O aroma perfeito
Quando podemos dizer que estamos vivendo intensamente uma vida devota a Deus? Tenho pensado sobre isto nestes últimos dias e concluo que em nenhuma época fui surpreendido pelo inesperado no que se refere ao pecado. As circunstâncias em que me encontrei sempre foram previsíveis e constantemente repetitivas.
Tenho tentado avaliar minha vida, para distinguir o que mudou afinal nos últimos tempos, em que considero que tenho vivido o evangelho como um ar fresco para quem se sentia sufocado. Continuo me sentindo o mesmo, fraco, pecador, imundo. Sei que não sou “confiável” (segundo o que isto significa na eternidade) e que inevitavelmente minha natureza tendenciosa sempre faz parecer mais colorido aos meus olhos aquilo que é contrário à vontade de Deus.
Mas o sabor… ai meu Deus, como é bom ter experimentado ao menos uma vez do sabor das coisas que são eternas. Como explicar o sabor? Nada neste mundo, por mais colorido que seja, me traz tanta satisfação quanto o sabor do evangelho…
Sei qual é meu chamado. Servir.
Sei pra que fui criado. Revelar.
Sei que Deus deu o pacote completo para que eu possa cumprir o propósito segundo o qual fui chamado.
Todo o resto é mero detalhe.




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