguma coisa para mudar o mundo, não acabam nunca.




26 de abril de 2010 em 19:59
“Sei que não presto, não sou confiável e que pouca coisa de bom há em mim.” É necessário que muitos líderes reconheçam essas palavra em suas vidas e que deixem o título de “santo” para quem verdadeiramente o é, o Senhor!!
26 de abril de 2010 em 22:25
acho que esse cara deixou bem claro isso
Nós não somos o que gostaríamos de ser.
Nós não somos o que ainda iremos ser.
Mas, graças a Deus,
Não somos mais quem nós éramos.
Martin Luther King