O problema é todo seu

Geralmente quem sofre com o Alzheimer não é o doente, mas os que estão a sua volta. Igualmente os que possuem DDA;  ou trejeitos. O que nos tira a paz verdadeiramente é o que os outros fazem para nos incomodar; ou para confrontar nossas certezas acerca da vida.

A característica mais marcante de nossa geração é o “empurrar a culpa”. Somos ótimos imitadores do homem Adão que, quando pego com a boca na botija, tratou logo de devolver a responsabilidade para Deus, afirmando que a culpa era “da mulher que o Senhor me deu”. Experimente levantar qualquer questionamento a alguém que está próximo a você. Dificilmente encontrará reações diferentes destas duas:

1. Se a pessoa é subordinada a você
– NÃO FUI EU! EU NÃO FIZ NADA… DEVE TER SIDO O “FULANO”!

2. Se a pessoa não é subordinada a você
– VAI SE FERRAR!

A maioria de nós não cogita nem a possibilidade de dizer “sim, eu errei”. Isto por que em nossa sociedade não há méritos no arrependimento. E é estranho compreender o porquê disto, visto que a redenção do homem nada tem a ver com erros e acertos. Por melhor que sejamos em determinadas circunstâncias, com certeza deixamos a desejar em outras. Mas preferimos pensar que bom mesmo é só nos arrependermos do que ainda não fizemos.

E esta linha de pensamento se estende por todos os setores da vida. Empurramos nossa responsabilidade para os políticos, pastores… e para a igreja. Todas as pessoas sobre a face da Terra afirmam conhecer alguém que não é “confiável”. Porém nunca assumem que ELAS MESMAS também não o são. E como pode então ser lícito culpar instituições do que é nossa responsabilidade? Não é a corrente tão forte quanto o seu elo mais frágil?

Perceba que, se as coisas não acontecem, a culpa é toda sua.
Se outros estão desanimados, a culpa é toda sua.

Então pare de reclamar, reconheça sua culpa, arrependa-se… e comece a agir.
Só não se esqueça de que não fomos chamados para resolver os problemas do mundo. Nosso papel é maior do que isto. Compartilhar a responsabilidade é nossa tarefa principal. Ensinando pessoas genuinamente arrependidas a replicarem este ensino. Sem medo de assumir a culpa; e implacáveis na busca do que é EXCELENTE.

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1 Resultado

  1. Rapaz, sua intençao em falar de Deus parece boa, só esqueceu de antes estudar a Palavra do Senhor. Para de brincar de pastor meu irmão. Atençao! De Deus não se caçoa.

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